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Acareação entre casal suspeito de matar zelador deve ocorrer nesta quarta

De A Tribuna On-line

Está prevista para esta quarta-feira, a acareação entre o publicitário Eduardo Martins, de 47, e sua mulher, a advogada Ieda Martins, de 42, suspeitos de matar o  zelador Jezi Lopes Souza, de 69 anos, no mês passado, na capital. O casal é suspeito de matar, esquartejar e queimar o idoso no prédio onde ele trabalhava, na Zona Norte de São Paulo.

O confronto é necessário, devido às contradições nos horários apontados nas versões dadas nas duas reconstituições do crime: na capital, no prédio onde Jezi teria sido morto, e no litoral, na casa onde o corpo foi esquartejado e queimado. A reconstituição aconteceu na última segunda-feira. 

O objetivo dos policiais é esclarecer ao menos três dúvidas: causa e data da morte da vítima e se a mulher participou do assassinato. O horário da acareação nãó chegou a ser informado. 

O caso
 
Jezi Lopes, de 63 anos, desapareceu do prédio onde trabalhava, no bairro Casa Verde, na Zona Norte de São Paulo,  no dia 30 de maio. Três dias depois, a polícia prendeu em flagrante o publicitário Eduardo Martins, em Praia Grande, por queimar e tentar se livrar do corpo do zelador.
 
Apesar de Martins ter confessado o esquartejamento do corpo de Jezi, ele nega ter assassinado a vítima. Segundo o publicitário, a morte foi acidental. Ele e o zelador teriam discutido e a vítima acabou batendo a cabeça no batente de uma porta. Entretanto, laudo realizado após exame no corpo de Jezi Lopes não apontou ferimentos na cabeça que pudessem ter causado sua morte.
 
Ainda conforme o publicitário, ao perceber que o funcionário estava morto, desesperou-se e colocou o cadáver em uma mala, que foi trazida para uma casa em Praia Grande. No local, ele o esquartejou a vítima e foi preso em flagrante quando tentava se livrar das partes queimando os membros em uma churrasqueira.
 
A prisão temporária de 30 dias do casal foi decretada peloTribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em sua decisão, o juiz José Nilo Ferreira avaliou que a “liberdade para qualquer dos dois viria acarretar manifesto prejuízo para a instrução criminal e possível aplicação da Lei”.

Polícia reconstitui morte de zelador em Praia Grande

De A Tribuna On-line

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Ieda precisou esperar na viatura policial

Uma nova reconstituição da morte do zelador Jezi Lopes, cujo corpo foi encontrado esquartejado em Praia Grande, no dia 1º de junho, acontece na tarde desta segunda-feira, na Cidade. Ieda Cristina Martins, de 42 anos, a esposa do publicitário Eduardo Martins, de 47, foi a primeira a chegar à Avenida César Rodrigues Reis, nº 305, residência onde o cadáver da vítima foi localizado.

A reconstituição começou por volta das 14h20 e é conduzida pela Polícia Civil e peritos do Instituto de Criminalística. Ieda está dentro da casa, enquanto Eduardo permanece na viatura policial, esperando para ser chamada.

Um trecho da avenida foi interditado pela polícia para a reconstituição. Vizinhos e curiosos observam a movimentação à distância e hostilizam o casal. Não há previsão de quanto tempo vai demorar a reconstituição do crime.

O caso

Jezi Lopes, de 63 anos, desapareceu do prédio onde trabalhava, no bairro Casa Verde, na Zona Norte de São Paulo,  no dia 30 de maio. Três dias depois, a polícia prendeu em flagrante o publicitário Eduardo Martins, em Praia Grande, por queimar e tentar se livrar do corpo do zelador.

Apesar de Martins ter confessado o esquartejamento do corpo de Jezi, ele nega ter assassinado a vítima. Segundo o publicitário, a morte foi acidental. Ele e o zelador teriam discutido e a vítima acabou batendo a cabeça no batente de uma porta. Entretanto, laudo realizado após exame no corpo de Jezi Lopes não apontou ferimentos na cabeça que pudessem ter causado sua morte.

Ainda conforme o publicitário, ao perceber que o funcionário estava morto, desesperou-se e colocou o cadáver em uma mala, que foi trazida para uma casa em Praia Grande. No local, ele o esquartejou a vítima e foi preso em flagrante quando tentava se livrar das partes queimando os membros em uma churrasqueira.

A prisão temporária de 30 dias foi decretada peloTribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O juiz José Nilo Ferreira avalia que a “liberdade para qualquer dos dois viria acarretar manifesto prejuízo para a instrução criminal e possível aplicação da Lei”.

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