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EUA: Obama pedirá US$ 2 bi para conter imigrantes

29/06/2014

Washington, 29 – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pedirá ao Congresso mais de US$ 2 bilhões para conter a entrada de crianças imigrantes da América Central, informou a Casa Branca.

O pedido representa uma tentativa da administração Obama para responder ao recente aumento de imigrantes ilegais, que entram pela fronteira Sul do País.

Barack Obama foi criticado recentemente por congressistas republicanos, que dizem que ele não toma medidas suficientes para conter a imigração e que sua política, inclusive, incentiva a prática.

Segundo informações da Casa Branca, a administração também avalia, junto com advogados da imigração, o bem-estar das crianças, que escapam da violência da América Central.

Desde outubro do ano passado, mais de 52 mil crianças da Guatemala, Honduras e El Salvador atravessaram a fronteira dos Estados Unidos pelo Rio Grande Valley, no Texas.

Além dos recursos financeiros, a Casa Branca informou que irá tomar medidas que acelerem a deportação das crianças. Fonte: Dow Jones Newswires.

ONU pede que o Irã não execute condenada à morte

AFP – Agence France-Presse

26/06/2014 

A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu nesta quinta-feira que o Irã suspenda a execução iminente de uma mulher condenada à morte por um crime cometido quando era menor de idade.

Razieh Ebrahimi, de 21 anos, foi condenada à morte por mater seu marido e enterrar o corpo dele em 2009, quando tinha 17 anos.

Segundo seu advogado, a jovem, casada à força aos 14 anos, era vítima de violência doméstica e teve um filho um ano depois do casamento.

O advogado de Ebrahimi pediu o adiamento da execução à espera de que a justiça decida se a jovem já era madura no momento dos fatos, ou seja, se tinha capacidade para compreender seus atos.

A aplicação da pena estava prevista para o final de abril, mas a promotoria conseguiu um adiamento.

Pillay denunciou “a aplicação inaceitável da pena de morte contra criminosos menores de idade no Irã”.

Segundo a ONU, 160 esperam sua execução no Irã.

“O direito internacional para Direitos Hunaons proíbe claramente a execução de delinquentes menores”, acrscentou.

Segundo o comunicado de Pillay, outro delinquente menor, Jannat Mir, morreu enforcado em abril passado, em Isfahan (centro), junto a outros cinco condenados à morte por envolvimento com drogas.

Argentina pedirá que juiz americano suspenda sentença para reabrir negociações

Agência Brasil

O ministro da Economia da Argentina, Axel Kicillof, anunciou nesta segunda-feira que o governo pedirá, por escrito, ao juiz norte-americano Thomas Griesa que suspenda a medida cautelar que obriga o país a pagar os fundos que não aceitaram o acordo de reestruturação da dívida.
 
Segundo Kicillof, a carta que os advogados argentinos apresentarão ao juiz novaiorquino pedirá “uma medida suspensiva da sentença que obriga a pagar o total devido aos fundos abutres [que não entraram na renegociação] no próximo vencimento da dívida, agendado para 30 de junho”.
 
“É essencial que o juiz outorgue essa medida para que a Argentina possa continuar pagando normalmente aos detentores de títulos da reestruturação e, desse modo, levar adiante um diálogo que nós precisamos que seja em condições equitativas para 100% dos credores”, destacou.
 
Em entrevista coletiva, Kicillof disse que o texto da carta, escrito em inglês, será divulgado em breve em espanhol.
 
No último dia 16, a Corte Suprema dos Estados Unidos rejeitou o apelo do governo argentino e manteve a sentença de Griesa. O juiz obrigou o país a pagar US$ 1,33 bilhão aos fundos abutres, compostos por credores norte-americanos que não aceitaram, entre 2005 e 2010, o acordo de renegociação do calote da dívida do país.
 
De acordo com o governo argentino, o cumprimento imediato da ordem da corte norte-americana abriria precedente para os grandes credores, que tinham aceitado o acordo de reestruturação, cobrarem dívidas de até US$ 15 bilhões. O montante equivale a mais da metade das reservas do Banco Central do país. A Argentina propõe aos fundos norte-americanos uma troca de títulos públicos para reabrir a negociação.
 

Principal partido de Karachi pede calma após prisão de seu chefe em Londres

AFP INTERNACIONAL

03. Junho 2014 

O principal partido da cidade paquistanesa de Karachi fez um pedido de calma nesta terça-feira depois que a detenção em Londres de seu chefe, Altaf Hussain, provocou atos violentos.

“Pedimos a nossos partidários que sejam pacíficos e permaneçam tranquilos e unidos”, declarou à AFP Khawaja Izhar ul-Hassan, um funcionário do partido Movimento Nacional Unido (Muttahida Qaumi Movement, MQM).

Pouco depois do anúncio da detenção de Hussain, homens incendiaram ao menos seis ônibus, um carro e cinco riquixás em várias zonas de Karachi, declararam à AFP fontes da segurança locais.

Hussein, líder do partido MQM, que controla grande parte de Karachi, foi detido em Londres como suspeito de lavagem de dinheiro, segundo informações divulgadas pela imprensa.

A polícia limitou-se a informar que um homem de 60 anos havia sido detido em uma casa do noroeste de Londres.

De acordo com a BBC, trata-se de Altaf Hussain, que vive em Londres desde 1990, de onde dirige o partido, e que argumenta que sua vida correria perigo se voltasse ao Paquistão.

A detenção ocorre uma semana após a polícia anunciar que buscava dois paquistaneses relacionados com a morte em 2010 de outro líder do MQM em Londres, Imran Farooq.

Uma das muitas teorias que circularam sobre o assassinato é que foi cometido por seu próprio partido.

Amantes de padres enviam carta ao papa pedindo pelo fim do celibato

DIÁRIO DA MANHÃ|ANDRÉIA PEREIRA

Uma carta escrita por 26 mulheres que seriam amantes de padres teria sido enviada ao papa Francisco. O motivo das mulheres terem enviado a correspondência ao pontífice seria um pedido pelo fim de celibato obrigatório.

Com o fim do celibato os padres poderiam ter relacionamentos e se casarem. As informações são da Revista Época. Segundo a revista, na carta, as mulheres contam o próprio relacionamento que mantém com alguns padres e também relatam o sofrimento que elas passam por manter um namoro escondido.

As mulheres que enviaram a carta também pedem uma reunião com o papa para que o assunto seja discutido. Entre os argumentos para que os padres tenham o direito de manter uma vida conjugal, elas afirmam que eles acabam escolhendo entre abandonar o sacerdócio ou manter um relacionamento escondido.

Segundo a revista, o papa Francisco manifestou-se poucas vezes sobre o assunto e quando o fez, ele manteve uma posição favorável ao celibato.

“Querido papa Francisco, somos um grupo de mulheres de muitas partes da Itália (mas não só dela) que lhe escrevem para romper o muro de silêncio e indiferença em que nos encontramos. Cada uma de nós vive, já viveu e quer viver uma relação de amor com um sacerdote, pelo qual está apaixonada”, argumenta um trecho da carta.

Povoado devastado por deslizamento no Afeganistão implora por ajuda

O deslizamento de terra aconteceu na sexta-feira no distrito de Argo da província de Badakshan, uma região pobre e montanhosa

AFP – Agence France-Presse

04/05/2014 

Em meio a uma desolação total, os sobreviventes do deslizamento de terra que atingiu uma aldeia no nordeste do Afeganistão pediam neste domingo ajuda urgente, depois da morte de pelo menos 300 pessoas na tragédia que transformou o povoado em cemitério.

O deslizamento de terra aconteceu na sexta-feira no distrito de Argo da província de Badakshan, uma região pobre e montanhosa na fronteira com Tadjiquistão, China e Paquistão, relativamente poupada da violência dos insurgentes talibãs. A chuva torrencial causou uma avalanche de toneladas de lama e pedras que desceu por um vale e atingiu a localidade de Aab Bareek.

O deslizamento destruiu centenas de casas e deixou pelo menos 300 mortos, de acordo com as autoridades.O presidente Hamid Karzai decretou luto nacional neste domingo em homenagem às vítimas, e as bandeiras afegãs tremulavam a meio mastro nos edifícios do governo.

Em Aab Bareek, a tragédia deixou 700 famílias em situação de miséria absoluta, e muitas delas passaram as duas últimas noites a poucos metros das ruínas de suas casas.”Estava comendo quando tudo aconteceu”, explicou Begum Nisa, de 40 anos.

“Escutei um barulho grande, como um rugido, e percebi que era um deslizamento de terra. Gritei para a meus parentes: ‘Corram’. Mas já era tarde demais. Perdi meu pai, minha mãe, meu tio e outros cinco membros da minha família”, acrescentou.

As operações de buscas destinadas a encontrar sobreviventes foram concluídas oficialmente no sábado e as autoridades tentam agora ajudar os desabrigados, com o auxílio de organizações humanitárias.

Reconstruir o povoado

Barracas e rações alimentares começaram a ser distribuídas.”Eles nos deram barracas, mas isso não basta”, disse à AFP Imam Jaldar, de 60 anos, que perdeu sua mulher e dois filhos.”Precisamos de comida e de muitas outras coisas. E há muitas vítimas que não receberam ajuda alguma do governo”, afirmou.

Zarghoona, uma mulher de 35 anos, passou a noite em um morro próximo com seus filhos, apesar do frio.”Meu marido morreu. Meus filhos são pequenos e não podem trabalhar. Não sei como vou poder dar comida a eles”, disse ela com a voz embargada.

Para Aminullah Amin, um dos chefes de Aab Bareek, “é preciso reconstruir o povoado em outro lugar”. “Aqui as pessoas perderam tudo o que tinham; familiares, bens, gado… Não há nada que as permita seguir em frente”, explicou.

Um fundo de emergência criado pelo governo para ajudar os afetados reuniu até agora 350.000 dólares, disse à AFP o porta-voz do governo local, Ahmad Naweed Frotan.O drama comoveu a comunidade internacional. Em Nova York, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, expressou sua “profunda tristeza”.ONU, Estados Unidos e União Europeia já indicaram que vão ajudar as vítimas.

A tragédia aconteceu uma semana depois de enchentes terem deixado cerca de cem mortos no norte deste país, um dos mais pobres do mundo, assolado por mais de três décadas de guerra.

 

Ato em defesa do Sistema Cantareira pede racionamento de água

Estadão Conteúdo

Manifestantes pediram “racionamento já” durante ato em defesa do Sistema Cantareira, realizado nesta sexta-feira,  no leito seco da Represa Jaguari-Jacareí, entre Piracaia e Joanópolis, na região de Campinas. O coro fez eco a discursos de deputados, vereadores e ambientalistas defendendo medidas de restrição ao consumo na Grande São Paulo equivalentes às adotadas nas cidades abastecidas pelas bacias do Piracicaba, Jundiaí e Capivari (PCJ). A maioria das cidades está sob racionamento ou rodízio em razão da crise hídrica que afeta a região. Parte da água desses rios que abastecem a região é retida nos reservatórios do Cantareira para abastecer a Grande São Paulo.

Os cerca de 300 manifestantes estenderam uma faixa com os dizeres “Salvem o Cantareira – Água para Todos”. Ambientalistas e políticos se uniram no alerta para o risco de que a região sudeste de São Paulo, uma das que mais crescem no País, tenha seu desenvolvimento econômico afetado pela escassez de água. Alguns grupos levavam cartazes e galões vazios.

De mãos dadas, eles deram um abraço simbólico nos pilares da ponte da Rodovia José Augusto Freire (SP-36), cravados na terra seca. A lâmina de água, que no ano passado quase chegava à ponte, agora está recuada à distância de um quilômetro – o nível do maior reservatório do Sistema Cantareira é de apenas 4,1%, enquanto o sistema todo operava nesta sexta-feira com 11,4%.

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Os cerca de 300 manifestantes estenderam uma faixa com os dizeres “Salvem o Cantareira – Água para Todos”

Durante a manifestação foi aprovado um documento elaborado pelo Consórcio PCJ com 39 reivindicações aos órgãos gestores e autoridades, entre elas as que propõem a decretação de calamidade pública e a redução imediata de 50% no consumo para evitar o uso do volume morto do Sistema Cantareira.

A captação dessa água do fundo dos reservatórios, já autorizada pelo governo, pode comprometer definitivamente o sistema, segundo o PCJ. O documento não faz menção expressa a rodízio ou racionamento. A decretação de calamidade, segundo o PCJ, facilitará às prefeituras a obtenção de recursos para estimular o uso racional da água.

O texto também sugere a limitação na expansão urbana em áreas críticas de abastecimento e pede a liberação de recursos para obras que aumentem a disponibilidade de água nas áreas do PCJ. O documento, já entregue aos deputados que estiveram no evento, será encaminhado na segunda-feira a órgãos gestores do sistema hídrico e aos parlamentos e governos do Estado e da União.

O Consórcio Intermunicipal das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, que esteve à frente da manifestação, é formado por vereadores de 43 municípios, além de usuários industriais, prefeituras, serviços de saneamento, universidades, sociedade civil organizada, promotoria pública e comunidade.

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