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Palmeiras terá que pagar por vandalismo no Itaquerão

Estadão Conteúdo

Além da derrota em campo, o Palmeiras vai ter prejuízo na conta bancária como saldo do clássico deste domingo contra o Corinthians. Isso porque a torcida alviverde quebrou várias cadeiras no Itaquerão e caberá à diretoria do time visitante pagar a conta, conforme acordo feito entre as duas diretorias antes da partida.
 
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Várias cadeiras do setor visitante foram quebradas. Alguns torcedores palmeirenses ironizavam a multa
Na noite deste domingo, não era possível saber a quantidade de cadeiras quebradas ou pichadas. “Só posso dizer que são muitas”, disse uma funcionária do setor de manutenção do Corinthians. Nesta segunda-feira um representante do Palmeiras vai acompanhar a vistoria no setor em que ficaram os palmeirenses para tomar conhecimento do saldo dos atos de vandalismo. Depois deverá ser divulgado balanço e também quanto o Palmeiras terá de pagar.
 
A quebradeira ocorreu de forma mais ostensiva a partir do final do clássico, enquanto os palmeirenses esperavam para ser escoltados pela PM até a estação Dom Bosco da CPTM, de onde iriam para a Barra Funda. Mais exaltados, alguns torcedores, após quebrar cadeiras, gritavam. “Coloca na conta do Nobre (Paulo Nobre, presidente do clube)”.
 
No setor destinado às organizadas do Corinthians também era possível ver algumas cadeiras danificadas, mas em número muito menor do que no local em que ficaram os palmeirenses.
 
ESCUDO – O placar eletrônico do Itaquerão não exibiu em boa parte da partida deste domingo o escudo do Palmeiras. Durante boa parte do primeiro tempo aparecia apenas as iniciais S.E.P. (de Sociedade Esportiva Palmeiras) em vez do símbolo. O escudo do Corinthians, claro, esteve presente todo o tempo.
 
A assessoria de imprensa do clube alvinegro atribuiu a falha a um “problema de edição” cometido pelo responsável pelas imagens. O escudo do Palmeiras passou a ser mostrado a partir dos 30 minutos da primeira etapa.

Corinthians fará vistoria em sua arena para apurar prejuízo

Estadão Conteúdo

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Arena de São Paulo já recebeu cinco jogos da Copa do Mundo e terá uma das semifinais

O Corinthians vai realizar uma vistoria no Itaquerão nesta quarta-feira para determinar quantas cadeiras foram deterioradas pela torcida argentina que compareceu ao estádio, na última terça, para acompanhar a partida da seleção de Messi contra a Suíça, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O relatório com a extensão dos problemas deverá estar pronto apenas nesta quinta.

O clube alvinegro, no entanto, fez questão de antecipar que os problemas foram rotineiros e que eles podem ocorrer em qualquer jogo no estádio, como por exemplo no Campeonato Brasileiro, que será retomado logo após o término do Mundial.

O Itaquerão já recebeu cinco jogos do Mundial – além de Argentina x Suíça, o estádio serviu de palco para as partidas entre Brasil e Croácia, Uruguai e Inglaterra, Bélgica e Coreia do Sul e Holanda e Chile. O recém-inaugurado estádio corintiano ainda receberá uma partida das semifinais – ela será disputada entre os vencedores dos jogos entre Argentina e Bélgica e Holanda e Costa Rica.

Restaurantes sofrem prejuízo de até 70% nos dias de jogos da Seleção

De A Tribuna On-line

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Se, por um lado, os bares comemoram a disposição da torcida verde e amarela em fazer festa nos dias de jogos do Brasil, leia-se também beber e petiscar, há um setor que amarga prejuízos. Restaurantes do Centro de Santos têm registrado queda no movimento entre 50% e 70% nos dias em que a Seleção Brasileira entra em campo. Segundo os proprietários do Empório da Granola, Lucas e Larissa Reis, para sair mais cedo e assistir aos jogos, muitas pessoas abrem mão de almoçar. “Com isso, o movimento tem diminuído nesses dias”, afirma Lucas.

Programa gera prejuízo

Até ontem, foram reservados apenas 50 leitos de hospedagem alternativa para a Copa, ou seja, 2,3% dos mais de dois mil ofertados

Diário de Cuiabá|Gustavo Nascimento

Faltando uma semana para Cuiabá receber o primeiro jogo da Copa do Mundo, apenas 2,3% dos imóveis cadastrados no programa de hospedagem Cama e Café receberam reservas. Os outros programas de hospedagem alternativa também naufragam na procura e proprietários já temem prejuízo. 

Dos 2,1 mil leitos disponíveis no Cama e Café, somente 50 estão reservados, ou seja, de um total de 460 imóveis disponíveis 11 estarão ocupados na Copa. 

Somente 13% dos imóveis do programa Aluguel Cuiabá, em que as residências são locadas pelos turistas, foram reservados até o momento. Ou seja, dos 427 imóveis, apenas 56 foram alugados até o momento. O programa prevê a disponibilização de 4,1 mil leitos. 

Para um proprietário inscrito no programa Cama e Café, que não quis se identificar, o maior prejuízo está sendo na expectativa que havia sido criada pelo evento. Ele contou que investiu aproximadamente R$ 1,5 mil na compra de utensílios e materiais para atender os turistas, além de destinar tempo para capacitação pedida pelo governo. 

Segundo ele, a diária em sua residência sairá por R$ 350. Contudo, o valor da diária foi calculado conforme os parâmetros que o governo estabeleceu. Ele afirmou que vislumbrava receber por volta de R$ 12 mil com programa, porém até agora ainda não conseguiu fechar nenhuma reserva. “Cheguei a ser procurado por dois chilenos, mas eles reclamaram do preço e não fecharam. Mas ainda estou otimista quanto à próxima semana e com as reservas de última hora”. 

A estimativa do Ministério do Turismo é de que mais de 170 mil torcedores desembarquem em Cuiabá nos dias dos jogos. O ministério já teria confirmada a presença de mais de 40 mil torcedores estrangeiros, sendo que 20 mil viriam do Chile. 

Contudo, a rede hoteleira da Grande Cuiabá conta com apenas 15 mil leitos disponíveis. Por conta disso, o Ministério forçou os governos do Estado e da Capital a criar mais formas dos turistas se hospedarem. 

Para a Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa), a baixa procura se deu principalmente pela falta de divulgação dos programas de hospedagem alternativa em outros países, no caso, o real público alvo da ação. 

De acordo com coordenador dos programas de hospedagem alternativa da Secopa, Paulo Fernandes, o trabalho de divulgação deveria ser feito pelo Ministério do Turismo e pela Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), porém as ações foram pouco efetivas. 

Para o coordenador a baixa procura também se justifica por dois outros fatores. O primeiro é que muitos torcedores permanecerão apenas um dia na cidade e que por conta disso não irão se hospedar. O outro foi o valor muito alto das diárias do Cama e Café e do Aluguel Cuiabá. O aluguel de alguns imóveis do programa ultrapassa R$ 15 mil. “A ideia é que o programa fosse mais barato do que uma diária de hotel convencional, porém na prática isso não aconteceu”. 

Uma das saídas emergenciais encontrada pela Secopa foi pedir que a Fifa, organizadora do evento, repasse o e-mail dos torcedores que compraram ingressos para assistir aos jogos em Mato Grosso, para que a secretaria possa informá-los sobre as alternativas de hospedagem, já que na rede hoteleira praticamente não tem vaga. 

A Secopa também irá realizar a divulgação do programa nos Centros de Atendimento ao Turista (CAT) e nas agências de viagem. 

Fernandes enfatizou que apesar dos proprietários reclamarem de ter feito reformas nas casas para receber os turistas visando o evento, a adesão ao programa era voluntária e o Governo não se comprometeu a alugar os imóveis. Segundo ele, a capacitação realizada poderá ser um legado para o turismo da região. 

Judiciário fraco na Venezuela prejudica estado de direito, diz grupo de juristas

05. Junho 2014 

Por Stephanie Nebehay

GENEBRA (Reuters) – O sistema judiciário da Venezuela está perseguindo estudantes, dissidentes e juízes, enquanto fecha os olhos para a maioria dos crimes em um país com uma das maiores taxas de homicídio do mundo, disse uma entidade de defesa de direitos humanos nesta quinta-feira.

Cerca de 1.500 estudantes enfrentam processos depois de três meses de protestos de rua neste ano, sem evidências de que eles participaram de qualquer ato criminoso, incluindo cerca de 160 ainda atrás das grades, disse a Comissão Internacional de Juristas (CIJ).

Quarenta e duas pessoas, incluindo 38 civis, foram mortas nas marchas para condenar a criminalidade, inflação e escassez de alimentos na Venezuela. O uso excessivo da força por parte das forças de segurança tem sido documentado, bem como pelo menos 14 casos de tortura.

No entanto, não houve nenhum progresso substancial na investigação desses casos, disse a CIJ.

A independência das instituições judiciais na Venezuela é “muito fraca”, o grupo de juristas com sede em Genebra concluiu em um relatório.

“É de extrema importância que as instituições jurídicas e políticas do Estado – especialmente o Poder Judiciário e o Ministério Público – sejam reforçadas e se tornem o pilar fundamental da democracia, como guardiões do Estado de Direito.”

O líder da oposição Leopoldo López, preso em fevereiro por liderar os protestos, está sendo mantido em isolamento em uma prisão militar pelo governo socialista do presidente Nicolás Maduro, disse a CIJ.

Um juiz em Caracas determinou nesta quinta-feira que López seja julgado por acusações que incluem incêndio criminoso em conexão com os protestos. Quatro estudantes irão a julgamento por acusações similares.

O governo diz que os protestos são parte uma conspiração apoiada pelos Estados Unidos para derrubar o sucessor do falecido presidente Hugo Chávez.

Na maioria, os cerca de 2.000 juízes da Venezuela estão no cargo sem estabilidade e, por isso, são vulneráveis ​​às pressões e às vezes a represálias por parte do governo, do Parlamento ou de outras forças, disse a comissão.

Os promotores também pode ser facilmente demitidos, de acordo com o grupo, que é composto por 60 juízes e advogados.

“LEALDADE POLÍTICA” 

“Há falta de independência dos juízes na Venezuela, começando com o Supremo Tribunal Federal. Nomeações são feitas com base em lealdade política”, disse Carlos Ayala, um professor de direito da Venezuela e membro do Comitê Executivo da CIJ, em entrevista coletiva em Genebra.

“Os juízes são usados ​​para perseguir os dissidentes, ou seja, juízes e promotores são usados contra as pessoas que fazem reivindicações, como líderes sindicais e estudantes”, disse ele.

O país, com 30 milhões de pessoas, é um dos com maior nível de violência no mundo.

(Reportagem de Stephanie Nebehay em Genebra; reportagem adicional de Brian Ellsworth, em Caracas)

Reuters

Chuvas afetam mais de 20 cidades em Santa Catarina e no Paraná

AGÊNCIA BRASIL

As fortes chuvas que caíram no Sul do país na quarta-feira (30) e na quinta-feira (1), afetaram mais de 20 cidades em Santa Catarina e no Paraná. As principais ocorrências registradas foram de alagamentos.

De acordo com o último boletim divulgado pela Defesa Civil do Paraná, na manhã de hoje (2), o número de cidades atingidas pelas chuvas subiu de oito para 11 com 3.126 pessoas desalojadas e 311 desabrigadas. Até o momento, 1.072 residências foram danificadas; uma pessoa ficou ferida e não houve registro de morte.

As cidades atingidas no Paraná são: Ampére, Bom Jesus do Sul, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Ponta Grossa, Salgado Filho, Santa Izabel do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste, São Miguel do Iguaçu e São Pedro do Iguaçu. A maior parte dos acontecimentos registrados foram alagamentos.

Em Santa Catarina, 16 cidades do oeste do estado foram afetadas pelas chuvas. Segundo a Defesa Civil, 150 pessoas foram atingidas e estavam desalojadas, mas já voltaram às suas casas. Até o momento, não há desabrigados.

Em Santa Catarina as cidades afetadas são: São Bernardino, Xanxerê, Ponte Serrada, Passos Maia, Seara, Paial, Itá, Sul Brasil, Saudades, Guaramirim, Graraciaba, Xaxim, São Miguel do Oeste, São Domingos, Arabutã e Xavantina. A principal ocorrência também em alagamentos.

Das 16 cidades atingidas, São Bernardino, Seara, São Domingos, Arabutã e Xavantina já declaram situação de emergência. Em algumas cidades, deslizamentos de terra foram registrados além de uma morte.

“Por conta de deslizamentos pontuais, algumas pessoas estão sendo retiradas de suas casas e indo para casa de parentes infelizmente tivemos uma morte na cidade de Xaxim, uma criança que foi arrastada por uma enxurrada”, disse o gerente de assistências humanitárias da Defesa Civil, Alexandre Sampaio.

A Defesa Civil de Santa Catarina pede que a população ligue para o 199, em caso de alguma emergência ou o 193 para chamar o Corpo de Bombeiros.

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