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Intelectuais e movimentos protestam contra ataques de Israel à Palestina

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Manifesto e abaixo assinado pedem que governos rompam as relações comerciais com Israel

01/08/2014

Da redação de Brasil de Fato

Um grupo de escritores, professores e artistas do mundo todo lançaram no último dia 31 um abaixo assinado exigindo de Israel o fim do que eles chamam de “massacre em Gaza”.

O comunicado diz que “o mundo não pode assistir em silêncio ao extermínio do povo palestino” e defende que os governantes rompam relações comerciais com Israel, “tal como foi feito com a África do Sul” do apartheid.

Você pode assinar o pedido aqui

No último dia 28, mais de 80 organizações elaboraram um manifesto solicitando que o Brasil rompa as relações comerciais com Israel, inclusive com o fim do acordo de livre comércio do país com o Mercosul, como forma de sanção pelos ataques à Faixa de Gaza, que já deixou mais de mil e quatrocentos mortos.

Os signatários do documento reforçam que apesar da condenação do ataque por autoridades brasileiras, o país ainda permanece como quarto maior importador de tecnologia militar de Israel, em um mercado que já ultrapassa as cifras de US$ 1 bilhão.

Wellington assina manifesto de críticas a Joaquim Barbosa

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Senador Wellington Dias: manifesto pede revisão de prisões dos condenados no mensalão

O senador Wellington Dias (PT-PI) é um dos parlamentares petistas que assinaram um manifesto contra as decisões do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, no processo do mensalão. O documento, endereçado a todos os ministros do Supremo, pede que o STF reveja e corrija decisões de Joaquim Barbosa sobre o cumprimento das penas dos condenados no julgamento do mensalão do PT – entre eles o ex-ministro José Dirceu e os deputados João Paulo Cunha e José Genoíno.

Alegando ataques de setores do PT, o ministro Joaquim Barbosa anunciou na última terça-feira sua saída da relatoria dos processos de execução das penas dos 24 condenados no mensalão. O novo relator é o ministro Luís Roberto Barroso. Ele já havia anunciado a antecipação de sua aposentadoria do STF. O manifesto é assinado ainda por jornalistas e intelectuais ligados ao PT, e diz que “o Brasil assiste perplexo à escalada de arbitrariedades cometidas por Joaquim Barbosa”. 
 
Após a condenação dos réus, Joaquim Barbosa delegou às Varas de Execuções Penais as decisões sobre o cumprimento das penas dos condenados, no entanto, revogou sete decisões que concederam trabalho externo aos condenados e negou ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o trabalho fora da cadeia. “O Presidente do Supremo Tribunal Federal, ao invés de cumprir as decisões dessa Suprema Corte, nega direitos a alguns sentenciados, desrespeitando a decisão do próprio pleno do STF e a jurisprudência do STJ (Superior Tribunal de Justiça) quanto ao cumprimento do regime semiaberto. Com isso ameaça levar ao caos o sistema prisional brasileiro, pois, aceito o precedente, cria-se jurisprudência não somente em desfavor dos presos e sentenciados, mas contrária ao espírito democrático que rege as leis de execução penal”, diz o manifesto.
 
O documento apela ao plenário do STF que impeça o que classifica de continuidade da agressão ao Estado de Direito Democrático “Concitamos, portanto, os Senhores Ministros integrantes dessa Corte Constitucional de Justiça a que revejam e corrijam tal violação de direitos praticada pelo Exmo. Sr. Presidente do STF, acatando o agravo impetrado pelos advogados dos réus”, ressalta o manifesto publicado na internet.
 
Segundo o senador petista, o manifesto é para alertar que a Constituição vem sendo des-considerada pelo órgão máximo da Justiça brasileira. “Na verdade é uma mobilização para chamar a atenção da sociedade de que o órgão guardião da Constituição não pode des-considerá-la nunca, sobretudo como vem ocorrendo nos últimos anos”, afirmou Wellington Dias, que cumpriu agenda ontem na região sul do Piauí.
 

 

Acadêmicos lançam petição por fim dos protestos

Mais de 200 pessoas do meio acadêmico já assinaram uma petição que circula na internet pelo fim dos protestos abusivos. As principais capitais do país têm enfrentado caos no trânsito por atos recorrentes de minorias contra a Copa do Mundo. Em São Paulo, professores interromperam por diversas vezes a circulação em avenidas de grande importância como a 23 de maio. No texto contra os protestos, professores defendem que as autoridades garantam os direitos dos demais cidadãos. “Não podemos decretar uma ditadura de uma minoria”, dizem.
 
Fonte: Brasil 247