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10 mentiras sobre o SUS que não tiveram coragem ou isenção de interesses para contar pra você

DIÁRIO DA MANHÃ|MARELO CAIXETA

1) Não falta dinheiro no SUS. Dou um exemplo simples : trabalho em um hospital filantrópico onde há 4 médicos que ganham uma média de 1.500 reais por mês. No SUS poderiam ganhar até 7 mil reais, mas não trocam um pelo outro. No SUS não são respeitados enquanto profissionais, no SUS não têm meios de fazerem uma medicina limpa e de qualidade. 

2) Eles não vão para o SUS porque neste há uma filosofia básica : o médico não pode “dominar”. O “socialismo” (“todos iguais”) impede que um “seja mais que o outro”. O “socialismo” (“ninguém pode ser mais que o outro”) tem interesse em destruir todo tipo de iniciativa individual, todo tipo de “iniciativa privada”. 

3) O SUS tem interesse em destruir o médico, entre outras coisas porque é dos poucos profissionais que têm oportunidades fora do governo. Para o governo é muito importante que toda a classe média se transforme em funcionários públicos, pois é assim que ela “compra a classe média” e a transforma em curral-eleitoral. 

4) Por causa do ítem 3, há mais um motivo para destruir a Medicina fora do governo: fazer com que o médico não tenha outra saída a não ser ir trabalhar para o governo. Ultimamente, por exemplo, criou leis que obrigam os estudantes de Medicina e médicos recém-formados a trabalharem para o governo. 

5) Medicina é uma atividade humana científica muito complexa. É impossível fazê-la sem um médico. Por causa do que já foi exposto acima, é isto que o SUS tenta fazer. Por exemplo, contrata profissionais de saúde não médicos para fazer o serviço do médico, sejam brasileiros, sejam cubanos (formados em cursos técnicos de Medicina). Para isso utiliza-se inclusive de trabalho semiescravo, profissionais de saúde cubanos cujo salário de 9 mil fica com Cuba e só 1 mil com eles. Um dos efeitos colaterais do comunismo são os baixos salários: com a abolição da iniciativa privada não há interesse em melhorar a produtividade. Há estagnação. Para resolver a estagnação, uma das soluções é a escravidão (quando Stálin, por exemplo, destruiu o sistema agrícola da URSS, teve de escravizar a população e obrigá-la a trabalhar nos campos sob a mira dos fuzis). 

6) O SUS não é um sistema de saúde, é um sistema político. Seu objetivo não é o atendimento médico das pessoas, é o assistencialismo que visa o “domínio socialista” (estatizante) sobre uma população e a destruição da iniciativa privada (“capitalismo”) no âmbito médico-hospitalar.

7) Dizendo-se “socialista”, diz que sua estratégia de base é a “Medicina simples”, “Medicina de família”, “Medicina de bairros”, etc. Mas esta estratégia é completamente ineficiente, não há hospitais, laboratórios, médicos especialistas. A medicina é uma atividade muito complexa do ponto de vista científico, e não dá para fazê-la de pés descalços. De um lado, o governo federal tenta acabar com os hospitais , ou precarizá-los (vide ótima reportagem emhttp://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/05/fantastico-percorre-hospitais-do-brasil-e-encontra-uti-sem-medicos.html). Com esta política atual perde-se uma média de 15 leitos do SUS por dia. No entanto, por outro lado, governos estaduais e municipais cada vez tem a noção mais clara de que precisam investir em Medicina hospitalar. Nenhum governo coloca isto às claras, pois isto seria dar o braço à torcer para o “capitalismo”, para a “iniciativa privada”, pois só estes dão conta da complexidade hospitalar da Medicina. Governos estaduais e municipais, no Brasil todo, estão “complementando” as tabelas hospitalares do SUS, mas nenhum político, nenhum governo, tem a coragem de dizer que “o paradigma de médicos pés descalços” não deu certo como estratégia de saúde pública, e que agora estão investindo mesmo é em medicina hospitalar , especializada, tecnológica. 

8 ) O SUS mal acostuma a população a achar que o atendimento médico-hospitalar é algo que tem de ser gratuito. Isto tem o efeito de abaixar preços de consultas e de hospitalizações, tornando cada vez mais raro o médico que atende bem no consultório e na enfermaria. Todos os médicos estão fugindo do trabalho clínico, ora querem virar funcionário público, ora querem fazer exames, cirurgias, procedimentos, ou, os que sobram para a “boa medicina clínica” (ambulatorial ou hospitalar) tendem a arrancar o couro dos pacientes (cobram alto por um trabalho de qualidade, que não existe em outro lugar, seja no governo seja nos convênios). 

9 ) O SUS gratuito “contamina” também a iniciativa privada, abaixando preços de consultas e diárias nos planos de saúde. No âmbito dos planos de saúde os médicos trabalham mal, geralmente só ficam neles os médicos de má qualidade. Esta má qualidade faz com que serviços de consultórios “não prestem”, serviços hospitalares em enfermariaapartamentos não prestem, aí recorre-se cada vez mais às UTIs, que viraram a “tentativa de panaceia universal”. Mas tal precarização já atinge também as UTIs, há unidades destas que funcionam até sem médicos (vide reportagem acima). Então, para “resolver o problema da saúde”, criarão a Super-UTI, ou então (vide reportagem da última revista Época), as famílias terão de vender tudo para pagar atendimentos de qualidade, mas caríssimos (inflação do mercado por causa de sua destruição, causada pelo governo). 

10 ) A deterioração que o governo SUS promovem na Medicina é tanta que o Brasil é o único país no mundo onde a Medicina de Urgência e UTI é feita pelos profissionais mais inadequados (nos países desenvolvidos, são os mais capacitados), ou seja, os que ganham pior, os recém-formados, os já velhos, cansados, desatualizados, cubanos, doentes, sem-formação, sem especialização. Isto faz com que a qualidade de atendimento médico de urgência e UTIs sejam ainda piores do que a média da Medicina geral, redundando em numerosas mortes. 

As mazelas do SUS, em suma, nada mais refletem do que a excessiva ingerência governamental em uma área da sociedade civil; como em todas as áreas, Economia inclusive, o resultado é este aí: falência e caos. 

(Marcelo Caixeta, médico)

Nota: O Blog Interativo não concorda, necessariamente, com estas opiniões, e com outras esposadas e assinadas por seus autores, e publicadas em vários órgão de imprensa

Está doente? Consulte o médico e não a Wikipedia

por DN.ptHoje

Sintomas errados e tratamentos sem nexo são alguns dos erros detetados por uma equipa de cientistas que analisaram inúmeras entradas na Wikipedia relacionadas com doenças e saúde.

De acordo com o trabalho publicado no The Journal of the American Osteopathic Association, em caso de doença, os pacientes devem consultar o seu médico de família e não a enciclopédia online.

Os investigadores liderados por Robert Hasty, investigador na Wallace School of Osteopathic Medicine na Carolina do Norte, analisaram as entradas referentes às 10 doenças mais dispendiosas nos EUA, como o cancro do pulmão, doenças cardíacas, depressão e diabetes e, de seguida, compararam as entradas com as referências científicas de cada uma.

A conclusão a que chegaram não podia ser mais preocupante: Nove em cada dez entradas na Wikipedia sobre estes temas contêm erros.

“Embora a Wikipedia seja uma ferramenta interessante ao nível da realização de pesquisas, no que há saúde pública diz respeito os pacientes não devem usá-la como principal recurso uma vez que esses artigos não passam pelo mesmo processo de revisão científica que passam os artigos publicados em jornais médicos”, salienta Robert Hasty.

A equipa adverte que estes resultados são ainda mais preocupantes se for tido em conta que 47% a 70% dos médicos e alunos de Medicina admitem usar esta fonte de informação como referência.

Face a estas conclusões, Robert Hasty não tem dúvidas: “A melhor fonte de informação para o doente é o seu médico”.

Ex-médico Farah Jorge Farah é condenado a 16 anos de prisão

O ex-cirurgião plástico Farah Jorge Farah foi condenado, na madrugada desta quinta-feira, no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de São Paulo, a 16 anos de prisão pelo assassinato e esquartejamento da ex-paciente e amante Maria do Carmo Alves, em janeiro de 2003. Ele poderá recorrer da decisão em liberdade.

O julgamento de Farah Jorge Farah começou na segunda-feira. Condenado em 2008 a 13 anos de prisão, ele foi julgado novamente depois de o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) acatar pedido de sua defesa, em janeiro do ano passado, alegando que laudos oficiais que atestavam o estado semi-imputável do réu na época do crime foram ignorados pelos jurados. De acordo com a tese da defesa, no momento do crime o cirurgião não tinha compreensão total de sua conduta. 

Réu confesso do crime, o cirurgião não nega ter assassinado Maria. Sua defesa, porém, diz que, em março de 2002, a vítima ligou 3.708 vezes para o cirurgião, o que o teria efeito agir sob pressão. A defesa de Farah disse também que a mulher o ameaçava e, no dia do crime, o teria atacado com uma faca. 

A defesa sustentou que Farah não premeditou o crime e que ele foi perseguido durante cinco anos pela vítima. Durante o julgamento, o acusado disse que se lembra apenas de uma luta corporal com a vítima. Após a briga, Maria do Carmo teria sido esfaqueada no pescoço e, com o ferimento, morrido dentro do próprio consultório. Farah então teria deixado o local, ido para o seu apartamento, e voltado quatro horas depois.

Utilizando os seus conhecimentos de médico e instrumentos cirúrgicos do próprio consultório, ele teria dissecado o corpo da mulher, retirando o sangue e seus órgãos vitais. Em seguida, teria cortado o corpo de Maria do Carmo em nove pedaços. Os relatos mostram também que ele retirou a pele das pontas dos dedos da mulher e destruiu as partes que pudessem levar a uma identificação.

A mulher foi morta e esquartejada no consultório do ex-cirurgião em Santana, na zona norte de São Paulo. O crime ocorreu em 24 de janeiro de 2003, mas partes do corpo de Maria do Carmo só foram achadas pela polícia três dias depois.

Farah ficou preso por quatro anos até que, em maio de 2007, a Justiça o autorizou a esperar pelo julgamento em liberdade. Desde 2006, o cirurgião está proibido pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) de exercer a profissão. 

Fonte: Terra

Médico é morto em tiroteio dentro de delegacia no ABC

Estadão Conteúdo

Um médico morreu na tarde deste domingo, após ter sido atingido na cabeça por um disparo durante um tiroteio ocorrido na noite de sábado, dentro do 2º Distrito Policial de Santo André, no ABC, Grande São Paulo. Ricardo Seiti Assanome estava no local para registrar um boletim de ocorrência de um acidente de trânsito, quando foi alvejado em meio a uma confusão provocada pela própria polícia paulista, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
 
De acordo com informações da Corregedoria da Polícia Civil, o tiroteio ocorreu por causa de um erro de interpretação dos policiais do DP. Eles teriam confundido a entrada de um policial militar à paisana que buscava abrigo com um ataque de bandidos. Um policial civil e um outro homem que registrava ocorrência também foram baleados no peito e na perna, respectivamente, e estavam internados em hospitais de Santo André ontem.
 
Assanome foi levado com vida no sábado ao Centro Hospitalar de Santo André, mas não sobreviveu. Ele estava no DP com a namorada para registrar um acidente de trânsito quando um PM à paisana que fugia de bandidos entrou no local, provocando tumulto com outras pessoas que estavam no distrito policial. Na confusão, um agente de telecomunicações da delegacia começou a atirar contra o grupo pensando que bandidos invadiam a delegacia.
 
Um investigador também teria feito disparos acertando o agente de telecomunicações por engano. A Corregedoria da Polícia Civil informou ontem que autuou o agente em flagrante por tentativa de homicídio. Com a confirmação da morte de Assanome, o policial deverá responder a inquérito por homicídio simples.
 
Segundo a SSP, os criminosos que perseguiam o PM à paisana não fizeram disparos contra a delegacia nem tentaram invadi-la. A reportagem tentou contato com familiares de Assanome por telefone, mas não conseguiu falar com nenhum parente.
 
Segundo a estatística da SSP divulgada na semana passada, 14 pessoas foram mortas por policiais civis em serviço ou em folga no primeiro trimestre deste ano. O número representa exatamente o dobro dos sete casos registrados entre janeiro e março de 2013.

Médico é agredido em hospital de Goiânia

Um médico foi agredido em um hospital particular na manhã deste sábado, 19. O caso aconteceu no Hospital Cidade Jardim e fica localizado no setor Cidade Jardim, Goiânia. O doutor teria sido agredido por paciente segundo as informações preliminares. 

 DIÁRIO DA MANHÃ|DIVANIA RODORIGUES

A equipe do DM.com.br entrou em contato com o hospital que confirmou o caso. O médico já não estava mais no local para falar sobre o assunto e o funcionário não quis entrar em mais detalhes.

De acordo com o funcionário que atendeu a reportagem o médico deixou o local logo após o ocorrido, mas amanhã já voltará a exercer suas funções. 

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio