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GRAFFITI NA VÁRZEA: DOLADODECÁ NO CAMPO DO BOI MALHADO

Confira a história de Pelé, um lutador da zona norte de São Paulo, que dedica sua vida para as crianças e jovens da comunidade do Boi Malhado, utilizando o futebol como ferramenta de educação.

Conheça a luta do “mestre” Pelé da Casa Verde pra manter o campo e as atividades na comunidade do Boi Malhado, na zona norte de São Paulo. Pelé é morador da região e se dedica a educar e a formar os jovens por meio da disciplina do futebol.

Pra deixar o campo mais bonito, Toddy e Val, graffiteiros do Grupo OPNI, que faz parte do núcleo de criação da Rede DoLadodeCá, foram fazer uma arte nos muros.

O rolê contou com a colaboração de Rogerinho Ferradura do time 9 de Julho, já a produção e captação ficaram por conta do Canu da Vila Fundão.

 

Pelé enfrenta outro processo por investigação de paternidade

A Tribuna on-line

N/A

Processo foi distribuído no dia 27 de março

Segundo reportagem do site http://www.espn.com.br, Pelé está enfrentando mais uma investigação de paternidade.

O processo foi aberto no dia 27 de março deste ano por Nilton Cesar Matias Barbosa, que alega ser filho do Rei do Futebol.

Pelé já está ciente do caso, tanto é que recebeu uma visita de um oficial de justiça em seu escritório, no Centro de Santos. Ele assinou o mandado e recebeu uma cópia do documento.

A Tribuna On-Line, José Fornos, o Pepito, comentou que o Rei irá se pronunciar sobre o assunto somente depois da confirmação ou não da paternidade.

“Ele vai fazer os exames, exames de DNA, vai fazer tudo o que for pedido. Quando sair o resultado ele irá se pronunciar a respeito. De início vamos apenas aguardar”, disse em rápido contato por telefone

Pelé abandona evento ao presenciar manifestação

Lancepress

Na manhã desta quinta-feira, Pelé esteve na avenida Paulista para divulgar um orelhão de uma operadora de telefonia. Mas uma manifestação do movimento dos Sem Teto fez com que o Rei do futebol se apressasse e deixasse o local antes do previsto.

Com medo de que o protesto gerasse confusão, o ex-jogador deixou o local amparado por muitos seguranças. A apresentação durou somente 15 minutos. No meio da resposta da segunda pergunta dos jornalistas, Pelé ouviu ordem para deixar o local, em frente ao Parque Trianon.

Aproximadamente 200 manifestantes interditaram as duas vias da avenida Paulista reivindicando mais moradias. Eles se aproximaram de Pelé ao avistarem ele na calçada, e reclamaram também dos gastos da Copa. Não houve violência.

Pelé minimiza racismo contra lateral da Seleção Brasileira Daniel Alves: ‘Foi banal’

“Quantos eventos de futebol têm no mundo? Não é tanto assim”, disse Pelé

02/05/2014 

 Agência Estado

AFP PHOTO / FRANCK FIFE

Pelé minimizou nesta sexta-feira o ato de racismo cometido contra o lateral-direito da Seleção Brasileira e do Barcelona, Daniel Alves, no último domingo, durante jogo do Campeonato Espanhol. O ex-jogador considerou “banal” o fato de um torcedor do Villarreal jogar uma banana em direção ao atleta, que comeu a fruta, ato que trouxe repercussão mundial no combate ao racismo.

“Racismo não é no futebol, tem em todos os setores da sociedade há muito tempo. O que não podemos deixar uma coisa tão banal, de um carinha que jogou uma banana, e fazer do limão uma limonada”, disse Pelé, durante visita a Ribeirão Preto, no interior paulista, na tarde desta sexta-feira.

Pelé indagou aos jornalistas presentes quais outros casos semelhantes ao de Daniel Alves tinham ocorrido no futebol mundial e foi lembrado dos atos contra o ex-lateral-esquerdo da seleção Roberto Carlos e do atacante italiano Mario Balotelli.

“Quantos eventos de futebol têm no mundo? Não é tanto assim”, disse o Rei do Futebol. “No meu tempo jogavam jaca, manga”, completou o astro, dizendo não ter visto também a campanha contra o racismo promovida por Neymar após o fato ocorrido com Daniel Alves. O atacante do Barcelona postou uma foto em que aparece segurando uma banana, além de ter feito críticas e desabafado contra o racismo no futebol por meio de sua rede social.

Exercício físico combate envelhecimento da pele, afirma cientista Ouvir (04:04) Adicionar à minha playlist Baixar Embed Segundo os especialistas, não há idade limite para começar uma atividade esportiva. Segundo os especialistas, não há idade limite para começar uma atividade esportiva. facebook/J.Quass- msn.com Silvano Mendes Um cientista canadense afirma que a prática de exercícios físicos por pessoas idosas pode ter efeitos diretos no combate ao envelhecimento da pele. De acordo com o estudo, três horas de atividades esportivas por semana seriam suficientes para ajudar a rejuvenescer. A descoberta foi apresentada durante um congresso da Sociedade americana de medicina esportiva. Já se falou muito dos benefícios preventivos das atividades esportivas para o corpo humano. Várias pesquisas provaram que exercícios constantes ajudam a proteger o organismo de doenças cardiovasculares, diabetes, demência, depressão e até câncer. Mas os resultados das pesquisas do professor Mark Tarnopolsky, da universidade de canadense McMaster, apresentados este mês em Nova Orleans, durante o 23° congresso anual da Sociedade Americana de Medicina Esportiva (AMSSM, na sigla em inglês), devem levar muita gente para a academia de ginástica. Segundo o cientista, três horas de atividades esportivas semanais teriam um resultado rejuvenescedor visível na pele de pessoas idosas. Após ter feito uma série de testes em ratos, o professor analisou a evolução da pele de homens e mulheres, com idades entre 20 e 84 anos. A coleta de uma amostra de tecido das nádegas (parte do corpo menos exposta aos raios solares) provou que os efeitos do envelhecimento eram bem menores entre as pessoas idosas que praticavam esportes regularmente. Com a idade, a epiderme (primeira camada externa) vai ficando mais seca e grossa, enquanto a derme (segunda camada) fica mais fina e perde elasticidade. Mas entre os mais idosos adeptos da prática de exercícios físicos, a pele analisada parecia ser bem mais jovem que a idade real. “Era difícil ver a diferença entre um indivíduo de 80 anos e um de 40”, declarou o professor Tarnopolsky à imprensa francesa. Mas o cientista lembra que não há nenhuma formula mágica. Além dos exercícios físicos, alguns cuidados básicos não devem ser esquecidos para quem quer ter uma pele com aspecto jovem por muito tempo. Evitar o tabaco e a exposição aos raios solares, que aceleram o envelhecimento cutâneo, são os primeiras precauções da lista. Não há idade para começar O estudo também mostrou que os resultados positivos podiam ser sentidos mesmo em quem passou a praticar exercícios físicos recentemente. O que mostra quem não há idade limite para começar, como lembra o professor de Educação Física Luiz Lo Sardo, de São Paulo. “Primeiro é preciso dar consciência corporal para a pessoa e o processo pode ser um pouco mais lento. Eu tenho uma aluna de 75 anos que não fazia nenhum tipo de atividade esportiva, estava perdendo o equilíbrio e já não conseguia mais andar direito. Hoje, um ano depois, ela já tem mais força e vigor e não sofre mais quedas”, relata. Mas além dos benefícios para o corpo, a prática de esportes entre as pessoas mais idosas também pode ter efeitos positivos mentais. A psicóloga Sâmia Hallage, que trabalha com atletas em várias modalidades e que acompanha a seleção brasileira de vôlei de praia, ressalta que “além da parte física, emocionalmente falando, o mais importante é a questão da melhora da autoestima da socialização”.

Exercício físico combate envelhecimento da pele, afirma cientista
Segundo os especialistas, não há idade limite para começar uma atividade esportiva.

Segundo os especialistas, não há idade limite para começar uma atividade esportiva.

facebook/J.Quass- msn.com
Silvano Mendes

Um cientista canadense afirma que a prática de exercícios físicos por pessoas idosas pode ter efeitos diretos no combate ao envelhecimento da pele. De acordo com o estudo, três horas de atividades esportivas por semana seriam suficientes para ajudar a rejuvenescer. A descoberta foi apresentada durante um congresso da Sociedade americana de medicina esportiva.

Já se falou muito dos benefícios preventivos das atividades esportivas para o corpo humano. Várias pesquisas provaram que exercícios constantes ajudam a proteger o organismo de doenças cardiovasculares, diabetes, demência, depressão e até câncer. Mas os resultados das pesquisas do professor Mark Tarnopolsky, da universidade de canadense McMaster, apresentados este mês em Nova Orleans, durante o 23° congresso anual da Sociedade Americana de Medicina Esportiva (AMSSM, na sigla em inglês), devem levar muita gente para a academia de ginástica. Segundo o cientista, três horas de atividades esportivas semanais teriam um resultado rejuvenescedor visível na pele de pessoas idosas.

Após ter feito uma série de testes em ratos, o professor analisou a evolução da pele de homens e mulheres, com idades entre 20 e 84 anos. A coleta de uma amostra de tecido das nádegas (parte do corpo menos exposta aos raios solares) provou que os efeitos do envelhecimento eram bem menores entre as pessoas idosas que praticavam esportes regularmente.

Com a idade, a epiderme (primeira camada externa) vai ficando mais seca e grossa, enquanto a derme (segunda camada) fica mais fina e perde elasticidade. Mas entre os mais idosos adeptos da prática de exercícios físicos, a pele analisada parecia ser bem mais jovem que a idade real. “Era difícil ver a diferença entre um indivíduo de 80 anos e um de 40”, declarou o professor Tarnopolsky à imprensa francesa.

Mas o cientista lembra que não há nenhuma formula mágica. Além dos exercícios físicos, alguns cuidados básicos não devem ser esquecidos para quem quer ter uma pele com aspecto jovem por muito tempo. Evitar o tabaco e a exposição aos raios solares, que aceleram o envelhecimento cutâneo, são os primeiras precauções da lista.

Não há idade para começar

O estudo também mostrou que os resultados positivos podiam ser sentidos mesmo em quem passou a praticar exercícios físicos recentemente. O que mostra quem não há idade limite para começar, como lembra o professor de Educação Física Luiz Lo Sardo, de São Paulo. “Primeiro é preciso dar consciência corporal para a pessoa e o processo pode ser um pouco mais lento. Eu tenho uma aluna de 75 anos que não fazia nenhum tipo de atividade esportiva, estava perdendo o equilíbrio e já não conseguia mais andar direito. Hoje, um ano depois, ela já tem mais força e vigor e não sofre mais quedas”, relata.

Mas além dos benefícios para o corpo, a prática de esportes entre as pessoas mais idosas também pode ter efeitos positivos mentais. A psicóloga Sâmia Hallage, que trabalha com atletas em várias modalidades e que acompanha a seleção brasileira de vôlei de praia, ressalta que “além da parte física, emocionalmente falando, o mais importante é a questão da melhora da autoestima da socialização”.Ouvir (04:04)

 
Segundo os especialistas, não há idade limite para começar uma atividade esportiva.

Segundo os especialistas, não há idade limite para começar uma atividade esportiva.

facebook/J.Quass- msn.com
Silvano Mendes

Um cientista canadense afirma que a prática de exercícios físicos por pessoas idosas pode ter efeitos diretos no combate ao envelhecimento da pele. De acordo com o estudo, três horas de atividades esportivas por semana seriam suficientes para ajudar a rejuvenescer. A descoberta foi apresentada durante um congresso da Sociedade americana de medicina esportiva.

Já se falou muito dos benefícios preventivos das atividades esportivas para o corpo humano. Várias pesquisas provaram que exercícios constantes ajudam a proteger o organismo de doenças cardiovasculares, diabetes, demência, depressão e até câncer. Mas os resultados das pesquisas do professor Mark Tarnopolsky, da universidade de canadense McMaster, apresentados este mês em Nova Orleans, durante o 23° congresso anual da Sociedade Americana de Medicina Esportiva (AMSSM, na sigla em inglês), devem levar muita gente para a academia de ginástica. Segundo o cientista, três horas de atividades esportivas semanais teriam um resultado rejuvenescedor visível na pele de pessoas idosas.

Após ter feito uma série de testes em ratos, o professor analisou a evolução da pele de homens e mulheres, com idades entre 20 e 84 anos. A coleta de uma amostra de tecido das nádegas (parte do corpo menos exposta aos raios solares) provou que os efeitos do envelhecimento eram bem menores entre as pessoas idosas que praticavam esportes regularmente.

Com a idade, a epiderme (primeira camada externa) vai ficando mais seca e grossa, enquanto a derme (segunda camada) fica mais fina e perde elasticidade. Mas entre os mais idosos adeptos da prática de exercícios físicos, a pele analisada parecia ser bem mais jovem que a idade real. “Era difícil ver a diferença entre um indivíduo de 80 anos e um de 40”, declarou o professor Tarnopolsky à imprensa francesa.

Mas o cientista lembra que não há nenhuma formula mágica. Além dos exercícios físicos, alguns cuidados básicos não devem ser esquecidos para quem quer ter uma pele com aspecto jovem por muito tempo. Evitar o tabaco e a exposição aos raios solares, que aceleram o envelhecimento cutâneo, são os primeiras precauções da lista.

Não há idade para começar

O estudo também mostrou que os resultados positivos podiam ser sentidos mesmo em quem passou a praticar exercícios físicos recentemente. O que mostra quem não há idade limite para começar, como lembra o professor de Educação Física Luiz Lo Sardo, de São Paulo. “Primeiro é preciso dar consciência corporal para a pessoa e o processo pode ser um pouco mais lento. Eu tenho uma aluna de 75 anos que não fazia nenhum tipo de atividade esportiva, estava perdendo o equilíbrio e já não conseguia mais andar direito. Hoje, um ano depois, ela já tem mais força e vigor e não sofre mais quedas”, relata.

Mas além dos benefícios para o corpo, a prática de esportes entre as pessoas mais idosas também pode ter efeitos positivos mentais. A psicóloga Sâmia Hallage, que trabalha com atletas em várias modalidades e que acompanha a seleção brasileira de vôlei de praia, ressalta que “além da parte física, emocionalmente falando, o mais importante é a questão da melhora da autoestima da socialização”.

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