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Polícia Civil do Rio prende 11 suspeitos de cambismo

01/07/2014 

Rio, 01 – A Polícia Civil do Rio prendeu hoje 11 suspeitos dos crimes de cambismo, lavagem de dinheiro e associação criminosa envolvendo a venda ilegal de ingressos para jogos da Copa do Mundo. Investigações da 18ª DP (Praça da Bandeira) resultaram em uma operação que teve a participação de dezenas de delegacias do Estado.

Os policiais descobriram que a suposta quadrilha adquiriria ingressos de várias maneiras. Alguns eram destinados pela Fifa aos seus patrocinadores; outros, fornecidos aos jogadores das seleções participantes da Copa; havia ainda alguns remetidos a organizações não-governamentais. Na ação policial, três empresas de turismo foram fechadas, e as contas correntes dos envolvidos serão bloqueadas, informou a Polícia Civil

Polícia Civil do Rio reforça esquema para atender turistas durante a Copa

23/06/2014 

A Polícia Civil do Rio de Janeiro intensificou o atendimento da Delegacia de Atendimento ao Turista (Deat), no Leblon, zona sul da cidade, para atender aos visitantes durante o período da Copa do Mundo. Neste período, a unidade vai ter mais 470 policiais, sendo que 156 podem atender em outros idiomas.

Outro reforço policial vai funcionar em dias de jogos no Maracanã, onde foi instalada delegacia móvel ao lado do estádio. A unidade, que pode atender até cinco pessoas ao mesmo tempo, foi doada pela Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, e é equipada com bancadas de computadores com acesso à internet, sistema de captação de energia, gerador, gabinete para o delegado, cinco estações de trabalho, cela para dois presos, ar-condicionado e um alojamento.

A intenção é evitar o deslocamento das pessoas e dos policiais até uma delegacia para resolver casos como registros de ocorrência e perda de documentos. A equipe de plantão conta com inspetores para o atendimento inicial, papiloscopistas do Instituto Félix Pacheco, além de peritos legistas e de química.

A Polícia Civil tem unidade móvel também no Aeroporto Santos Dumont, com capacidade para registros de ocorrência, iniciar inquéritos policiais e lavrar auto de prisão.

 

Polícia Civil apresenta 9 presos acusados de latrocínio

DIÁRIO DA MANHÃ|ANA CLÉA DE SOUZA

A Polícia Civil apresenta nesta tarde, ás 15h30h no auditório da Secretaria de Segurança Pública, 9 presos acusados de latrocínio (roubo seguido de morte). Quatro foram presos em Jaraguá, dois em Bela Vista, dois em Rio Verde e um em Luziânia. Na ocasião a Polícia Civil vai falar sobre a prisão de um dos autores da morte do Cabo da Polícia Militar.

Polícia Civil apresenta presos acusados de latrocínio. Foto: Divulgação

Polícia Civil apresenta presos acusados de latrocínio. Foto: Divulgação

A qualquer momento outras informações.

Publicitário acusado de matar e esquartejar zelador é suspeito de outro crime

Estadão Conteúdo

N/A

Publicitário foi preso após localização de corpo

A Polícia Civil no Rio investiga a morte, em 2005, de um ex-companheiro da advogada Ieda Cristina Cardoso da Silva Martins, mulher do publicitário Eduardo Martins, acusado de matar o zelador Jezi Lopes de Souza, no dia 30, em São Paulo. Martins e Ieda casaram há 11 anos.

O delegado Egídio Cobo, titular do 13.º Distrito Policial (Casa Verde), informou que o caso está sendo apurado pela 36.ª Delegacia Policial (Santa Cruz) do Rio. O delegado Ismael Rodrigues, da 4.ª Delegacia Seccional de São Paulo, disse que a polícia fará o exame de balística da arma encontrada na casa do pai de Martins, em Praia Grande, para verificar se o revólver foi o mesmo usado no crime de 2005. O corpo de Souza também foi encontrado na casa no litoral.

Em depoimento, Ieda disse que Martins tinha desavenças com o zelador, mas só discussões verbais, “nunca com agressões mútuas ou palavras de baixo calão”. A advogada foi solta na noite de terça-feira, depois que a polícia considerou que não há provas da participação dela na morte. Ela ainda é suspeita de participar da ocultação de cadáver. Nas cinco páginas do depoimento, Ieda relata que Martins, com quem tem um filho, não tinha boa relação com Souza.

Relato

A advogada contou à polícia que, na hora do crime, por volta das 15h30, ela estava em seu escritório, na Avenida Imirim, zona norte de São Paulo. Ieda tinha pedido para o marido ajudar a preparar uma mala com objetos para doação para uma igreja. Por volta das 16 horas, ela recebeu uma ligação do marido, que estaria com a voz ofegante. Ele teria dito que estava passando mal e queria que ela voltasse para casa mais cedo.

Quando ela voltou, Martins pediu para Ieda comprar pão. A advogada disse que não entrou em nenhum dos quartos nem olhou dentro da mala. Ficou três minutos no imóvel. Ieda voltou do supermercado e o marido disse que seu pai, que mora na Praia Grande, estava passando mal.

Ele ficou de levar a mala até a igreja e, depois, prestaria socorro ao pai. Ieda disse que o trânsito estava intenso e eles desistiram de ir à igreja para deixar a mala com a doação. O publicitário teria deixado mulher e filho no escritório e ido para a Praia Grande em seguida. Em um vídeo gravado pela Polícia Civil, o publicitário nega a participação de Ieda no crime e afirma que levou o corpo para o litoral sozinho.

Polícia prende argentino que tentava vender ingressos da Copa pela Internet

Estrangeiro negociava entrada para os jogos da Argentina x Bósnia e Espanha x Chile, ambos no Maracanã, por R$ 1.300 e R$ 1.200, respectivamente

O DIA

Rio – Enquanto centenas de pessoas enfrentam enormes filas em General Severiano, sede do Botafogo, na Zona Sul, para tentarem comprar os últimos ingressos disponibilizados pela Fifa para a Copa do Mundo, um argentino acabou preso tentando vender os bilhetes pela Internet. O estrangeiro, que não teve seu nome divulgado, foi localizado por Policiais da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (DEAT), na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, próximo ao posto 6.

Aglomeração em General Severiano, ponto de venda e retirada de ingresso, foi intensa na manhã desta quarta-feira

Foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia

O argentino cobrava R$ 1.300 para a estreia da seleção de seu país, dia 15, contra a Bósnia e Herzegovina e R$ 1.200 para o confronto da atual campeã mundial, a Espanha, com o Chile, no dia 18. As duas partidas serão realizadas no Maracanã. O estrangeiro foi autuado pelo crime de cambismo, previsto no Estatuto do Torcedor.

Planilha contém nomes de promotores e delegados

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem do Diário de Cuiabá

Os investigadores da Polícia Federal localizaram uma planilha com valores e nomes de promotores e delegados na residência do ex-secretário de Estado Eder Moraes (PMDB), durante busca e apreensão realizada em fevereiro. 

A relação conta com três indicações diferentes de valores, sendo o original, o corrigido e o a ser pago. O total é de R$ 10,8 milhões, R$ 10,6 milhões e R$ 7,9 milhões, respectivamente. 

A PF considera a planilha suspeita por conta de ter sido encontrada no “mesmo local e circunstância da apreensão dos documentos que sugerem pagamento de propina a autoridades do Poder Executivo e Legislativo (notas promissórias, cheques, lista contábil de pagamento, operações bancárias, anotações de depósitos)”, diz trecho do parecer da procuradora Vanessa Scarmagnani. 

Apesar disso, ela ressalta não ser possível afirmar se, efetivamente, houve o pagamento destes valores nem mesmo qual a origem dele e se eram lícitos ou não. 

Na planilha, são citados o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, cujo nome surge ao lado da quantia de R$ 516,7 mil, e o promotor do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) Marcos Regenold Fernandes, vinculado ao montante de R$ 59,7 mil. 

Ambos são apontados no inquérito do Ministério Público Federal como suspeitos de auxiliar Eder Moraes a atrapalhar as investigações da operação Ararath. 

Ontem à tarde, o procurador-geral reagiu indignado ao surgimento da lista. Prado afirma que a planilha se refere a cartas de crédito emitidas a membros do MPE, que foram adquiridas pela Rede Cemat com deságio. Ela estaria com Eder Moraes porque ele foi secretário de Fazenda. 

“Promotores que estavam há mais de 30 anos sem tirar férias, trabalhando pelo Estado, agora estão sendo acusados de fazer parte de uma organização criminosa. Eu não admito isso. O Estado não tinha condições de pagar e os servidores negociavam no mercado com deságio de 25%, parcelado em 12 vezes sem qualquer correção monetária”, explicou. 

Prado ainda apontou uma suposta tentativa de desmoralizar o MPE e intimidar promotores de Justiça, uma vez que eles também investigam um esquema semelhante ao que é alvo da operação Ararath. 

“Querem enxovalhar a honra do Ministério Público, mas eu não vou permitir. Se eu quisesse proteger alguém não tinha delegado uma tropa de choque para investigar este caso aqui também. Nove promotores da promotoria do Patrimônio Públicos estão em diligência”, afirmou. 

Policiais civis de 13 Estados e DF param por 24h nesta 4ª

Os delegados, detetives e investigadores da Polícia Civil de 13 Estados realizarão uma greve de 24 horas nesta quarta-feira para exigir melhores salários e condições de trabalho, confirmaram na terça-feira fontes sindicais.

A paralisação foi aprovada na terça-feira em assembleias regionais pelos agentes da Polícia Civil de Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

De acordo com a Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), os policiais civis exigem um nivelamento de seus salários em todo Brasil, já que em alguns Estados o salário é muito superior, assim como melhores condições de segurança e de infraestrutura para trabalhar.

A greve será reforçada com manifestações em diferentes cidades por agentes da Polícia Federal. As autoridades disseram não temer problemas de segurança uma vez que os agentes da Polícia Militar trabalharão normalmente apesar de inicialmente terem ameaçado somar-se à greve.

Os agentes da Polícia Militar realizaram no último mês greves na Bahia e em Pernambuco, que provocaram um forte aumento no número de homicídios e saques a lojas em várias cidades, e que terminaram após o compromisso dos governos estaduais de elevar os salários.

A paralisação de quarta-feira afetará parcialmente as investigações criminais, já que, por determinação legal, pelo menos 30% dos agentes da Polícia Civil terá que manter suas atividades nos estados em greve.

“Vai depender do nível de violência e da demanda de cada Estado”, afirmou o presidente da Cobrapol, Jânio Bosco Gandra, ao esclarecer que a porcentagem de policiais trabalhando variará entre 30% e 70% dependendo do Estado.

No Rio de Janeiro as delegacias trabalharão com 30% de seu efetivo e os agentes se limitarão a receber as denúncias, mas não sairão às ruas para cumprir ordens de prisão ou para realizar investigações.

“Não sei qual será a adesão da greve. Conversei com dirigentes do sindicato e não vejo motivos para a greve. Os policiais civis receberam nos últimos oito anos um aumento salarial que dobra a inflação do período”, afirmou o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, descartou a possibilidade que a greve possa estender-se a outras forças de segurança uma vez que o Supremo Tribunal Federal (STF) já ditou um precedente sobre o inconstitucionalidade das greves de policiais.

A decisão judicial foi anunciada na semana passada perante um recurso do governo contra a ameaça da Polícia Federal de cruzar os braços durante a Copa do Mundo.

Fonte: Terra 

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