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Nível do volume morto da Cantareira segue em queda e atinge 26,4%

18/05/2014 

São Paulo, 18 – O nível do Sistema Cantareira, conjunto de reservatórios de água usados para abastecer oito milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo, continua a diminuir. Conforme a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), o reservatório contabiliza 26,4% da capacidade total neste domingo, 18, queda de 0,1 ponto porcentual na comparação com o nível de 26,5% de ontem. Na sexta-feira estava em 26,7%.

Desde o começo do mês até hoje até às 16h30, o acúmulo de precipitações na região é de 0,7 milímetros. Para o período, a mínima histórica era de 8,8 milímetros de chuva e a média para o mês de maio é de 83,7 milímetros, de acordo com a Sabesp. A página da internet da empresa que contém esses dados está fora do ar por problemas técnicos que, conforme a companhia, devem ser brevemente sanados.

Por conta da falta de chuva, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) autorizou o bombeamento das águas que ficam nos níveis mais profundos das represas, o chamado “volume morto”, desde a última quinta-feira. Por isso, o nível do Sistema, que estava em 8,2% elevou-se para 26,7% na sexta-feira. Esse volume adicional de água já está chegando na casa dos consumidores.

 

Com menor nível da história, São Paulo recorre à reserva técnica do Cantareira

Agência Brasil

O Sistema Cantareira, que responde pelo abastecimento de água para 9 milhões de habitantes da região metropolitana de São Paulo, chegou nesta quinta ao menor nível de sua história, 8,2%, de acordo com a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp).

O governo estadual e a Sabesp iniciaram a captação de água da reserva técnica da represa Jaguari/Jacareí, anunciada para ter início hoje. A reserva técnica é o volume de água das represas que fica abaixo da cota mínima de captação.

A água retirada da reserva técnica ou volume morto, como também é chamada, será levada para a Estação de Tratamento de Água Guaraú, na zona norte de São Paulo. O nível do Sistema Cantareira será acrescido de 182,5 bilhões de litros de água, o que fará com que o nível suba 18,5% a partir de sexta-feira.

Para retirar a água do volume morto, foram instaladas 17 bombas flutuantes, que levarão a água por túneis até a estação de tratamento. A instalação das bombas foi iniciada em 17 de março, com a construção de dois canais com  3,5 quilômetros de extensão. Foram dois meses de obras e investimento de R$ 80 milhões.

O volume da reserva técnica é formado pela mesma água do atual volume útil do sistema e o total chega a 400 bilhões de litros. A estimativa da Sabesp é que a quantidade de água seja suficiente para abastecer a região metropolitana de São Paulo até 2015. Se começar a chover com regularidade o uso do volume morto será suspenso.

O governador Geraldo Alckmin, que acompanhou o acionamento das bombas que farão a captação da água, disse que o governo está se empenhando para sanar o problema de abastecimento de água.

“O Governo de São Paulo não está esperando São Pedro para resolver o problema da seca. Nós estamos trabalhando 24 horas por dia com todo o empenho, engenharia e técnica para garantir o abastecimento de água à população. Quero agradecer à população da região metropolitana de São Paulo, que tem aumentado, mês a mês, o uso racional da água. Chegamos à primeira quinzena de maio com um índice de 84% de redução no consumo”, falou Alckmin.

O Sistema Cantareira trata em média 32.560 litros por segundo, representando 47% da água distribuída na região metropolitana de São Paulo e 65% da demanda da capital paulista. O Sistema Cantareira libera também, no mínimo, 3.000 litros por segundo para as regiões de Campinas e Piracicaba.

De acordo com nota do governo estadual, entre 2013 e 2014 a quantidade de chuva foi desfavorável na bacia de contribuição do Cantareira, provocando a pior seca desde que as medições dos institutos de meteorologia começaram, há 84 anos. Em dezembro de 2013, foi registrado índice 72% menor que a média. Em janeiro e fevereiro, choveu 65% menos que o normal.
 

Número de jovens no Japão cai a nível recorde e sobe número de idosos

Entre os principais países de pelo menos 40 milhões de habitantes, o Japão é o que tem a proporção mais baixa de crianças em relação a sua população

France Presse

04/05/2014 

Tóquio – O número de jovens no Japão caiu a um nível recorde, enquanto continuava aumentando o de pessoas com mais de 65 anos, segundo cifras do governo divulgadas neste domingo.

O país registrava em 1º de abril 16,33 milhões de jovens com menos de 15 anos, uma queda de 160 mil em relação a um ano atrás, segundo o Ministério de Assuntos Internos. Este é o 33º retrocesso anual consecutivo desde o começo das estatísticas, em 1950.

Os jovens com menos de 15 anos representam 12,8% da população. A porcentagem de pessoas com mais de 65 anos é de 25,6%, outro recorde, desta vez para cima.

Entre os principais países de pelo menos 40 milhões de habitantes, o Japão é o que tem a proporção mais baixa de crianças em relação a sua população, segundo a agência Jiji. Esta porcentagem é de 19,5% nos Estados Unidos e 16,4% na China. Em 2060, a proporção de habitantes com 65 anos ou mais será de 40% da população japonesa, segundo previsões do governo.

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