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Valls diz que violência de militantes pró-palestinos justifica proibição de manifestação

Policiais tentaram acabar com a manifestação em apoio ao povo palestino e revoltaram militantes neste sábado (19), em Paris.

Policiais tentaram acabar com a manifestação em apoio ao povo palestino e revoltaram militantes neste sábado (19), em Paris.

REUTERS/Philippe Wojazer
RFI

O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, declarou na manhã deste domingo (20) que as violências de alguns manifestantes ontem, durante o ato em favor pró-palestinos em Paris, justificam a proibição do protesto pelas autoridades. O chefe do governo denunciou o nascimento de um novo tipo de antissemitismo que se espalha “na internet, nas redes sociais e nos bairros populares através de jovens sem consciência histórica”.

 

Em uma cerimônia que lembrou o aniversário de 72 anos de crimes antissemitas do Estado francês durante a Segunda Guerra Mundial, Valls apoiou hoje a decisão da prefeitura parisiense e do ministério do Interior que proibiram a manifestação em defesa do povo palestino ontem e resultaram em confrontos entre militantes e policiais. No último domingo (13), um ato reuniu milhares de pessoas no norte de Paris e terminou com violências diante de duas sinagogas da capital.

Mesmo sob proibição, os militantes realizaram ontem a manifestação pró-palestinos e uma multidão tomou as principais ruas do bairro de Barbès, no norte de Paris. O ato manteve seu clima pacífico até a chegada dos policiais, que tentaram acabar com o protesto. Revoltados, alguns manifestantes atiraram pedras e garrafas contra as forças de segurança, que respondeu com bombas de gás lacrimogênio, transformando o norte da capital em cenário de guerrilha urbana. Trinta e três militantes foram presos.

“O que aconteceu ontem em Paris foram excessos inaceitáveis, o que justifica ainda mais a escolha corajosa do ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, de proibir a manifestação. A França não deixará os provocadores alimentarem qualquer conflito entre comunidades”, declarou o primeiro-ministro.

Muitos partidos acusam o governo francês de incitar as tensões entre as comunidades árabes e judias de Paris com a proibição da manifestação pró-palestinos. Uma das diretoras do único partido político a manter sua participação no ato de ontem, o Novo Partido Anticapitalista (NPA), Sandra Demarcq, julgou “ilegítima e escandalosa” a decisão do ministro do Interior. “Temos direito de expressar a nossa solidariedade ao povo palestino”, declarou.

A proibição da manifestação foi uma decisão inédita na Europa. Em várias outras cidades francesas e europeias, milhares saíram às ruas para apoiar os palestinos da Faixa de Gaza e pedir o fim dos ataques israelenses. Com exceção de Paris, os atos realizados em toda a Europa não registraram violências.

Reino Unido prende mais de 600 suspeitos de pedofilia

Estrela da televisão britânica, Jimmy Savile, protagonizou um dos maiores escândalos de abuso sexual no Reino Unido.

Estrela da televisão britânica, Jimmy Savile, protagonizou um dos maiores escândalos de abuso sexual no Reino Unido.

Reuters/Paul Hackett/Files
RFI

A polícia britânia prendeu 660 suspeitos de pedofilia, entre eles, médicos, professores e assistentes sociais, em uma operação inédita realizada nos últimos seis meses. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16) pela Agência Nacional contra o Crime (NCA).

 

De acordo com a NCA, a operação se concentrou na investigação de internautas que consultavam imagens “impróprias” de crianças na rede. Outros detidos também foram investigados por serem suspeitos de agressões sexuais contra menores de idade.

Em comunicado, a agência informa que o trabalho realizado em parceria com 45 equipes policiais em todo o Reino Unido permitiu proteger “mais de 400 crianças”. No total, os investigadores examinaram 833 sites, além de 9.172 computadores e telefones.

Na maioria dos casos, as investigações continuam e os responsáveis ainda não foram condenados. Segundo a NCA, 39 dos mais de 600 detidos já tinham passagem pela polícia.

O diretor-adjunto da NCA, Phil Gormley, declarou que a operação também tinha por objetivo identificar pedófilos potenciais. “Algumas pessoas começam a consultar imagens impróprias de crianças na internet e só depois passam a agredir sexualmente menores de idade”, justificou.

Nos últimos meses, uma série de casos de pedofilia envolvendo personalidades da mídia começaram a surgir no Reino Unido. Um antigo apresentador da rede de televisão BBC, Jimmy Savile, hoje já falecido, protagonizou um dos maiores escândalos da Grã-Bretanha. Ele teria sido responsável por cerca de 500 abusos sexuais de jovens ao longo dos últimos 40 anos.

Polícia francesa expulsa migrantes acampados em Calais

Captura vídeo do Campo de imigrantes na cidade de Calais, no norte da França que deve ser demontado pela polícia.

Captura vídeo do Campo de imigrantes na cidade de Calais, no norte da França que deve ser demontado pela polícia|france3.fr|RFI

A polícia francesa expulsou na manhã desta quarta-feira (2) 320 migrantes acampados ilegalmente na cidade de Calais, à espera de uma oportunidade para atravessar o Canal da Mancha e chegar à Inglaterra. Segundo o prefeito Denis Robin, a cidade executou uma decisão da Justiça.

Os 250 migrantes que deixaram o local estavam no principal acampamento, situado em uma área perto da zona portuária, onde são distribuídas refeições. Eles foram surpreendidos pelos policiais quando faziam fila para o café da manhã.

Segundo o prefeito da cidade, os migrantes serão ouvidos pela Justiça e a situação de cada um deles será analisada individualmente. Três militantes da ONG No Border, em português Sem Fronteiras, que trabalhavam no local, também foram detidos. Entre os migrantes expulsos estavam vários menores, de acordo com as autoridades francesas.

No total, 60 deles serão entregues para assistentes sociais. Segundo testemunhas, diversos policiais participaram da operação, que começou às 6h no horário local. “Estávamos dentro do local, os policiais chegaram, bloquearam todas as saídas, usaram gás lacrimogêneo e impediram as pessoas de escapar”, disse uma das trinta voluntárias presentes.

De acordo com ela, muitas pessoas dormiam no momento das prisões. Todos os acessos ao acampamento foram bloqueados pelos carros de polícia. Desde o final de maio, centenas de migrantes estão instalados no local. A maior parte deles, que tentava ir para a Grã-Bretanha, é originária do Afeganistão e da Síria. Eles são originários de outros três campos evacuados onde moravam cerca de 650 pessoas.

No dia 18 de junho, o prefeito de Pas de Calais disse que o pedido de asilo dos migrantes seria avaliado com « urgência. » Durante os cinco primeiros meses do ano, cerca de 3 mil clandestinos foram interceptados em Calais, contra 300 no mesmo período em 2013. 

39° Aniversário da Independência de Moçambique em clima de instabilidade

Reuters|RFI

O Presidente Armando Guebuza na sua habitual mensagem à nação, apelou à paz e ao diálogo, no momento em que Moçambique atravessa a pior ameaça de guerra desde o Acordo Geral de Paz de 1992.

No seu discurso, o último do seu segundo e derradeiro mandato presidencial, Armando Guebueza referiu “muitos sucessos em 39 anos de independência“, realçou a “unidade nacional e os fundamentos de uma paz assente no diálogo“, pediu aos moçambicano que “não percam a esperança” e reiterou que escolheu “o diálogo, para permitir que as pessoas tenham consciência das suas responsabilidades“.

Na mesma ocasião o comandante da Polsilia da República de Moçambique, Jorge Kalao, afirmou que a Renamo “é a principal fonte de armas para acções criminosas no país” e que “depois do Acordo Geral de Paz, ainda há muitas armas aí, a Renamo escondeu muitas armas…e os bandidos da Renamo, os guardas aque não têm salários, andam a vender armas”

Recorde-se que o Acordo Geral de Paz, assinado em Roma em 1992 entre o Governo e a Renamo, prevê que Afonso Dhlakama possa manter homens armados, para garantir a sua segurança, Jorge Kalao.

Para assinalar o 25 de Junho de 1975 e simultaneamente lançar a sua pré-campanha com vista às eleições gerais de 15 de Outubro, o Movimento Democrático de Moçambique – MDM – terceira força poltica moçambicana, organizou um comício em Maputo, depois da “Marcha do Galo” realizada esta manhã nas ruas da capital moçambicana.

 

 
Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo
 
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25/06/2014

A instabilidade continua no país e a resolução final do Conselho Nacional da Renamo, reunido até ontem (24/06) na cidade da Beira, considera que devido ao conflito politico-militar, que dura há mais de um ano, o partido tem legitimidade para dividir o país a partir do rio Save, que atravessa a província de Sofala, no centro de Moçambique, “ficando e por imperativo de paz…a Frelimo a sul e a Renamo no centro e norte do país” afirmou Maria Inês, membro do conselho Nacional da Renamo, propósitos reiterados pelo secretário-geral do partido da perdiz Manuel Bissopo.

Canadá prende suspeito de ter matado três policiais e ferido dois

Imafgem de Justin Bourque caminhando pelas ruas de Moncton fortemente armado em 4 de junho de 2014.

Imafgem de Justin Bourque caminhando pelas ruas de Moncton fortemente armado em 4 de junho de 2014|REUTERS/Viktor Pivovarov//Times & Transcript/telegraphjournal.c

Após 30 horas de buscas que paralisaram totalmente a cidade de Moncton, a polícia canadense prendeu o homem suspeito de um ataque que deixou três policiais mortos e dois feridos. O homem se rendeu sem resistência. O país, que não está acostumado a violências de atiradores, está traumatizado.

A polícia canadense isolou uma área de 10 km²de um bairro residencial da cidade de Moncton, na província de Nova-Brunswick, no extremo leste do Canadá. A prisão do suspeito Justin Bourque, de 24 anos, foi anunciada na madrugada de sexta-feira (6).

Segundo a principal televisão privada do país, CTV, o principal suspeito do tiroteio de quarta-feira (4), visando a Polícia militar real do Canadá (GRC), teria se rendido sem resistir às forças de segurança. Testemunhas viram o jovem, originário de Moncton, atirando nos policiais da GRC. Fotos também mostram o suspeito com roupas de cor caqui, carregando dois fuzis, enquanto caminhava nas ruas da cidade.

Cidade paralisada

Enquanto o suspeito não foi preso, a polícia deu ordens para que os habitantes da cidade permanecessem em casa. Eles só puderam sair depois que o homem foi preso.

A cidade foi paralisada, com todos os comércios, escolas e estabelecimentos oficiais fechados. O país ficou em estado de choque, pois, ao contrário do vizinho americano, o Canadá não está acostumado com tiroteios. Esta foi a pior tragédia para a Polícia real desde o assassinato, em 2005, de quatro policiais no estado de Alberta (oeste do Canadá).

Interesse por armas e ódio pela polícia

Justin Bourque, que havia se escondido na casa da jovem Michelle Thibodeau, vivia em uma trailer e demonstrava um grande interesse por armas e por milícias. Segundo os vizinho, ele não era uma pessoa agradável.

Na sua página Facebook, Bourque teria publicado horas antes do tiroteio um vídeo da banda de metal americana Megadeth, no qual cada letra da palavra “Liberdade” é utilizada em frases de ódio como, por exemplo,“Liberdade não significa nada para mim”. Mensagens de ódio pela polícia e por instituições são igualmente visíveis na página do suspeito.

Erdogan proíbe comemorações da revolta de 2013 na Turquia

O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan

O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan|REUTERS/Umit Bektas
RFI

O primeiro ministro turco Recep Tayyip Erdogan ameaçou neste sábado (31) reprimir com firmeza os opositores que tentarem comemorar o primeiro aniversário do movimento antigoverno que ocupou a praça Taksim, em Istambul, em junho do ano passado. As forças de ordem farão “tudo que for necessário, de A a Z” para impedir a manifestação convocada por um coletivo de ONGs, sindicatos e membros da sociedade civil.

“Vocês não poderão ocupar a (praça) Taksim como fizeram no ano passado porque vocês devem respeitar a lei”, discursou o chefe do governo islamo-conservador diante de milhares de partidários.

Por isso, já nas primeiras horas desta manhã, mais de 25 mil agentes da polícia civil e da tropa de choque ocupavam o bairro onde fica a praça, símbolo da revolta de 2013 e, desde então, zona proibida para a contestação. Além dos homens, o governo mobilizou mais de 50 canhões de água para conter manifestantes.

Repressão contra ecologistas

Na metade do dia, o parque Gezi também estava fechado. Neste pequeno jardim público, no centro da parte europeia de Istambul, nasceu a primeira onda de contestação, que abalou o regime Erdogan, no poder desde 2003. Na madrugada de 31 de maio de 2013, a polícia expulsou violentamente do parque algumas centenas de ecologistas que tentavam impedir sua destruição.

A repressão causou um efeito bola de neve e levou cerca de 3,5 milhões de turcos (de acordo com os números oficiais) às ruas para protestar contra o governo. Ao menos oito pessoas morreram em conseqüência da forte repressão e mais de 8 mil ficaram feridas.

Durante o discurso de sábado, Erdogan aproveitou para desqualificar os opositores: “Digo a meu povo: não se deixe enganar. Isso não é uma campanha ecologista”, mas “organizações terroristas, que procuram manipular os jovens para atacar nossa unidade e nossa economia”, afirmou.

Revolta silenciosa

Apesar do impressionante efetivo policial mobilizado nesta manhã, vários turcos saíram às ruas individualmente e em silêncio para lembrar as vítimas da repressão policial.

No início da tarde, alguns estudantes desafiaram as forças de ordem fazendo uma leitura pública, rapidamente dispersada. “Não nos esqueceremos daqueles que perderam suas vidas e de como o Estado se comportou contra seus cidadãos”, declarou um participante do ato, cercado de policiais em trajes civis, que agitavam ostensivamente seus cassetetes.

“A forma como o governo se dirige a nós é cada vez mais violenta”, denunciou Tayfun Karaman, membro do coletivo Taksim Solidariedade. “Nossa única forma de exprimir nosso descontentamento é nas ruas e isso é apenas o começo, a resistência continua”, concluiu.

Corrupção e vitória nas urnas

Desde a revolta do ano passado, o governo Erdogan tem reforçado o cerceamento das manifestações, com uma série de leis que aumentam sua influência sobre o Judiciário e os poderes dos serviços de inteligência. O primeiro ministro também tentou proibir redes sociais como Twitter, YouTube e Facebook, utilizadas pelos manifestantes como instrumentos de organização política.

Apesar deste esforço repressivo e de um escândalo de corrupção que desmontou seu governo, Erdogan foi o grande vencedor das eleições municipais de 30 de março e se prepara para anunciar sua candidatura às presidenciais dos próximos dias 10 e 24 de agosto.

 

 
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Erdogan proíbe comemorações da revolta de 2013 na Turquia

O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan

O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan

REUTERS/Umit Bektas
RFI

O primeiro ministro turco Recep Tayyip Erdogan ameaçou neste sábado (31) reprimir com firmeza os opositores que tentarem comemorar o primeiro aniversário do movimento antigoverno que ocupou a praça Taksim, em Istambul, em junho do ano passado. As forças de ordem farão “tudo que for necessário, de A a Z” para impedir a manifestação convocada por um coletivo de ONGs, sindicatos e membros da sociedade civil.

 

“Vocês não poderão ocupar a (praça) Taksim como fizeram no ano passado porque vocês devem respeitar a lei”, discursou o chefe do governo islamo-conservador diante de milhares de partidários.

Por isso, já nas primeiras horas desta manhã, mais de 25 mil agentes da polícia civil e da tropa de choque ocupavam o bairro onde fica a praça, símbolo da revolta de 2013 e, desde então, zona proibida para a contestação. Além dos homens, o governo mobilizou mais de 50 canhões de água para conter manifestantes.

Repressão contra ecologistas

Na metade do dia, o parque Gezi também estava fechado. Neste pequeno jardim público, no centro da parte europeia de Istambul, nasceu a primeira onda de contestação, que abalou o regime Erdogan, no poder desde 2003. Na madrugada de 31 de maio de 2013, a polícia expulsou violentamente do parque algumas centenas de ecologistas que tentavam impedir sua destruição.

A repressão causou um efeito bola de neve e levou cerca de 3,5 milhões de turcos (de acordo com os números oficiais) às ruas para protestar contra o governo. Ao menos oito pessoas morreram em conseqüência da forte repressão e mais de 8 mil ficaram feridas.

Durante o discurso de sábado, Erdogan aproveitou para desqualificar os opositores: “Digo a meu povo: não se deixe enganar. Isso não é uma campanha ecologista”, mas “organizações terroristas, que procuram manipular os jovens para atacar nossa unidade e nossa economia”, afirmou.

Revolta silenciosa

Apesar do impressionante efetivo policial mobilizado nesta manhã, vários turcos saíram às ruas individualmente e em silêncio para lembrar as vítimas da repressão policial.

No início da tarde, alguns estudantes desafiaram as forças de ordem fazendo uma leitura pública, rapidamente dispersada. “Não nos esqueceremos daqueles que perderam suas vidas e de como o Estado se comportou contra seus cidadãos”, declarou um participante do ato, cercado de policiais em trajes civis, que agitavam ostensivamente seus cassetetes.

“A forma como o governo se dirige a nós é cada vez mais violenta”, denunciou Tayfun Karaman, membro do coletivo Taksim Solidariedade. “Nossa única forma de exprimir nosso descontentamento é nas ruas e isso é apenas o começo, a resistência continua”, concluiu.

Corrupção e vitória nas urnas

Desde a revolta do ano passado, o governo Erdogan tem reforçado o cerceamento das manifestações, com uma série de leis que aumentam sua influência sobre o Judiciário e os poderes dos serviços de inteligência. O primeiro ministro também tentou proibir redes sociais como Twitter, YouTube e Facebook, utilizadas pelos manifestantes como instrumentos de organização política.

Apesar deste esforço repressivo e de um escândalo de corrupção que desmontou seu governo, Erdogan foi o grande vencedor das eleições municipais de 30 de março e se prepara para anunciar sua candidatura às presidenciais dos próximos dias 10 e 24 de agosto.

Homem mata três pessoas e fere quatro em tiroteio nos EUA

O tiroteio está sendo investigado pela polícia de Jonesboro.

O tiroteio está sendo investigado pela polícia de Jonesboro.

DR
RFI

Três pessoas morreram e quatro ficaram feridas em um tiroteio no Arkansas, no sábado (3). O suposto atirador foi encontrado morto com um tiro, no banco do motorista de seu carro, estacionado em uma estrada perto do local do crime, informou a polícia.

 

O tiroteio aconteceu em casa de Jonesboro, a cerca de 210 km de Little Rock. As vítimas foram encontradas pela polícia que foi chamada ao local por vizinhos que ouviram tiros. Entre os mortos, está uma menina de 13 anos. Dois meninos, de oito e dez anos, estão feridos em estado grave e foram levados para um hospital de Memphis.

Um dos mortos foi encontrado um pouco mais tarde, perto do local onde trabalhava, informou o sargento Doug Formon, da polícia de Jonesboro, durante uma entrevista coletiva. O suposto atirador, foi encontrado morto com um tiro dentro de seu carro. A identidade das vítimas não foi revelada.

Investigação continua

A investigação continua para determinar o motivo do tiroteio. A polícia tenta descobrir se outras pessoas estariam envolvidas, mas acredita que o suposto atirador tenha agido sozinho.

Petrobras: ex-diretor é transferido após relatar ameaças

Em nova denúncia feita por Costa nesta segunda-feira, ele diz ter sido ameaçado mais uma vez pelo mesmo policial federal, na última sexta-feira. Em carta escrita, ele diz que ficou sem o direito a banho e caminhada durante 48 horas. O agente ainda o teria xingado. Costa termina a carta dizendo, “isto parece o tempo da ditadura”.

O juiz se baseou na denúncia para autorizar a transferência, mas diz desconfiar da “credibilidade da afirmação do preso”. De acordo com a decisão, “diante da notícia divulgada (…) revejo parcialmente a decisão de recebimento da denúncia no que se refere à manutenção por ora de Paulo Roberto Costa na carceragem da Polícia Federal em Curitiba”. Diz ainda ver com estranheza que “o fato não tenha sido até o momento comunicado pelos defensores a este Juízo, tendo havido preferência para divulgá-lo primeiro em site de notícias”.

Advogado de Costa, Fernando Fernandes, afirmou que entrou nesta segunda-feira com petição na Justiça do Paraná para que o juiz Sérgio Moro “determine a identificação do agente da Polícia Federal que mais uma vez ameaçou o ex-diretor da Petrobras, preso desde o dia 20 de março”. Na petição, ele pede ainda a transferência do ex-diretor para o Rio de Janeiro, “é onde ele tem domicílio e família. Além disso, não há justificativa para a permanência dele em Curitiba. O interrogatório é o último ato do processo e pode ser feito por videoconferência”, afirmou o advogado.

Fonte: Terra

Denúncias à Ouvidoria da Polícia Militar e Civil de São Paulo aumentam em 20,6%

De A Tribuna On-line

A Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo recebeu, no ano de 2013,  876 manifestações populares sobre os serviços de segurança prestados por agentes públicos tanto da Polícia Militar quanto da Polícia Civil e demais departamentos da Polícia contra 696 no ano de 2012.

A tabela referente às denúncias recebidas pela instituição demonstram que houve um crescimento de apenas 20,6% no total de atendimentos efetuados, se comparado a igual período do ano passado. A solicitação de policiamento, tanto da Polícia Civil quanto da Polícia Militar lidera as denúncias feitas pela população à Ouvidoria. Nesse quesito foram apresentadas 134 manifestações, um crescimento de 33,6% em relação a 2012.

São denúncias, em sua maioria, relacionadas ao atendimento policial, tanto nos plantões das delegacias de polícia quanto nos chamados por telefone. A população reclama do atendimento nos distritos policiais que demoram para confeccionar os boletins de ocorrência ou não o fazem. Também é comum a denúncia contra agentes públicos que são mal preparados ou maltratam as pessoas que procuram pelo registro de ocorrência nessas unidades. Há ainda manifestações contra o fato de existir  demora na chegada de viaturas do policiamento ostensivo aos locais de ocorrência e não atendimento das chamadas telefônicas para serviços de policiamento e emergências.

As denúncias de homicídio, onde há suspeita de participação de agentes públicos de segurança, em crimes envolvendo resultado morte aumentaram 3,37% se comparadas ao mesmo período do ano passado. São crimes de natureza violenta em que a população declara que policias civis ou militares estão envolvidos em assassinatos. Foram 120 manifestações populares nesse sentido, contra 95 em 2012.

A Ouvidoria da Polícia recebe as denúncias via telefone, internet, telex, email, ofício, fax, carta ou pessoalmente, mas também pode, através de matérias jornalísticas veiculadas, solicitar abertura de procedimento e pedir informações sobre casos divulgados pela Reportagem. Há situações em que as pessoas buscam a imprensa para denunciar e a Ouvidoria pode utilizar esses dados para solicitar informações ou uma investigação.

O sigilo é garantido ao denunciante, mas é importante destacar que as denúncias devem trazer informações que permitam às Corregedorias da Polícia Civil e Militar instaurar inquérito para investigação. Ou seja, ao fazer as denúncias é fundamental que ela tenha dados sobre o patrimônio ou nome dos agentes causadores de desvios de conduta. O patrimônio é obtido através de números gravados na lataria dos veículos dos departamentos ou companhia policiais. Esses dados permitem a identificação dos policiais que estavam utilizando o carro na hora dos fatos e facilita a investigação.

Estilo “novo cangaço” reaparece no interior

Quatro homens fortemente armados e encapuzados usaram “escudo humano” para esvaziar cofre da agência do Banco do Brasil ontem 

Diário de Cuiabá|Adilson Rosa

Quatro homens fortemente armados e encapuzados assaltaram a agência do Banco do Brasil na modalidade “novo cangaço” na cidade de Nova Maringá (cidade a 450 quilômetros de Cuiabá), onde levaram todo o dinheiro do cofre. No assalto, ocorrido por volta das 14 horas, os bandidos fizeram clientes e funcionários reféns. 

Segundo policiais que atenderam a ocorrência, os ladrões fizeram um cordão humano e na fuga atiraram de escopeta e fuzis dentro da agência, destruindo os vidros internos e externos. Os estilhaços deixaram algumas pessoas feridas, principalmente clientes que chegaram para fazer movimentação bancária. 

Alguns tiros de grosso calibre chegaram a atingir carros estacionados em frente à agência, deixando os moradores apavorados. Após o assalto, a agência encerrou as atividades para que o local fosse periciado. 

Na fuga, os ladrões utilizaram duas picapes – sendo uma S 10 e uma Hilux – possivelmente roubadas. Com os reféns, os bandidos impediram os policiais da cidade – tanto civis como militares – de reagir à ação criminosa. 

Os ladrões abandonaram os reféns alguns quilômetros depois, numa estrada vicinal onde trocaram de veículos. Os PMs seguiram na trilha dos bandidos que conseguiram escapar. 

Os policiais informaram que pediram reforço de policiais de cidades vizinhas. PMs do Batalhão de Operações Especiais da Força Tática do Batalhão de Sinop também foram acionados. O valor roubado não foi informado pela agência. 

Os policiais lembram que nos últimos assaltos da modalidade novo cangaço, os bandidos levaram a pior, pois foram encurralados no mato e três deles acabaram mortos em confronto com policiais militares do Bope. 

O assalto está sendo investigado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil. O delegado Flávio Strigueta, titular do GCCO colocou uma equipe para atuar no caso. Policiais plantonistas acreditam que existem mais pessoas envolvidas, uma vez que muitos atuam no suporte dos bandidos que chegam de fora. 

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio