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Morreu o ex-presidente venezuelano Ramón J. Velásquez

AFP – Agence France-Presse

24/06/2014 

Ramón J. Velásquez, que foi presidente provisório da Venezuela entre 1993 e 1994, morreu nesta terça-feira, aos 97 anos, informou Henry Ramos Allup, secretário-geral do Partido Ação Democrática, no Twitter.

Velásquez, nativo do estado Táchira (oeste), foi jornalistas, jurista e historiado muito respeitado no mundo político, por isso o congresso decidiu elegê-lo como o homem da transição quando o presidente Carlos Andrés Pérez foi destituído após ser acusado de abuso de fundos públicos.

Em seu curto mandato, fez da descentralização sua principal política de Estado, mas sua administração foi ofuscada pelo erro de ter assinado o indulto do narcotraficante Larry Tovar Acuña, que representava o cartel de Medellín na Venezuela.

Foi preso duas vezes durante o regime de Marcos Pérez Jiménez e, depois da queda do presidente, virou secretário da presidência de Rómulo Betancourt (1959-1964), ministro das Comunicações de Rafael Caldera (1969-1971) e presidente da comissão presidencial para a reforma do Estado no período de Jaime Lusinchi (1984-1989), que faleceu há um mês.

Velásquez também foi diretor do jornal El Nacional (1964-1969 e 1979-1981).

MS: Estado é condenado por morte de aluno em curso da PM

O Estado do Mato Grosso do Sul foi condenado a pagar R$ 100 mil por danos morais e patrimoniais à mãe de um aluno que morreu durante um curso de preparação para soldado da Polícia Militar em 2008. A decisão foi tomada por unanimidade pela 5ª Câmara Cível por unanimidade.

A Justiça determinou ainda o pagamento de pensão no valor de um terço do subsídio de um aluno soldado da Polícia Militar, por mês, desde a data da morte. Segundo a ação proposta pela mãe, a corporação submeteu o seu filho a excesso de esforço físico.

No primeiro dia de instrução do curso, em outubro de 2008, os alunos foram submetidos ao treinamento da ordem unida (quando os movimentos do exercício são feitos em grupo, simultaneamente). Em sequência foram encaminhados para fazerem faxina e, posteriormente, levados à aula de educação física, quando foram submetidos a um percurso de 10 quilômetros de corrida. Durante o trajeto, o rapaz passou mal e morreu no dia seguinte, em consequência de choque metabólico, acidose metabólica, edema e hemorragia pulmonar, insuficiência renal e hepática. 

A mãe do aluno alegou na ação que dependia financeiramente do filho e solicitiu indenização por danos morais de R$ 105 mil e patrimoniais no valor de um salário mensal, equivalente ao que o filho percebia na época, durante os prováveis 42 anos de sua vida produtiva.

Para o julgador de 1º grau a morte do aluno foi uma fatalidade, não sendo possível responsabilizar o Estado pelo fato, já que “no documento acostado aos autos pela parte requerente, in verbis, consta que a doença básica causadora do falecimento do filho da requerente foi a rabdomiólise, uma doença preexistente e de componentes familiares, associada à hipertermia maligna.” Insatisfeita com a decisão, a mulher recorreu.

O desembargador Sideni Soncini Pimentel, relator do processo, considerou procedente o pedido da mãe do rapaz. “Da leitura dos depoimentos constantes da própria sindicância administrativa, pode-se concluir o extenuante esforço físico a que o de cujus e demais alunos foram submetidos, ao se submeterem a aulas de ordem unida na quadra, realização de faxina, e logo após se sujeitarem a participar de corrida com percurso de 10 quilômetros. O magistrado disse ainda que “os fatos demonstram que a despeito do aluno ser portador da síndrome de rabdomiólise, a morte foi desencadeada pelo excesso de esforço físico a ele infligido”.

Fonte: Terra

Morador de rua com passagens pela polícia é morto com 12 tiros em Brasília

Outros dois homens morreram vítimas de homicídio da noite de segunda para terça-feira

Correio Braziliense

24/06/2014 

Um morador de rua, de 23 anos, foi morto com 12 tiros na madrugada dessa terça-feira (24/6), na Asa Sul, em Brasília. Segundo informações da Polícia Civil, o corpo estava enrolado em um cobertor na CLS 306. Ele foi encontrado por volta de 1h. A maioria dos tiros atingiu a cabeça do rapaz. Algumas munições foram apreendidas no local.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima tinha passagens pela polícia por roubo, latrocínio e tráfico de drogas. O suspeito fugiu e ainda não foi encontrado. Após a perícia, o corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML). A Coordenação de Homicídios investiga o caso.

Outros dois homens também morreram vítimas de homicídio entre segunda e terça-feira. O primeiro ocorreu na QNN 5, em Ceilândia Norte. Um homem de 29 anos foi morto a pauladas por volta das 22h de ontem. A vítima tinha passagens por furto e posse de drogas, segundo a Polícia Civil. Após a perícia, a corpo foi removido para o IML. A 15ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia, investiga o caso.

A terceira vítima é um rapaz de 28 anos, morto a tiros no Condomínio Del Lago, no Paranoá. O crime ocorreu na madrugada desta terça-feira (24/6). A vítima morreu no local. A Coordenação de Homicídios investiga o crime.

Câncer no pulmão derrota Humberto Franceschi

22/06/2014 

Rio de Janeiro – Será cremado neste domingo, também no Cemitério do Caju, às 17h, o corpo do pesquisador de música Humberto Franceschi. Ele estava internado no hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro e morreu na manhã de ontem, por complicações decorrentes de um câncer no pulmão.

Primo de Vinicius de Moraes, Humberto Moraes Franceschi nasceu em 1930 cercado de música – uma tradição familiar que ele seguiria, como pesquisador e colecionador. Seu tio-avô era o folclorista Mello Moraes Filho. Dois dos filhos de seu avô eram seresteiros. Em sua casa, nos primeiros anos de vida, havia saraus com modinhas, frequentados por Lúcio Rangel, Sergio Porto, Bororó, Dilermando Reis, Orestes Barbosa, Rubem Braga e Vinicius, entre outros.

A coleção de discos de Franceschi – seu acervo, um dos mais importantes do país, com 12 mil itens que documentam as primeiras décadas da nossa indústria fonográfica, foi vendido ao Instituto Moreira Salles no início dos anos 2000 – começou ainda na infância, com peças herdadas do avô. O destino continuou apontando a direção para o colecionador: colega de escola de uma das netas de Fred Figner, dono da Casa Edison (gravadora pioneira no Brasil), ele acabou se aproximando da família, o que permitiu que mais tarde tivesse acesso a documentos importantes para escrever seus livros Registro sonoro por meios mecânicos no Brasil (1984) e A Casa Edison e seu tempo (2002).

Seu acervo inclui raridades como os únicos registros de Ernesto Nazareth e as primeiras gravações de Pixinguinha. Seu livro Samba de sambar do Estácio – 1928 a 1931, lançado em 2010, vem acompanhado de um DVD com exemplos extraídos de sua coleção.

Como fotógrafo, trabalhou na Revista da semana, do Diário Carioca e do Jornal do Brasil. Nos anos 1950, manteve um estúdio fotográfico com o irmão José Moraes Franceschi.

 

Morreu compositor da música ‘Natural Woman’

Diário de Notícias|Helena Moreira, com BBC

 
Gerry Goffin
Gerry GoffinFotografia © Reuters

O famoso compositor de música norte-americano, Gerry Goffin, morreu ontem, em Los Angeles, aos 75 anos de idade. A notícia foi divulgada pela sua primeira mulher e parceira de composição Carole King. “Gerry Goffin 1939-2014. Não há palavras”, escreveu no seu Twitter. Segundo a BBC, Michelle Goffin, a atual esposa do compositor, confirmou que ele morreu de causas naturais.

Gerry Goffin, em parceria com a ex-mulher, compôs várias músicas como ‘Natural Woman’, famosa na voz de Aretha Franklin, ‘Will you love me tomorrow’, cantada pelas Shirelles e ‘The Locomotion’, pela voz de Kylie Minogue.

Nascido em Brooklyn, Nova Iorque, em 1939, Goffin casou com Carole em 1959 (com 20 e 17 anos de idade, respetivamente). A primeira música em conjunto, ‘Will you love me tomorrow’, surgiu pouco tempo depois. Após o divórcio em 1968, Goffin continuou a escrever letras, como a música de Whitney Houston ‘Saving All My Love for You’, em 1985. Carole King, por sua vez, estreou-se também como intérprete, além de compositora, com o álbum ‘Tapestry’, de 1972.

Um comunicado da Recording Academy diz que Goffin, galardoado em 2004 com um Trustees Award, juntamente com Carole, é um “compositor lendário”. Sete das músicas compostas por Goffin alcançaram a liderança da tabela musical dos Estados Unidos, a Billboard Hot 100, tendo 59 temas seus atingido o top 40.

Gerry Goffin tinha cinco filhos (dois dos quais com Carole) e seis netos. Louise Goffin, a também conhecida cantora e uma das filhas do compositor com Carole King, diz sentir-se “profundamente abençoada por ter tido um pai que conseguia facilmente fazer o mundo rir e chorar com apenas um caderno e uma caneta”, cita a BBC.

Torcedor morre ao comemorar vitória da Bélgica em Bruxelas

Lancepress

Tragédia na Copa do Mundo. Mas não no Brasil, sede do torneio, e sim na Bélgica. Um torcedor morreu na última terça-feira enquanto comemorava a vitória de seu país no primeiro jogo do Grupo H. Os Red Devils superaram a Argélia de virada por 2 a 1, no Mineirão.

De acordo com informações do jornal “La Dernière Heure”, o fã assistia ao jogo em frente à Bolsa de Valores de Bruxelas (local tradicional de comemorações da cidade) quando resolveu escalar uma das estátuas do prédio que abriga a Bolsa. Ele acabou caindo de cabeça no chão. O torcedor ainda foi levado ao Hospital São Pedro, mas não resistiu aos ferimentos.

A identidade do torcedor não foi divulgada, mas sabe-se que ele é marroquino, nasceu em 1973 (portanto tinha entre 40 e 41 anos) e era residente de Anderlecht, o que explica sua torcida pela Bélgica.

Executiva da Coca-Cola morreu em hotel em Salvador

De acordo com o Samu, estrangeira que acompanhava a Copa sofreu morte natural em seu quarto

Agência Estado

Shelley De Villiers (esquerda) em foto durante jogo da Copa do Mundo assistido nas ruas de Salvador (Reprodução/Facebook)
A vice-presidente de Marketing da Coca-Cola no Japão, Shelley De Villiers, de 42 anos, morreu, na manhã de ontem, segunda-feira, 16, no quarto no qual estava hospedada, sem acompanhantes, no Hotel Golden Tulip, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. Ela estava na cidade para acompanhar jogos da Copa do Mundo nesta semana e foi encontrada já sem vida por um funcionário do estabelecimento, na manhã de desta segunda-feira.

De acordo com informações da Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur), que acompanha o caso, os médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que tentaram prestar os primeiros socorros a Shelley diagnosticaram morte natural. A primeira suspeita deles foi que ela tivesse sofrido um acidente vascular cerebral. Mais tarde, a Coca-Cola Brasil emitiu uma nota na qual informou que a vítima sofreu uma parada cardíaca.

Nascida em Johannesburgo, na África do Sul, Shelley trabalhava para a Coca-Cola desde 2003. Ela havia chegado a Salvador no fim de semana e, na noite de ontem, postou fotografias do Pelourinho em sua página do Facebook.

Fernandão foi vítima de imprudência

Ex-piloto do mesmo helicóptero que caiu revela, com exclusividade, detalhes dos voos que fazia, da jornada exaustiva e dos riscos que tinha de correr voando à noite, pousando e decolando de banco de areia

DIÁRIO DA MANHÃ|HÉLMITON PRATEADO

A morte do ex-jogador Fernando Lúcio da Costa, o Fernandão, no sábado, 7 de junho, com a queda do helicóptero que vitimou também outros quatro ocupantes da aeronave, é o que se pode chamar de crônica de uma morte anunciada, apenas parafraseando o escritor Gabriel Garcia Marques. Um acidente como esse era possível de ter ocorrido há muito tempo, se observado o histórico dos voos e da utilização daquela aeronave.

O Diário da Manhã ouviu com exclusividade o comandante Alexandre Douglas Brito da Silva, piloto de helicópteros e que trabalhou para a Planalto Indústria, empresa dona da aeronave. Alexandre pilotou o mesmo helicóptero que caiu na praia do Rio Araguaia matando todos os ocupantes e relatou detalhes dos voos que fazia e das razões que o fizeram deixar a serviço após mais de quatro anos.

Alexandre Douglas Brito é um paulistano de 33 anos que há 30 vive em Goiânia. Como piloto de helicópteros, ele é um comandante experiente, com mais de 4.200 horas de voo e 15 anos de experiência no manche de aeronaves especiais como essas.

Após sair da Planalto, ele teve de recorrer à Justiça para ter seu acerto trabalhista porque a empresa se negou até mesmo a dar baixa em sua Carteira Profissional. Representado pelos advogados Alexandre Abreu, Fernando Abreu e Gualter Abreu, o comandante tem uma reclamatória que na apuração final dará por baixo R$ 2 milhões de indenização trabalhista para ele. As razões do desligamento, explica ele, foram as condições de trabalho a que era submetido, com jornada estafante, riscos desnecessários e perigo constante a que era obrigado a se expor. Não bastasse isto, ele recebia apenas uma parte do seu salário descrito na carteira, o resto “era caixa dois”. O salário contratado era de R$ 13.000,00, dos quais apenas R$ 3 mil na carteira e com emissão de contracheque, o restante era pago “por fora”, para não incidir direitos trabalhistas e obrigações previdenciárias. Tudo isto está provado na ação trabalhista que está em fase de perícia para aferir o valor da indenização.

O fato de o helicóptero estar em um banco de areia, voar à noite e longe de um aeródromo são fatores que ajudaram a conjugar a situação que culminou com a tragédia da queda da aeronave e a morte de todos os ocupantes. O helicóptero estava parado em um banco de areia, numa praia no Rio Araguaia, próximo a Aruanã, quando Fernandão e amigos saíram por volta da 1h30 da madrugada para ir jogar baralho. Logo depois de levantar voo, o helicóptero despencou a cerca de 200 metros de onde levantara voo matando o piloto e seus quatro passageiros.

O comandante Alexandre Douglas explicou com minúcias tudo o que viveu pilotando a aeronave que caiu.

O helicóptero

Trata-se de um helicóptero Esquilo, de fabricação franco-brasileira da indústria Eurocopter, montado pela Helibras, no Brasil. É um modelo mono-turbina com capacidade para até cinco passageiros mais o tripulante. Essa aeronave que caiu foi fabricada em 1998 e seu preço estimado girava em torno de US$ 1,4 milhão. Sua capacidade de voo vai de 166 metros de altitude até 4 quilômetros. Sua velocidade de cruzeiro é em média 190 quilômetros horários.

O comandante Alexandre Douglas se recorda que foi feito seguro da aeronave somente quando de sua compra.

Os voos

Alexandre tinha dedicação exclusiva para a Planalto Indústria, empresa que o contratou. Inúmeras vezes ele era chamado noite alta, de madrugada, para voar. A maioria das vezes era para Aruanã, onde o diretor da Planalto, Beto, possui casa. Por não ter jornada definida, ele praticamente não tinha vida social. Se lembra que pouquíssimas vezes podia se dar ao luxo de tomar um chope ou esticar um final de semana com a família. Isto só acontecia quando o helicóptero estava parado para revisão ou quando o diretor estava viajando e sabia que não ia retornar logo.

O comandante explica que essas aeronaves não possuem equipamento para voos noturnos e que voar à noite é praticamente voar apenas por instrumentos, às cegas, fato que potencializa o risco. Pela legislação aeronáutica é permitido voar em um raio de até 54 quilômetros de aeródromo homologado pela Agência Nacional de Aviação Civil.

Pousar em banco de areia também é outra temeridade que os pilotos da Planalto eram submetidos. Não há qualquer certificação de heliponto para um banco de areia, no meio da praia do Rio Araguaia. Voar à noite, decolando de um banco de areia potencializa o risco de acidente porque o piloto voa praticamente às cegas e não tem auxílio de uma base com informações sobre ventos e outras variáveis que influenciam a aeronáutica.

Alexandre Douglas explica que em condições especialíssimas seria até compreensível e justificável pousar em uma praia, como para prestar algum socorro, mas tornar isso habitual é uma temeridade e significa correr muito risco de forma desnecessária.

Os plantões

O comandante lembra que passou pelas mesmas condições a que foi exposto o coronel reformado da PM-GO Milton Antônio Ananias, piloto que foi vitimado no acidente. O coronel Milton era definido pelos amigos como “um homem livre e de bons costumes” e que era muito dedicado ao trabalho, além de ser responsável e prudente. Não bebia e havia deixado de fumar uns 20 dias antes.

Era comum os pilotos ficarem em regime de plantão desde o início do dia, começando a voar por volta das 8 horas e emendarem até alta madrugada. Na praia, eles tinham comida e alguma pequena estrutura para ficarem esperando ser chamados para voar. Os pousos e decolagens também aconteciam em locais não habilitados nem homologados para isto, como quintal de casas, pasto em fazendas e outros “estraga família” como os pilotos chamam locais onde são obrigados a pousar.

Como as autoridades são omissas em fiscalizar, os pilotos até tentam demover seus patrões das ordens temerárias que emitem, mas a resposta é impositiva: vai fazer porque estou mandando. Além da sobrejornada que são obrigados a cumprir não havia qualquer remuneração indenizatória como hora-extra ou adicional de periculosidade.

Alexandre Douglas classifica a região de Aruanã como verdadeiro inferno, principalmente em época de temporada ou feriados prolongados. O tráfego de helicópteros é intenso e a irresponsabilidade de pousar e decolar de locais proibidos daria taquicardia e urticária em um oficial da Aeronáutica que fosse fiscalizar o tráfego aéreo na beira do Araguaia.

Duas aeronaves dos proprietários da Planalto foram vítimas da imprudência. O helicóptero que caiu matando todos os ocupantes e na última sexta-feira o jato Cessna Citation Jet, com seis pessoas a bordo, sofreu avarias ao não conseguir frear e bater na cerca de arame, quebrando uma perna e costelas do piloto. Os tripulantes sabiam que a pista do aeródromo de Aruanã estava proibida para pousos e decolagens de aeronaves movida a jato. Esse fato foi revelado com exclusividade pelo Diário da Manhã.

 

Empresário, ex-dono do banco Safra, morre aos 79 anos, em São Paulo

De A Tribuna On-line

N/A

Empresário estava internado no Albert Einstein

O magnata brasileiro Moise Safra morreu em São Paulo, neste domingo, aos 79 anos. Ele sofria de Mal de Parkinson e estava internado no Hospital Albert Einstein. Moise, irmão do banqueiro Joseph Safra, foi um dos fundadores do Banco Safra.

Detentor de uma fortuna estimada em US$ 2,2 bilhões, ou cerca de R$ 4,9 bilhões, Moise Safra era o 23º mais rico do Brasil e 613º do mundo, de acordo com a Forbes.

A família Safra é a 2ª mais rica do País, segundo a mesma publicação, com US$ 20,1 bilhões, ou R$ 44,9 bilhões.

Moise nasceu no Líbano, de uma tradicional família de banqueiros de origem síria. Ele veio para o Brasil com a família no início dos anos 1950, devido à perseguição aos judeus no Oriente Médio após a criação do Estado de Israel, em 1948.

Empresário e amigo morrem carbonizados após acidente em Ibiraçu

Diversos curiosos acompanharam o trabalho dos bombeiros e da perícia. Nas redes sociais os amigos e parentes lamentaram a morte trágica do empresário

Folha Vitória

 
Após bater em uma árvore, o carro pegou fogo e explodiu. O empresário e o amigo morreram na hora
Após bater em uma árvore, o carro pegou fogo e explodiu. O empresário e o amigo morreram na hora
Foto: Divulgação/WhatsApp

O empresário Luciano Santi e o amigo dele, que ainda não teve o nome revelado e que seria morador de Colatina, morreram carbonizados durante um acidente de carro na noite de sábado na rodovia ES-527, estrada que liga os municípios de Aracruz e Ibiraçu. 

O carro de luxo onde estavam as vítimas bateu de frente em uma árvore. Com a colisão, o veículo explodiu. Os dois morreram na hora. De acordo com testemunhas, o empresário é muito conhecido na região e há suspeitas de que estaria em alta velocidade. 

Diversos curiosos acompanharam o trabalho dos bombeiros e da perícia. Nas redes sociais os amigos e parentes lamentaram a morte trágica do empresário que morava no município de Aracruz. 

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio