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Projetos ambientais na Amazônia são usadas pela Fifa para neutralizar carbono da Copa

Projetos evitam desmatamento da Floresta Amazônica e fornecem energia limpa a uma cidade inteira

Portal Amazônia

Projeto Purus é executado no Acre. Foto: Reprodução/Fifa

MANAUS – Acre, Tocantins e Amazonas são os estados da Amazônia que abrigam três projetos ambientais que vão receber apoio da Federação Internacional de Futebol (Fifa, na sigla em inglês). Os projetos integram o portfólio de iniciativas de baixo carbono no Brasil, que foram selecionados pela entidade para neutralizar a emissão de carbono durante a operacionalização da Copa do Mundo de Futebol.

A execução da Copa que terá o carbono neutralizado inclui viagens e acomodações de todos os funcionários, oficiais, equipes, voluntários e convidados, assim como emissões resultantes dos locais de eventos, estádios, escritórios e reprodução televisiva.

Compradores de ingressos de todo o mundo foram convidados a compensar gratuitamente as emissões resultantes de sua viagem ao torneio, independentemente do lugar de onde estejam partindo, e a entrar em um sorteio para ganhar dois ingressos para a final da Copa, incluindo viagem e acomodação. Mais de 17 mil portadores de ingressos cadastraram-se em pouco mais de cinco dias, registrando 40.880 viagens de ida e volta para a Copa do Mundo de Futebol. Como resultado, a Fifa deve compensar 80 mil toneladas adicionais de CO2 (dióxido de carbono) e convidar o vencedor do concurso e um companheiro de sua escolha para a final da Copa, em 13 de julho.

Os projetos de baixo carbono foram selecionados juntamente com o programa de gestão de carbono sem fins lucrativos BP Target Neutral. Todos os projetos passaram por um rigoroso processo de licitação e cumprem os padrões definidos pela International Carbon Reduction and Offsetting Alliance (Icroa), e a seleção final foi realizada por um painel independente de ONGs ambientais. Além de impactos ambientais positivos, os projetos também oferecem benefícios sociais e econômicos para muitas comunidades brasileiras locais, como é o caso da iniciativa executada no Acre, o projeto Purus, cujo trabalho é para evitar desmatamento de 35 mil hectares de floresta nativa.

Trabalhando com comunidades que vivem às margens do rio Purus, o projeto concede os mesmas direitos legais sobre a terra que ocupam, em troca da cooperação para evitar desmatamentos futuros. O projeto também oferece cursos de agricultura sustentável para apoiar geração de renda e aumentar o nível de conscientização sobre o desmatamento. Dois por cento das receitas ligadas a carbono provenientes do projeto serão doados para o Instituto Chico Mendes, para promover a conscientização sobre a preservação da Amazônia.

Outra iniciativa que foi escolhida é o projeto Cerâmica, composto por quatro projetos individuais no Rio de Janeiro, Tocantins, Alagoas e Pernambuco. O objetivo principal desses projetos é reduzir a pressão sobre
as florestas nativas, substituindo a madeira nativa, utilizada como fonte de energia nos fornos das fábricas de cerâmica, por uma mistura de resíduos de madeira proveniente de plantações renováveis estabelecidas para tais fins. O projeto contribui, ainda, com diversas causas sociais locais, incluindo programas de saúde para crianças com câncer, um centro de reabilitação para usuários de drogas e um time de futebol feminino, que representou o estado de Tocantins em um campeonato nacional.

No interior do Amazonas, a cidade de Itacoatiara fornece energia limpa aos aproximadamente 80 mil habitantes. Graças ao projeto, a população local tem acesso a uma energia de baixo custo e com fornecimento mais estável (menos falhas e perdas de transporte). A usina produz até 56 mil MWh de eletricidade por ano, evitando o consumo de 5 milhıes de litros de diesel. As 100 mil toneladas de resíduos de madeira e serragem necessárias para a produção de eletricidade são obtidas de uma serraria que opera em conformidade com as diretrizes FSC.

Tocantins desenvolve visualizador 3D para trabalhos científicos

O projeto tem um scanner para aumentar o número de insetos catalogados entre o Cerrado e a Amazônia

Visualizador de moscas permite monitoramento

PALMAS – Um software destinado à criação de uma biblioteca virtual de insetos em 3D. Alunos do curso de Ciência da Computação da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins) desenvolveram o projeto Visualizador 3D, destinado à Exploração Cientifica de Objetos Virtuais.

No momento, o projeto desenvolve um scanner para aumentar o número de insetos catalogados em imagens digitalizadas. “A grande vantagem do scanner é a possibilidade de ampliar os tipos de insetos, inclusive, os que só existem na região de transição entre Cerrado e Amazônia como é o caso do Tocantins”, pontua o coordenador.

Segundo o professor e coordenador do projeto, Silvano Malfatti, quando associado ao ensino, o uso de ambientes 3D interativos ameniza algumas limitações existentes em livros, já que permite que o aluno possa alterar a perspectiva de estudo.

Para o acadêmico Filipe Medina Culau, que cursa o 5º período do curso de Engenharia Agronômica, o visualizador permite estudar a teoria de forma diferente e mais interessante. “Com as imagens em 3D é possível examinar insetos que no dia a dia não temos a oportunidade de encontrar no campo. Isso traz um diferencial para a sala de aula”, considera.

O projeto teve um experimento piloto em 2013 e, a partir do segundo semestre deste ano, será concluído e implantado como ferramenta de aprendizagem acadêmica.

Para a professora Roberta Zani, responsável pela disciplina de Entomologia, a utilização de novas tecnologias na sala de aula é interessante para a produção de materiais didáticos em tempo real e de forma personalizada. “O visualizador 3D de insetos é uma excelente ferramenta para o processo de aprendizagem, pois os alunos podem fazer alterações e conhecer os insetos por diversos ângulos, além do retorno imediato que o professor recebe quanto ao nível de compreensão e aprendizagem”, disse Roberta.

 

Amazônia é tema de encontro em Tocantins

Raimundo do Nascimento e Belisário dos Santos Arce palestram sobre saúde, fitoterapia e a Amazônia sustentável

PALMAS – A capital do Tocantins realiza nesta terça-feira (3) uma reunião com o tema ‘Amazônia, Meio Ambiente e Perspectivas’. O encontro contará com palestra do professor e pesquisador do Amazonas, Drº Raimundo Santos do Nascimento sobre “Meio Ambiente, Saúde e Fitoterapia”. Já o economista Belisário dos Santos Arce, falará sobre “Pan-Amazonismo como instrumento para construção de uma Amazônia sustentável, solidária e forte”. O encontro acontece no Auditório do Senar, às 13h30.

O secretário de Estado do Meio Ambiente, José Lacerda, destacou a importância da participação dos diversos segmentos da sociedade. “É importante a participação dos vários segmentos representativos da sociedade nas discussões e ações com relação às novas perspectivas no campo da ciência, no desenvolvimento da produção de medicamentos fitoterápicos e no aproveitamento sustentável dos recursos naturais da Amazônia”, elencou.

O professor Raimundo do Nascimento é doutor e mestre em Química pelo Instituto Militar de Engenharia, professor titular aposentado da Universidade Federal do Amazonas e atua em pesquisas sobre produção fitoterápica para pessoas com câncer, produção de biocombustíveis,frutas da Amazônia, águas subterrâneas, entre outras pesquisas.

Nascimento considera que o investimento pelo Brasil no setor de fitoterápicos colocaria o País à frente dos Estad0s Unidos, França e Alemanha. O professor é reconhecido mundialmente por pesquisas sobre meio ambiente e pelo tratamento e cura de vários tipos de câncer à base de fitoterápicos.

Já o professor Belisário Arce é natural de Manaus, Mestre em Relações Internacionais pela Aoyama Gakuin University, de Tóquio, e graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), tem atuado profissionalmente na área de relações internacionais, especialmente em temáticas relacionadas ao desenvolvimento sustentável e integração da Pan-Amazônia.

Atualmente Belisário Arce preside a Associação Panamazônica, que discute soluções para superar desafios do desenvolvimento sustentável nos países da Amazônia Continental.

Programação:

3 de junho de 2014

Local : SENAR – Auditório Ernesto Antonio D Salvo-
Rua Engº Drº Edgar Prado Arze, em frente à FAMATO
Centro Político Administrativo – Cuiabá- MT

Organização do evento: Secretaria de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Sema)

Programação:
13h30 – Abertura

14h – Palestra do Profº Drº Raimundo Santos do Nascimento – tema “Meio Ambiente, Saúde e Fitoterapia”.
15h- Debate

16h – Palestra do Prof. Ms. Belisário dos Santos Arce- tema “ Pan-Amazonismo como instrumento para construção de uma Amazônia sustentável, solidária e forte”.
17h – Debate

18h – Encerramento

 

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PALMAS – A capital do Tocantins realiza nesta terça-feira (3) uma reunião com o tema ‘Amazônia, Meio Ambiente e Perspectivas’. O encontro contará com palestra do professor e pesquisador do Amazonas, Drº Raimundo Santos do Nascimento sobre “Meio Ambiente, Saúde e Fitoterapia”. Já o economista Belisário dos Santos Arce, falará sobre “Pan-Amazonismo como instrumento para construção de uma Amazônia sustentável, solidária e forte”. O encontro acontece no Auditório do Senar, às 13h30.

O secretário de Estado do Meio Ambiente, José Lacerda, destacou a importância da participação dos diversos segmentos da sociedade. “É importante a participação dos vários segmentos representativos da sociedade nas discussões e ações com relação às novas perspectivas no campo da ciência, no desenvolvimento da produção de medicamentos fitoterápicos e no aproveitamento sustentável dos recursos naturais da Amazônia”, elencou.

O professor Raimundo do Nascimento é doutor e mestre em Química pelo Instituto Militar de Engenharia, professor titular aposentado da Universidade Federal do Amazonas e atua em pesquisas sobre produção fitoterápica para pessoas com câncer, produção de biocombustíveis,frutas da Amazônia, águas subterrâneas, entre outras pesquisas.

Nascimento considera que o investimento pelo Brasil no setor de fitoterápicos colocaria o País à frente dos Estad0s Unidos, França e Alemanha. O professor é reconhecido mundialmente por pesquisas sobre meio ambiente e pelo tratamento e cura de vários tipos de câncer à base de fitoterápicos.

Já o professor Belisário Arce é natural de Manaus, Mestre em Relações Internacionais pela Aoyama Gakuin University, de Tóquio, e graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), tem atuado profissionalmente na área de relações internacionais, especialmente em temáticas relacionadas ao desenvolvimento sustentável e integração da Pan-Amazônia.

Atualmente Belisário Arce preside a Associação Panamazônica, que discute soluções para superar desafios do desenvolvimento sustentável nos países da Amazônia Continental.

Programação:

3 de junho de 2014

Local : SENAR – Auditório Ernesto Antonio D Salvo-
Rua Engº Drº Edgar Prado Arze, em frente à FAMATO
Centro Político Administrativo – Cuiabá- MT

Organização do evento: Secretaria de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Sema)

Programação:
13h30 – Abertura

14h – Palestra do Profº Drº Raimundo Santos do Nascimento – tema “Meio Ambiente, Saúde e Fitoterapia”.
15h- Debate

16h – Palestra do Prof. Ms. Belisário dos Santos Arce- tema “ Pan-Amazonismo como instrumento para construção de uma Amazônia sustentável, solidária e forte”.
17h – Debate

18h – Encerramento

 

Tocantins exporta mais de US$ 171 milhões no setor de agronegócio

A soja lidera o ranking de produtos vendidos para outros países com 194.256 toneladas

PALMAS – O agronegócio continua liderando a pauta de exportações do Tocantins na Balança Comercial. No primeiro quadrimestre de 2014, foram vendidos para outros países 212.610 toneladas de produtos, movimentando US$ 171.655.831,00. O número representa um crescimento de 1,80% em relação ao primeiro quadrimestre de 2013, quando foram comercializados US$ 168 milhões.

A balança comercial tocantinense continua positiva já que as importações registraram US$ 133 milhões, resultando em um superávit de US$ 38 milhões, enquanto que o Brasil registrou um déficit 9,39%. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

soja lidera o o ranking de produtos vendidos para outros países com 194.256 toneladas, gerando uma movimentação de US$ 95.514.539,00. Já a carne e seus produtos e subprodutos ficam em segundo lugar com a exportação de 18.296 toneladas e uma movimentação de US$ 75.211.961,00. O relatório mostrou que as principais empresas exportadoras do Tocantins são: Minerva S.A, Bunge Alimentos S/A, Cooperativa dos Produtores de Carne e Derivados, ABC Indústria e Comércio S/A e Cargill Agrícola S.A.

De acordo com os dados da Secex, o município tocantinense que mais gerou receita foi Araguaína com US$ 40.455.966,00 movimentados, com a exportação de 9.019 toneladas de carnes, produtos e subprodutos. O boi araguainense segue para países como Venezuela, que adquiriu 24,37% do total exportado pelo município. O segundo país é o Egito com 18,74% e o Irã com 18,50%. Um dos destaques da exportação do município foi para a comercialização realizada para o país vizinho, Venezuela, que chegou a US$ 9.857,821, um aumento de 352,43% se comparado com o mesmo período de 2013, quando foram vendidos US$ 2.178.849.

O município de Campos Lindos gerou US$ 40.067.342,00, com a comercialização de 81.970 toneladas de soja. Foto: Madson Maranhão/Seagro

Já o segundo município com maior volume de receita foi Campos Lindos com US$ 40.067.342,00, com a comercialização de 81.970 toneladas de soja. O grão foi enviado neste primeiro quadrimestre de 2014 para China que comprou US$ 24.313.162, ou seja, 60,68% do total exportado pelo município localizado no Sudeste do Estado. A Espanha comprou US$ 14.414.272 em produtos, ou seja, 35,98% e a Tailândia US$ 1.339.908, correspondendo a 3,34% do total.

Segundo o secretário da Agricultura e Pecuária, Júnior Marzola, os resultados da balança comercial apresentados pela Secex são considerados muito positivos, sobretudo porque o número de empresas exportadoras aumentou. “Os curtumes tinham reduzido a comercialização do couro que agora retornou e isso é muito bom. No geral, o Tocantins conseguiu manter o crescimento das exportações, enquanto o Brasil registrou um déficit de 9,39%”, explicou, acrescentando que as expectativas são positivas para os próximos meses quando aumentará a comercialização de soja no Tocantins.

O engenheiro agrônomo da Secretaria da Agricultura e Pecuária, Corombert Leão, também comenta que foi notado que o volume dos produtos vendidos praticamente se manteve, mas os preços aumentaram. “O valor do quilo da carne desossada congelada, por exemplo, aumentou de US$ 4,11 em 2013 para US$ 4,28 em 2014, um aumento de 4%. Já a carne resfriada teve um aumento de 5,6%, subindo de US$ 5,04 em 2013 para US$ 5,28 em 2014”, enfatizou, explicando que isso significa que mais dinheiro ficou no Estado para ser investido no setor no beneficiamento de produtos. – See more at:

 

Aldeias indígenas de Tocantins ganham hortas comunitárias

Mais de 200 famílias indígenas serão beneficiadas com o cultivo de abóbora, melancia e quiabo

PALMAS – Oito comunidades indígenas serão beneficiadas com a implantação de hortas comunitárias nas aldeias da etnia Xerente, no município de Tocantínia, a 75 km de Palmas. A ação faz parte do Projeto Qualidade na Mesa e visa incentivar a horticultura e contribuir para a melhoria do padrão alimentar das famílias, atuando em especial no combate à desnutrição infantil. O convênio foi firmado entre o Governo do Estado, por meio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

De acordo com o gerente de Olericultura do Ruraltins, Valdivino Fraga, mais de 200 famílias indígenas serão contempladas com o projeto. “As atividades de implantação das hortas começaram na segunda-feira (26) se prolongando por cerca de 20 dias. Durante o período vamos ministrar um curso sobre olericultura com os responsáveis pela manutenção das hortas, que receberão todas as orientações relacionadas ao manejo e os cuidados necessários com a plantação”, explicou.

mais de 200 famílias indígenas serão contempladas com o projeto. Foto: Ascom/Ruraltins

Ainda de acordo com Fraga, serão cultivadas abóbora, melancia, quiabo, entre outras variedades. Após a implantação das hortas, o Ruraltins prestará assistência técnica e visitas periódicas as aldeias.

A técnica indigenista, Eliane Oliveira, acrescenta que os alimentos a serem produzidos nas hortas foram escolhidos pelos próprios indígenas. “O projeto foi apresentado e discutido com os envolvidos, que fizeram suas escolhas baseadas nos produtos mais consumidos por eles”, frisou a indigenista.

A implantação das hortas nas comunidades está sob o comando da engenheira agrônoma Geane Rodrigues e da engenheira agrícola Lara Neiva. Além delas, participam também técnicos extensionistas do órgão.

 

Municípios de Tocantins têm até junho para solicitar autorização ambiental das praias

Portaria será assinada nesta quarta-feira. Requerimentos necessários serão analisados pelos técnicos do Naturatins

Portaria tem como finalidade preservar o meio ambiente e proporcionar o uso adequado das praias de Tocantins. Foto: Jackson Reis/Adtur-TO

PALMAS – A portaria que determina o prazo para que os municípios apresentem os requerimentos necessários para a autorização ambiental de infraestrutura, saneamento básico, lazer e turismo nos rios e balneários do Estado será assinada nesta quarta-feira (21). Às 10h30, o presidente do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Stalin Júnior, assinará a portaria com a finalidade de preservar o meio ambiente, estabelecendo medidas preventivas a fim de proporcionar o uso adequado das praias de Tocantins.

Amparados pela Resolução do Coema nº 07, a portaria determina o prazo de até 10 de junho para que os municípios que pretendem estruturar suas praias com as finalidades de lazer e turismo apresentem os requerimentos necessários para que sejam analisados pelos técnicos do Instituto. Vale ressaltar que a liberação de recursos financeiros junto à Agência de Desenvolvimento Turístico (Adtur) para a temporada de praia é necessário que os municípios estejam regulares junto ao órgão ambiental.

A portaria também determina que os municípios que têm suas praias localizadas às margens de rios federais devem estar atentos aos procedimentos, sendo o mesmo realizado em duas etapas: a autorização para instalação das estruturas e a autorização ambiental para funcionamento mediante anuência da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e comprovação da instalação das estruturas nas praias.