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Autorizado corte de energia no município de Uirapuru

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO TJGO

O juiz substituto em 2º Grau Maurício Porfírio Rosa deferiu, em parte, pedido da Celg Distribuição S/A e autorizou que seja cortado o fornecimento de energia elétrica das unidades consumidoras do município de Uirapuru, menos daquelas essenciais, como as instituições públicas de saúde, educação e segurança pública, inclusive a energia das ruas. 

De acordo com a Celg, o próprio município admitiu a existência da dívida e por isso o fornecimento de energia deve ser interrompido. Conforme a Companhia Elétrica, impedir o corte da energia vai estimular que o município continue inadimplente, além de interferir no equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão, impossibilitando o sistema de distribuição de energia elétrica. A Celg ainda afirmou que, caso a decisão seja mantida, sofrerá prejuízos.  

Segundo o magistrado, o não pagamento do débito referente à energia elétrica autoriza que a Celg interrompa o fornecimento se, após o aviso prévio, o município continuar inadimplente junto à fornecedora do serviço público. No entanto, o juiz ressaltou que o corte de energia não pode prejudicar a sociedade e colocar em risco o interesse público, portanto, deve preservar as unidades essenciais.

Maurício acatou os argumentos da distribuidora de que a inadimplência do município causa prejuízos a ela, de difícil ou incerta reparação, pois, na medida em que as contas forem acumulando, haverá risco do não recebimento da energia. Além disso, ressaltou, os cofres da companhia elétrica poderão sofrer prejuízos. O juiz ainda ponderou sobre os agravos que a população vai ter, visto que a qualidade do serviço será diminuída e a tarifa vai aumentar para restaurar o equilíbrio econômico-financeiro, “ fatos que autorizam o recebimento do presente agravo em sua forma instrumental”.

Foto: Reprodução

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Virada Cultural em São Paulo continua neste domingo com programação até as 18h

Estadão Conteúdo

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Teatro Mágico se apresentou na manhã deste domingo

A 10.ª Virada Cultural de São Paulo continua neste domingo até as 18h com extensa programação. Como já virou costume, as manhãs e tardes de domingo têm um cenário diferenciado. Em contraste com as multidões que tomam as ruas das 18h de sábado até por volta das 5h de domingo, o nascer do sol atrai um público renovado e mais tranquilo, que sai de casa cedo.

O palco principal, armado perto da Estação Julio Prestes, terá, às 6h, show do Teatro Mágico. O fenômeno de internet, que lota casas como o Credicard Hall (para 5 mil lugares) só com posts nas redes sociais, vai poder testar a força de seu carisma. Trata-se de espetáculo para quem tem público fiel.

Na sequência, Pepeu Gomes aumenta o volume no mesmo palco, seguido por shows do grupo de rap RZO, que se reencontra depois de um período de inatividade, e Luiz Melodia, de formato mais acústico, a partir das 15h. O palco principal ainda responderá pelo encerramento, com uma das poucas atrações internacionais da Virada. A cantora de soul da era Motown Martha Reeves, que se apresenta com o grupo The Vandellas.

O rap vai acordar também o palco República. É por lá que se apresenta, a partir das 8 horas, a dupla Dexter e MV Bill. É um encontro poderoso, com o melhor rapper de São Paulo do momento, Dexter, e uma das vozes mais coerentes do Rio, o carismático MV Bill. Dexter participa ainda do Projeto Nave, que permanece no mesmo palco, a partir das 10 horas. É um coletivo de MCs, com Marechal, KL Jay (Racionais), Síntese e Ogi, além de Dexter.

Evinha

A pujança dos graves deixará o palco para a calmaria de Evinha, de 62 anos, e seu Trio Esperança. Foi como integrante do trio que, em 1968, Evinha ganhou o 4.º Festival Internacional da Canção com Cantiga por Luciana. Tornou-se um hit e fez a carreira de Eva ganhar vida própria, fora do Trio Esperança.

O encerramento, depois de um show de Dom Paulinho no mesmo palco é com o grande destaque do dia: a Spok Frevo Orquestra traz à República a categoria da mais autêntica manifestação de MPB saída de Pernambuco nos últimos 10 anos.

Sob comando do saxofonista Spok, essa big band de frevo instrumental, com concertos marcados para o Lincoln Center a pedidos de Wynton Marsalis, faz uma rara aparição em São Paulo, agora com o disco novo, Ninho de Vespa. Se Spok não cair na tentação de querer trazer o clima de passistas do Marco Zero e aproveitar para tocar o frevo-jazz que tem feito pelas casas de show do mundo, será uma revelação para muitos paulistanos.

Já o palco do Largo do Arouche segue em sua festa de baile popular. Às 9h, tem Marcio Greyck; às 11h30, Falcão; e às 13h30, o show Broa na Garoa, com Felipe Cordeiro, Lia Sofia e Lue convidando Manuel Cordeiro, Dona Onete e Fafá de Belém. Mais populares, Valesca Popozuda faz show às 16h e Roberta Miranda encerra, na sequência, às 18h.

Samba

Dois espaços fazem homenagens ao samba. O Palco Luz tem, a partir das 9h, Almir Guineto. Vem depois a instituição mangueirense Nelson Sargento, com sambas como Agoniza Mas Não Morre, Deixa e Mar de Lágrimas, e a nova guarda Teresa Cristina. O samba de São Paulo volta ao palco com Eliana de Lima, às 15h, e com o trio Amigos do Pagode 90, com Chrigor Lisboa (ex-Exaltasamba), Salgadinho (ex-Katinguelê) e Marcio Art (que foi do Art Popular).

As famílias com crianças pequenas têm uma oferta maior nesta Virada. Desde ontem, podem aproveitar as atrações da Viradinha Cultural, levada nesta edição para a Praça Roosevelt. A Praça da Sé abriga o palco da comédia stand-up.

E no palco Barão de Limeira o reggae comparece desde a manhã, com Filosofia Reggae (8h), Jah I Ras (10h), Tribo de Jah (12h), Mato Seco (14h), Al Griffiths (16h) e Planta e Raiz (18h). O Teatro Municipal fecha sua programação a partir das 14 horas, com o show de Thaíde e DJ Hum, que revisitarão o repertório do disco Hip Hop Cultura de Rua, que começou com todo o movimento do rap nacional, em 1988.

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