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CLIPE “SUOR NÃO TEM COR” REÚNE O FUTEBOL E RAP CONTRA O RACISMO

O vídeo inspirou a criação do movimento #suornãotemcor, no qual artistas e atletas levantam a bandeira da luta contra o racismo presente no futebol, no meio artístico e na sociedade como um todo

 

O vídeo clipe foi gravado com a participação de rappers e atletas. As filmagens foram realizadas no tradicional estádio do Juventus, em São Paulo e no estádio do Grêmio em Osasco, reunindo artistas e crianças.  Entre os cantores estão: Edi Rock e Ice Blue, Dj. Cuca, Tulio Dek, DBS, Ndee Naldinho; Maurício DTS , Gregory, Crônica Mendes e Toddy, um dos maiores vídeo makers do Brasil.

Atletas internacionais e nacionais de destaque como o atacante da Seleção Italiana Mario Balotelli , Yaya Toure, volante da Costa do Marfim e Marta Vieira eleita a melhor jogadora de futebol do mundo, também deixaram sua mensagem de apoio no videoclipe da canção. Ambos já foram vítimas de ofensas racistas em partidas de futebol.

China condena três à morte por ataque na Praça da Paz

Três pessoas foram condenadas à morte na China, acusadas de terem planejado um ataque na Praça Celestial em Pequim outubro do ano passado, quando um carro avançou contra um grupo de turistas e pegou fogo, matando cinco pessoas.

Segundo a mídia estatal local, os homens foram condenados no tribunal da província de Xinjiang por “ataque terrorista violento”.

Três pessoas que estavam dentro do carro e dois turistas na praça, um chinês e um filipino, foram mortos no ataque, que ainda deixou 38 pessoas feridas.

Fonte: BBC BRASIL

 

MAX B.O. LANÇA “VAMO ALÉM”

MC faz reflexão sobre as manifestações brasileiras em nova produção nas vésperas da Copa do Mundo no Brasil

O músico e apresentador Max B.O. acaba de lançar o clipe “Vamo Além” em parceria com o produtor musical Wzy. O clipe inédito tem produção e edição do Estúdio C7. A letra mantém o estilo de B.O. e fala sobre as manifestações que começaram em junho do ano passado e que ainda não tem previsão para acabar com a abertura da Copa do Mundo.

Max B.O. acha a união da população muito importante para melhorar o país, desde que haja consciência: “Não adianta participar de uma manifestação sem saber porque está lá, pelo que se reivindica. Gente que quer apenas uma foto pra postar nas redes sociais, que vai pra uma manifestação como se estivesse indo fazer um passeio ou quem simplesmente só quer aparecer diante das câmeras, acaba deturpando o verdadeiro sentido do ato. E onde estão e o que fazem as pessoas que muitas vezes são mentoras dessas indignação popular?”.

Área de Direitos Humanos vê manifestações ‘aquém das expectativas’

A ministra comentou a manifestação em São Paulo: "Um grupo pequeno de manifestantes quis impedir a principal via de acesso à Arena Corinthians

A ministra comentou a manifestação em São Paulo: “Um grupo pequeno de manifestantes quis impedir a principal via de acesso à Arena Corinthians

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvatti, avaliou nesta sexta-feira, que as manifestações na abertura da Copa do Mundo “ficaram muito aquém de qualquer expectativa”. A ministra também afirmou que a secretaria vai acompanhar excessos das forças de segurança e de manifestantes na Copa do Mundo. “Posso estar muito equivocada, mas o número de manifestantes, somando todas as cidades-sede, não ultrapassou a cifra de 4 mil pessoas. Acho até que 4 mil é mais do que realmente aconteceu, em face dos milhões de brasileiros e de turistas que estavam comemorando e participando desse evento”, comparou Ideli.

A ministra comentou a manifestação em São Paulo: “Um grupo pequeno de manifestantes quis impedir a principal via de acesso à Arena Corinthians. O direito de se manifestar não pode se contrapor ao direito das pessoas irem ao evento”.

A ministra afirmou também que a orientação das forças de segurança é lidar com as manifestaçõesdentro da legalidade e mencionou um episódio flagrado pela imprensa em que um manifestante, depois de imobilizado, foi atingido com spray de pimenta no rosto. “Nossa ouvidoria já tomou providências para aquele caso. Vamos tomar as providências que estão ao alcance do governo federal para que [o episódio] não se reproduza”.

Ideli considerou a Copa do Mundo “um treino” para deixar um legado de melhor atuação de forças de segurança em momentos de conflitos de direitos: “Esse é para nós um treino, uma oportunidade para que a Copa possa fazer com que as forças policiais atuem dentro da legalidade, dentro do que o país estabelece como direito de todos nós”.

Sobre as denúncias de que estaria ocorrendo uma retirada compulsória da população de rua de áreas turísticas do Rio de Janeiro e de outras cidades-sede, como uma tentativa de higienização, Ideli comentou: “Eu não posso dizer que isso não esteja acontecendo, mas estamos mobilizados para impedir que aconteça”.

Ao lado de Gary Stahl, representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Ideli destacou medidas do governo federal para combater a exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil, como classificar o crime como hediondo, impedir a entrada de pessoas envolvidas em crimes sexuais no país e aumentar em 30% o número de atendentes do Disque 100, que recebe denúncias a violações dos direitos humanos. Gary destacou também que é preciso desnaturalizar o trabalho infantil na cultura brasileira.

– O que precisa é uma mudança cultural. Não pode ser que as pessoas vejam as crianças trabalhando nas ruas, no horário da aula, e não façam nada. Isso ainda é muito enraizado  disse Gary, que informou que o trabalho infantil foi a violação mais constatada contra crianças e adolescentes na Copa das Confederações e no carnaval deste ano.

PM de São Paulo afirma que agiu para evitar abusos de ‘baderneiros

Dois protestos nesta manhã deixaram duas jornalistas feridas. Policiais flagraram black blocs coagindo motoristas

12/06/2014

A Polícia Militar de São Paulo afirmou em nota, nesta tarde de quinta-feira (12/6), que agiu de forma a evitar que ‘baderneiros’ fechassem a Avenida Radial Leste. Durante a manhã, dois protestos terminaram em confronto. Duas jornalistas da CNN ficaram feridas. Segundo a CNN, a polícia usou gás lacrimogêneo contra um grupo que tentava bloquear pistas próximas à Arena Corinthians, o Itaquerão. De acordo com a CNN, a repórter Shasta Darlington sofreu um pequeno corte no braço e a produtora Barbara Arvanitidis foi atingida no pulso.

Cerca de 200 pessoas participaram do ato Sem Direitos Não Vai Ter Copa, organizado pelas redes sociais. Os policiais atiraram várias bombas de efeito moral para conter os manifestantes, que estão na Rua Apucarana, nas imediações da Estação Carrão do Metrô de São Paulo. Os policiais cercaram a estação e tentam evitar que o protesto chegue até a Avenida Radial Leste. “A Polícia Militar agiu para impedir que baderneiros fechassem a Radial Leste, o que afetaria o direito de ir e vir de milhares de pessoas, inclusive aquelas que vão assistir a abertura da Copa do Mundo”, afirmou a nota.

Policiais militares afirmaram que vários manifestantes que integram o grupo black blocs foram flagrados, por volta das 14h20, coagindo motoristas na Radial Leste. No entanto, no momento em que seriam abordados eles se dispersaram.

Manifestantes organizam protestos para abertura da Copa

DIÁRIO DA MANHÃ|TALLITA GUIMARÃES

Diversos protestos estão marcados para esta quinta-feira (12), na Arena Corinthians, durante a abertura da Copa do Mundo. Grupos como Contra Copa 2014, Território Livre, Não Vai ter Copa e Fórum Popular de Saúde comunicaram o ato no dia 12 de junho.

Um dos protestos está marcado próximo ao metrô Carrão, com destino ao Itaquerão. Oito mil pessoas confirmaram presença. O objetivo é tentar bloquear a Radial Leste, para atrapalhar o trânsito.

Pelo Facebook, manifestantes se mobilizam também no Rio de Janeiro, Salvador, Cuiabá e Brasília.

(Com informações MSN)

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

 

Até dezembro, pelo menos 837 pessoas foram feridas durante as manifestações

Marcas da violência se espalharam pelo país

O DIA|JULIANA DAL PIVA

Rio – Desde o ano passado, a população brasileira teve que se acostumar com um cotidiano ainda mais conturbado. No Rio, Cinelândia, Candelária, Avenida Presidente Vargas, Palácio Guanabara e Assembleia Legislativa se tornaram palcos de protesto e disputa, muitas vezes violenta. 

Os números assustam. De acordo com relatório da ONG Artigo 19, apresentado na última semana, ao menos 837 pessoas ficaram feridas até dezembro, durante as manifestações em todo o país. O estudo também registra agressões a 117 jornalistas.Em São Paulo, durante um dos protestos de junho, o fotógrafo Sérgio Silva perdeu a visão de um dos olhos, após ser atingido por uma bala de borracha disparada por um policial. 

Truculência policial e ação de mascarados tornaram os protestos violentos, o que reduziu as adesões

Foto:  João Laet / Agência O Dia

A consequência é previsível. As manifestações pulverizaram, mas encolheram. Pesquisador do fenômeno das manifestações, o professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ivar Hartmann, acredita que a violência teve dois momentos decisivos para os protestos. “Acho que teve efeitos em dois sentidos. Em um primeiro momento, mobilizou ainda mais, com as pessoas vendo o que aconteceu com quem estava nas ruas. Mas isso foi em alguns dias, algumas semanas. Agora, a violência tem sido muito mais um desincentivo. As pessoas têm medo da repressão policial”, afirmou Hartmann. 

A violência policial marcou inúmeros episódios. Ao longo dos meses, 2.608 pessoas foram detidas. Só em junho 1.212. A PM do Rio diz que abriu 67 investigações envolvendo o trabalho dos agentes em manifestações. Desses, dois policiais foram indiciados por crime militar, três por crime comum e cinco punidos por transgressão disciplinar. Os nomes, porém, não foram fornecidos. 

Os manifestantes também listam uma série de problemas no comportamento policial como a falta de identificação na farda, as prisões injustificadas e o uso excessivo de força. Para Hartmann, “a polícia não foi treinada e nunca ganhou equipamento adequado.”

‘Eu só quebrei banco’, diz integrante dos black blocs

Em meio aos protestos um grupo de jovens mascarados e de preto marcou posição e ficou conhecido. Estão envolvidos em episódios contraditórios. Tanto de vandalismo, como de defesa de professores, mas também na morte do cinegrafista Santiago Andrade. Sua atuação é polêmica e de difícil compreensão. De ferido no protesto a adepto da tática black bloc. Assim é a trajetória de Eric Pedrosa, 22 anos.

Ele conta que no grande ato da Avenida Rio Branco, que reuniu 100 mil pessoas, ele estava ajudando um policial que estava encurralado na rua lateral da Alerj, quando foi atingido no olho por um estilhaço de bomba de gás lacrimogêneo. A cicatriz no canto da pálpebra é visível até hoje. “A partir do momento em que eu quase fiquei cego, eu tenho que proteger o meu olho”, justifica Pedrosa, ao dizer por que aderiu aos black blocs. 

Eric Pedrosa diz que aderiu aos black blocs depois de ser ferido por estilhaço de bomba que quase o cegou

Foto:  Uanderson Fernandes / Agência O Dia

De lá para cá, já participou de 44 manifestações. Segundo ele, tem o apoio da família e a própria mãe chegou a comprar a sua máscara antigás. Questionado sobre o que conhecia de teoria política, respondeu rindo: “Maquiavel, O Pequeno Príncipe. A única coisa que eu li foi o Pequeno Príncipe e o Alquimista do Paulo Coelho.” Sobre os atos de vandalismo, ele afirma que só atacou “símbolos do capitalismo”. “Eu só quebrei banco”, conta. 

Pedrosa diz que vai torcer pela Alemanha na Copa do Mundo. E garante que vai marcar presença em todos os protestos que puder. Para pesquisadores tanto a violência policial quanto a causada pelos adeptos da tática black bloc também contribui para a violência. “Eles acreditam na violência como forma de mudança e contestação social. Isso entra em choque com outros movimentos sociais que acreditam na via pacífica”, explicou o sociólogo Paulo Baía.

Cinegrafista morreu após disparo de rojão 

Em fevereiro, um protesto contra um novo aumento no preço das passagens de ônibus no Rio terminou de modo trágico. O cinegrafista da Rede Bandeirantes Santiago Andrade acompanhava a manifestação quando ativistas e policiais militares do Batalhão de Choque entraram em confronto. 

Morte do cinegrafista Santiago Andrade virou marco na luta contra a violência nos protestos

Foto:  Divulgação

Ao fazer imagens da confusão, Santiago foi atingido na cabeça por um rojão disparado pelos manifestantes Fábio Raposo e Caio Souza. Ambos estavam com os rostos encobertos e foram identificados com o auxílio das imagens dos jornalistas que cobriam o protesto. Santiago chegou a ser levado com vida ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos dias depois. Sua trágica morte virou símbolo na luta contra a violência nos protestos. 

Fábio e Caio foram presos pouco tempo depois. Eles continuam detidos aguardando julgamento, acusados acusados pelos crimes de explosão e homicídio triplamente qualificado. As penas podem chegar a 34 anos de reclusão.

Protestos mudam de cara e são liderados por militância política

As ações que pararam a área central de Brasília na terça-feira mostraram que as mobilizações mudaram desde o ano passado. Segundo especialistas, as bandeiras agora começam a aparecer. Mas opiniões se dividem quanto aos confrontos

Correio Braziliense|Adriana Bernardes e Almiro Marcos

29/05/2014 

Coletiva com as lideranças dos movimentos que fizeram o ato na terça-feira: maior organização (Ed Alves/CB/D.A Press)  
Coletiva com as lideranças dos movimentos que fizeram o ato na terça-feira: maior organização

A proximidade com a Copa do Mundo e as eleições mudaram o tom dos protestos iniciados há um ano em diferentes cidades brasileiras. Se antes os movimentos se declaravam independentes, sem lideranças e surgido das massas de brasileiros insatisfeitos com as condições socioeconômicas do país, agora há uma organização clara. Os grupos já não recusam as bandeiras dos partidos políticos, antes repudiadas nos atos. Especialistas ouvidos pelo Correio afirmam que a mudança pode ser reflexo da disputa eleitoral em curso. A questão agora é saber como os políticos vão se posicionar. “É o carpe diem (do latim, aproveite o dia). Todos estão aproveitando o momento de exposição do país com o evento da Copa para colocar suas reivindicações”, afirma David Verge Fleischer, doutor em ciência política da Universidade de Brasília (UnB).

No protesto de terça-feira, o Comitê Popular da Copa se uniu ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e ao dos Atingidos por Barragens e a representantes indígenas que lutam pela demarcação de terras e por melhorias das condições de saúde dos povos nas aldeias Brasil afora. As faixas com as reivindicações se misturaram a bandeiras de partidos como o Psol e PSTU, rasgadas no ano passado por aqueles que tomaram as ruas. O protesto, mais uma vez, acabou em pancadaria.

A preocupação com as mobilizações chegou também ao campo acadêmico. O Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB) se articula para acompanhar de perto as manifestações populares. No ano passado, não houve como fazer um acompanhamento sistemático dos eventos, já que eles surgiram sem aviso. Este ano, a situação é considerada diferente por pesquisadores da academia. A ideia é colocar professores e alunos para participar. “Este é um momento raro e muito rico. Nosso pessoal precisa estar presente”, explica o sociólogo Sadi Dal Rosso, doutor em sociologia e professor titular da UnB.

Atentados terroristas preocupam autoridades de segurança de Manaus

Seleções dos Estados Unidos, Inglaterra e Itália vão jogar na capital e órgãos trabalham com variáveis de risco

MANAUS – Cerca de 5 mil homens das forças de segurança estaduais e federais farão a segurança de turistas estrangeiros e brasileiros, autoridades e delegações que vão circular por Manaus. A capital amazonense vai sediar quatro jogos da primeira fase da Copa do Mundo. Acesse o infográfico do Portal Amazônia e conheça as seleções.

Força Nacional. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Segundo o secretário executivo adjunto de Segurança para Grandes Eventos, coronel Dan Câmara, as autoridades da área trabalham com algumas variáveis de risco, entre elas, a ameaça de atentados terroristas porque as seleções dos Estados Unidos, da Inglaterra e da Itália vão jogar na capital amazonense. “Essas seleções nos fazem ter a atenção redobrada e o nível de alerta aumentado para ameaças terroristas.” Inglaterra e Itália vão jogar no dia 14 de junho e Estados Unidos e Portugal, no dia 22 de junho.

Outra variável de risco apontada pelo coronel é o que ele chamou de uma “convulsão no sistema prisional”. “Se houver descontrole no sistema prisional, isto é uma possível ameaça. Estamos trabalhando para evitar qualquer uma delas”.

Manifestações

Sobre as manifestações contra a Copa, o secretário ressaltou que “os grupos, até o momento, não têm sido preocupantes, mas estamos acompanhando. Vamos trabalhar de forma diferenciada contra qualquer grupo desordeiro que ameace a segurança coletiva.”

Cerca de R$ 100 milhões foram investidos na estrutura de segurança para a Copa. Além da compra de equipamentos, os recursos foram usados na capacitação e no treinamento de servidores e na construção do Centro Integrado de Comando e Controle Regional. Somente para equipar o centro foram alocados R$ 60 milhões.

Segundo o governo estadual, foram adquiridos 4.237 kits de armamento não letal, entre eles granadas explosivas de efeito moral e spray de pimenta. Há também o investimento em equipamentos antibombas como aparelho de raio X portátil com filme, robô antibombas de pequeno porte, detector de gases tóxicos e substâncias explosivas e roupa de proteção antibombas.

Para reforçar a segurança, também haverá um centro de comando e controle móvel, plataformas de observação elevada e 12 lanchas que vão fazer o patrulhamento do entorno de Manaus. Apenas no perímetro da Arena da Amazônia, 30 câmeras de segurança farão o monitoramento diário. Ao todo, em toda a capital, 250 câmeras vão enviar imagens para o Centro Integrado de Comando e Controle.

Uma delegacia móvel ficará perto do Complexo Turístico da Ponta Negra, onde ocorrerá a Fifa Fan Fest durante todo o período do Mundial. Na arena, a operação de segurança é compartilhada com a Federação Internacional de Futebol (Fifa). “Policiais ficarão como força de contingência no estádio”, disse o secretário.

 

Seleção é recepcionada com manifestações em Teresópolis

De A Tribuna On-line

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Manifesto aconteceu durante a chegada dos jogadores da Seleção ao hotel, em Teresópolis

Com a única exceção do lateral-esquerdo Marcelo, que chegará depois por conta da final da Liga dos Campeões do último sábado, os jogadores convocados por Luis Felipe Scolari vão, aos poucos, se apresentando na fria e gelada Granja Comary, em Teresópolis. Nomes como Fred, Dante, Oscar, Paulinho,Maicon , Daniel Alves, Jefferson e Bernard.

A recepção dos atletas foi marcada por uma manifestação de profissionais da educação do Estado do Rio de Janeiro. Segundo o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação a estimativa era de que 300 pessoas participassem do movimento, que permaneceu pacífico durante toda a manhã.

A Seleção ficará concentrada na Granja Comary até o da 12 de junho, onde a equipe faz sua estreia no Mundial contra a Croácia, na Arena Corinthians, em São Paulo. Depois a Seleção canarinho enfrenta México e Camarões para encerrar sua participação na primeira fase.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio