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Livro de Manoel Herzog recebe indicação a prêmio literário

De A Tribuna On-line

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Obra de escritor santista concorre a premiação 
O romance CBA – Companhia Brasileira de Alquimia(Editora Patuá, 420 páginas), do escritor santista Manoel Herzog, concorre como semifinalista na categoria romance, do Prêmio Portugal Telecom de Literatura, um dos mais importantes do gênero. A obra foi contemplada pelo Fundo de Assistência à Cultura (Facult).
 
E nesta quarta-feira, às 12h30, o autor participa de evento na Biblioteca Municipal Alberto Sousa (Praça José Bonifácio, 58, Centro), em que fala da obra e do seu processo criativo.
 
A obra conta a história de Germano Quaresma, operador que trabalha numa indústria que transforma chumbo em ouro. Entre a rotina mecânica ele faz reflexões sobre as relações sociais modernas, que vão da falta de cumplicidade profissional ao casamento com Cláudia. Com poucos amigos, ele encontra em clássicos da literatura a amizade que lhe falta no mundo.
 
Manoel Herzog também é autor de Amazônia, finalista do Prêmio Sesc 2009, e de Os Bichos, editado pela Realejo. É advogado, coordena oficinas literárias e escreve quinzenalmente no site Cine Zen. Os livros podem ser consultados gratuitamente nas bibliotecas municipais e no projeto Leia Santos – um incentivo à leitura, ou adquiridos com o autor pelo preço de R$ 20,00. O seu contato é manoelherzog@gmail.com.

Caso Bruno: livro revela detalhes e é best-seller

Desaparecimento de Eliza Samudio, dado com exclusividade pelo DIA, vira obra de jornalismo investigativo

O DIA|VANIA CUNHA

Rio – Há quatro anos, quando começaram a publicar reportagens sobre o desaparecimento de Eliza Samudio — que foi amante do ex-goleiro Bruno Souza —, os jornalistas Leslie Leitão, Paula Sarapu e Paulo Carvalho não imaginavam o que o futuro reservaria para eles e para a jovem, mãe de um filho do atleta. 

A trágica saga que levou a modelo a uma morte brutal, premeditada por um ídolo da maior torcida do país, foi recontada por eles no livro ‘Indefensável’, que em duas semanas arrebatou milhares de leitores. Os ingredientes da trama macabra — crime, sexo, futebol e celebridade —, afirmam os autores, foram responsáveis pelo sucesso de público e crítica e colocaram a obra em quinto lugar entre os livros de não-ficção mais vendidos da lista do Publishnews, site que reúne as maiores editoras do mercado brasileiro.

Algemado, Bruno é conduzido para depor sobre o crime que chocou o país. Campeão brasileiro pelo Flamengo, em 2009, o goleiro foi do céu ao inferno em seis meses

Foto:  Cristiano Trad / O Tempo

Foram 20 mil livros na primeira edição, e a segunda já está com 10 mil vendidos, de acordo com a Editora Record. Quem folheou ‘Indefensável’ garante que a narrativa vibrante somada a detalhes não divulgados são os maiores destaques. “Li no mesmo dia. Conheço o caso de trás para a frente, mas me prendeu de uma forma interessantíssima”, diz a delegada Alessandra Wilke, que investigou o crime na Delegacia de Homicídios de Contagem (MG). 

Segundo ela, o livro traz informações surpreendentes, principalmente sobre a arrogância do Bruno. “Ele teve chance de desistir do crime, mas não o fez e nem sentiu remorso. E essas passagens foram contadas de forma brilhante”, elogia. O delegado Edson Moreira, outro responsável pelo inquérito que levou Bruno à cadeia, elogia o livro por mostrar o caso em detalhes. “Ainda há muita coisa. Rende até continuação”, afirma o policial, que também está escrevendo sobre os bastidores da investigação. 

Eliza Samudio com o filho Bruninho no colo

Foto:  Reprodução

Autor do furo de reportagem que anunciou o sumiço de Eliza em O DIA , Leslie Leitão disse que não esperava tanto sucesso. “Imaginávamos que as pessoas tinham interesse no caso, pela repercussão na época. Investigamos a fundo, fizemos mais de 100 entrevistas e trouxemos novidades. Foi muito prazeroso mergulhar nesse universo literário.”

Acessos do caso no site do DIA: 4 milhões 

Paula Sarapu — que junto com Leslie decidiu escrever a obra em 2012, durante o julgamento de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, ex-amigo de Bruno — contou que o caso foi um dos mais importantes de sua carreira. “Eu o acompanhei do início ao fim, de perto. ‘Indefensável’ é uma grande reportagem, um trabalho de fôlego e de apuração intensa”, afirma. 

Paulo Carvalho, que gravou o vídeo em que Eliza contava as ameaças e agressões que sofreu de Bruno, chegou a virar uma espécie de confidente da modelo. “Ela criou empatia comigo, me ligava para desabafar e mostrou as primeiras fotos de Bruninho (filho dela com o jogador), antes de viajar para o Rio, onde foi sequestrada. Nunca imaginei que o vídeo seria uma espécie de profecia da morte dela. Ali, ela já previa. Não imaginava que a história fosse mexer tanto com a minha vida”, disse Carvalho. 

O crime que chocou o país gerou tanta repercussão que o DIA Online bateu recorde de audiência: mais de quatro milhões de acessos durante o julgamento de Macarrão, narrado minuto a minuto. “Além do prazer de informar um acontecimento de tanta repercussão, percebemos pelo número de acessos que fizemos um excelente trabalho. Nunca um veículo online do país fez uma cobertura desse tipo em tempo real”, lembrou Aline Freire, ex-editora executiva do site.

Detalhes só contados no livro 

A revelação de que Luiz Carlos Samudio não era o verdadeiro pai de Eliza. A história ficou oculta no processo judicial. Ele não pôde fazer o exame se DNA para confirmar que era da jovem o sangue encontrado no carro usado no sequestro.

O atentado claramente direcionado ao promotor Henry Wagner Vasconcelos, quase vitimou um colega seu. Bandido chegou a abordar o carro na porta do Fórum de Contagem, mas desistiu ao ver que era o alvo errado.

A reunião entre Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, e o policial Gilson, o Zezé, na cadeia, depois que o primeiro foi preso. O policial teria ido tentar fazer Bola revelar onde estava o corpo de Eliza Samudio.

A tentativa de matar o promotor Henry Wagner Vasconcelos, de Contagem, em Minas Gerais.

Os levantamentos e entrevistas do livro apontam para o fato de que Bruno usou várias pessoas pata envolver Eliza. Inclusive amigos, para fazê-la acreditar que entrariam num acordo. Mas a intenção dele não era essa.

Preparador de Miss lança livro sobre experiências e segredos desse meio

DIÁRIO DA MANHÃ|FABIANA GUIMARÃES

Evandro Hazzy, de 30 anos, que tem experiência como Missólogo – pessoa responsável em preparar mulheres para a competição de moda, possui oito títulos de Miss Brasil pelo estado do Rio Grande do Sul. No lançamento de seu primeiro livro que acontecerá, no dia 30 de maio, também no sul do país, o Gaúcho contará um pouco dos bastidores desse meio, revelando segredos, experiências e contando sobre o ‘mundo da moda’, e, como é tornar uma mulher a mais bela do país.

Foto: Divulgação - <em>Evandro Hazzy e a Miss brasil 2012, Gabriela Markus</em>

Foto: Divulgação – Evandro Hazzy e a Miss brasil 2012, Gabriela Markus

Coordenador nacional do Miss Brasil, Evandro diz em entrevista para o site de notícias G1, como transforma essas mulheres: “explico como transformo uma joia bruta em joia rara.” Responsável por trazer nomes anônimos ao conhecimento público, como Ana Hickmann e títulos como o de Renata Fan (1999), Juliana Borges (2001), Joseane Oliveira (2002), Fabiane Niclotti (2004), Rafaela Zanella (2006), Natália Anderle (2008), Priscila Machado (2011) e Gabriela Markus (2012), ele ainda comenta “elas nem sempre são felizes ou tem glamour.”

Foto: Divulgação - <em>Miss Brasil 2008, Natália Anderle</em>

Foto: Divulgação – Miss Brasil 2008, Natália Anderle

Neste ano, os concursos que definem a mulher mais linda do Brasil e do Mundo, Miss Brasil e Miss Mundo, respectivamente, completam 60 anos. Evandro aumeja conseguir um título mundial  “eu quero é ganhar o Miss Universo. Estou sentindo que vou vencer no ano que vem”, conta ele.

Foto: Divulgação - <em>Gabriela Markus (2012) e Evandro Hazzy</em>

Foto: Divulgação – Gabriela Markus (2012) e Evandro Hazzy

 

O mundo será sempre dos mais ricos?

“O Capital no século XXI”, do francês Thomas Piketty, é o livro-sensação do momento na área da economia. Analisa a história do capitalismo e defende que apenas o Estado, através da taxação progressiva da riqueza, pode colmatar a diferença entre os muitos ricos e os que nada têm.

A obra que está a chamar a atenção de políticos e economistas foi chamado por Paul Krugman o livro de economia a ter em conta esta década, como esta semana pôde ler no Quociente de Inteligência, o suplemento cultural do DN.

Após este período de reflexão, abrimos o debate ao leitor: O mundo será sempre dos mais ricos?

60 obras raras do Mosteiro de São Bento estão disponíveis na Internet

21/04/2014

O setor de obras raras possui aproximadamente 13 mil obras impressas do séc. XVI ao XIX
O setor de obras raras possui aproximadamente 13 mil obras impressas do séc. XVI ao XIX

60 obras raras, dos séculos XVI ao XIX poderão ser acessadas pela internet a partir dessa terça-feira (22/4). Elas pertencem ao Mosteiro de Sâo Bento, em Salvador, e foram restauradas por uma equipe multidisciplinar de especialistas do Mosteiro e da Faculdade São Bento da Bahia, com técnicas inovadoras de desinfestação, higienização e restauro.

O projeto durou cerca de dois anos e absorveu investimentos de de R$ 500 mil, oriundos do Fundo de Cultura da Bahia, destinado pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

Entre as obras restauradas e digitalizadas estão a coleção “Obras Completas de Luiz de Camões”, edição crítica com as mais notáveis variantes, de 1873;; “Cartas Selectas”, de Padre Antônio Vieira, de 1856; “Index Librorum Prohibitorum”, do Papa Bento XIV, de 1764 e “Historia dos Judeos”, de Flavio José, de 1793. Os mais antigos da lista são: “Cometario as Sentenças de Duns Scoto, do Fr. Nicolau de Orbellis”, de 1503, e “Suma Theologica Secundæ”, de São Tomas de Aquino, de 1534.

— Acesse as obras digitalizadas

O Mosteiro de São Bento da Bahia foi o primeiro fundado pela ordem dos Beneditinos nas Américas. Sua biblioteca, alvo depesquisadores de todo o mundo, foi fundada em 1582 e é tombada pelo Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN) desde a década de 1930.

O acervo completo ultrapassa os 200 mil volumes, e o setor de obras raras possui aproximadamente 13 mil obras impressas do séc. XVI ao XIX.

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