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Ocupantes de prédio em SP querem que imóvel seja revertido em moradia

Pessoas de várias regiões da cidade e até mesmo de outros municípios próximos participam da ação

Agência Brasil

02/06/2014

Os integrantes do movimento Luta por Moradia Digna (LMD), que ocuparam o prédio de um antigo hotelna capital paulista, na madrugada de segunda-feira (2/5), reivindicam que o imóvel seja revertido em moradias populares.

De acordo com Ricardo Luciano Lima, coordenador do LMD, movimento que existe há 1 ano, cerca de 200 famílias, um total de 500 pessoas, participam da ocupação. Já a Polícia Militar contabilizou 150 pessoas. Segundo a PM, a entrada ocorreu por volta da 1h30 da madrugada e foi pacífica.

Ricardo informou que o prédio de 22 andares está abandonado há 6 anos. O imóvel, de acordo com ele, tem água, mas não dispõe de energia elétrica. “Queremos que [o imóvel] seja revertido em moradia. O prédio é propriedade da prefeitura, da Secretaria de Finanças, e está abandonado. Não existe nenhum projeto para ele”, disse Ricardo.

Entre os ocupantes, estão pessoas de várias regiões da cidade e até mesmo de outros municípios próximos. Joana Neris, atendente de padaria, de 35 anos, já mora no centro e reclama do alto valor que paga para morar. O apartamento onde mora custa R$ 1 mil por mês, sendo que a sua renda mensal, somada ao de seu marido, é de R$ 1,2 mil. “Tenho que fazer milagre todo mês, fazemos bicos”, disse ela. Joana, o filho de 7 anos e o marido decidiram, recentemente, entrar no LMD. “Eu me juntei ao movimento com a esperança de conseguir uma moradia”, contou.

A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de São Paulo, mas até a publicação da reportagem não teve retorno sobre a situação do prédio ocupado por integrantes do LMD.

Coreia do Norte anuncia desabamento de prédio

Acidente teria ocorrido em edifício com quase 100 famílias

 
Crédito: KNS / KCNA / AFP / CP

A imprensa oficial da Coreia do Norte anunciou neste domingo o que chamou de acidente “inimaginável”, o desabamento de um edifício em obras em Pyongyang, que provocou um número não revelado de vítimas. Segundo fontes do governo da Coreia do Sul, o desabamento teria acontecido com um prédio em construção de 23 andares, no qual já estavam instaladas quase 100 famílias.

O anúncio de uma informação negativa é algo extremamente fora do comum para a imprensa oficial norte-coreana, a única autorizada no regime comunista, conhecido pelo sigilo a respeito das notícias do país. A agência KCNA divulgou ainda um pedido de desculpas das autoridades, incluindo o ministro da Segurança Popular, Choe Pu-Il, outro fato bastante inusual.

O acidente aconteceu na terça-feira e foi provocado por uma supervisão “inadequada” por parte dos diretores do projeto, segundo a KCNA. As autoridades enviaram equipes de resgate para atender os feridos e procurar sobreviventes nos escombros.

A agência oficial não divulgou o número de mortos ou feridos, nem a causa exata do desabamento, mas afirmou que o desastre provocou comoção entre os moradores da capital. O ministro Choe “pediu perdão por não ter conseguido detectar os fatores suscetíveis de colocar em risco a vida e os bens da população”, assim como por não ter conseguido adotar medidas adequadas, o que “provocou um acidente inimaginável”, afirmou a agência KCNA.

Um alto funcionário do regime afirmou à agência que o dirigente norte-coreano, Kim Jong-Un, “passou toda a noite em luto, abalado pela dor”, ao saber da tragédia. A capital do país tem 2,5 milhões de habitantes, boa parte deles ligados às elites políticas e militares. Os moradores da capital têm um conforto que não existe no restante do país, com mais acesso à energia elétrica, comida, bens de consumo e serviços.

Fonte: AFP

 

Prédio é evacuado no Centro do Rio

Bombeiros receberam denúncia de tremor de edifício na Rua Teófilo Otoni, próximo à Rua Primeiro de Março

O DIA

Rio – O edifício de número 15 da Rua Teófilo Otoni, no Centro da cidade, próximo à Rua Primeiro de Março, teve que ser evacuado e vistoriado pelos bombeiros do Quartel Central e por homens da Defesa Civil municipal, no fim da manhã desta segunda-feira, depois que os militares receberam uma denúncia de tremor da edificação.

De acordo com os militares, inicialmente, após serem vistoriados os todos os andares do prédio, não foi detectada nenhuma rachadura ou indícios de deformidade.