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Argentino tem dedo quebrado ao ser agredido no Bairro Nova Cintra

Homem mora em Belo Horizonte há dois anos e foi abordado por um trio que arrancou a bandeira argentina que ele segurava

Argentino tem dedo quebrado ao ser agredido no Bairro Nova CintraHomem mora em Belo Horizonte há dois anos e foi abordado por um trio que arrancou a bandeira argentina que ele segurava

Estado de Minas| Cristiane SilvaLuana Cruz TV Alterosa

11/06/2014

Ruben Lucero teve que passar por uma cirurgia no Hospital João XXIII (Leandro Couri/EM/DA Press)  
Ruben Lucero teve que passar por uma cirurgia no Hospital João XXIII

Na véspera da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, um argentino foi alvo de um ato violento em Belo Horizonte. O homem de 34 anos teve um dos dedos quebrado ao ser agredido na noite de terça-feira, no Bairro Nova Cintra, Região Oeste da capital.

Ruben Francisco Lucero deu entrada no Hospital João XXIII às 21h de ontem, conforme a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig). O argentino, que mora na capital há dois anos, estava no carro com a esposa brasileira e a filha de 2 anos quando foi atacado. Segundo Lucero, ele tinha uma bandeira da Argentina enrolada na mão quando três homens passaram e puxaram objeto, quebrando o dedo da vítima. O homem terá que passar por uma cirurgia. 

 

O cônsul da Argentina em BH, Mariano Guida, foi até o hospital para saber da situação de Lucero (Leandro Couri/EM/DA Press)  
O cônsul da Argentina em BH, Mariano Guida, foi até o hospital para saber da situação de Lucero

“Pode ser da Argentina, pode ser da Colômbia. Então imagina quando os turistas realmente chegarem no Brasil, o que vai acontecer? A ponto de quebrar o dedo para ter que fazer uma cirurgia, dá indignação”, lamentou Júnia Paula, esposa de Ruben.

A Polícia Militar (PM) informou que o argentino não registrou boletim de ocorrência sobre a agressão. A assessoria de imprensa da corporação soube do caso, mas acredita que ele tenha ido ao hospital por meios próprios sem avisar às autoridades.

Argentino tem dedo quebrado ao ser agredido no Bairro Nova CintraHomem mora em Belo Horizonte há dois anos e foi abordado por um trio que arrancou a bandeira argentina que ele segurava

Estado de Minas| Cristiane SilvaLuana Cruz TV Alterosa

11/06/2014

Ruben Lucero teve que passar por uma cirurgia no Hospital João XXIII (Leandro Couri/EM/DA Press)  
Ruben Lucero teve que passar por uma cirurgia no Hospital João XXIII

Na véspera da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, um argentino foi alvo de um ato violento em Belo Horizonte. O homem de 34 anos teve um dos dedos quebrado ao ser agredido na noite de terça-feira, no Bairro Nova Cintra, Região Oeste da capital.

Ruben Francisco Lucero deu entrada no Hospital João XXIII às 21h de ontem, conforme a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig). O argentino, que mora na capital há dois anos, estava no carro com a esposa brasileira e a filha de 2 anos quando foi atacado. Segundo Lucero, ele tinha uma bandeira da Argentina enrolada na mão quando três homens passaram e puxaram objeto, quebrando o dedo da vítima. O homem terá que passar por uma cirurgia. 

O cônsul da Argentina em BH, Mariano Guida, foi até o hospital para saber da situação de Lucero (Leandro Couri/EM/DA Press)  
O cônsul da Argentina em BH, Mariano Guida, foi até o hospital para saber da situação de Lucero

“Pode ser da Argentina, pode ser da Colômbia. Então imagina quando os turistas realmente chegarem no Brasil, o que vai acontecer? A ponto de quebrar o dedo para ter que fazer uma cirurgia, dá indignação”, lamentou Júnia Paula, esposa de Ruben.

A Polícia Militar (PM) informou que o argentino não registrou boletim de ocorrência sobre a agressão. A assessoria de imprensa da corporação soube do caso, mas acredita que ele tenha ido ao hospital por meios próprios sem avisar às autoridades.

 

Marinho, do TCE, vê incoerência em acusação

Com informações do jornal A Tribuna

Sob fogo cerrado do Ministério Público Estadual, que judicialmente requereu seu afastamento do cargo, o conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), alega que não poderia receber propina da Alstom por decisão que tomou três anos depois do suposto depósito em sua conta bancária.
 
O caso Alstom, que envolve Marinho, se refere a suposto esquema de propinas na área de energia do governo paulista no final dos anos 1990. Esta semana, Marinho pediu licença do cargo. Em sua defesa à Comissão do TCE que o investiga no âmbito disciplinar, apontou uma “incoerência cronológica” nos fatos a ele atribuídos. O conselheiro argumentou que não poderia ter escolhido ser o relator do caso porque a distribuição é eletrônica, aleatória.
 
Marinho votou pela regularidade do aditivo X – extensão de garantia dos equipamentos da multinacional francesa no âmbito do projeto Gisel, da Eletropaulo, antiga estatal de energia. O conselheiro alega que deu voto pela legalidade do contrato em 2001. Juntou certidão do próprio TCE sobre o julgamento.
 
Ex-chefe da Casa Civil de Mário Covas (PSDB), que o nomeou conselheiro em 1997, ele assinala que o Ministério Público lhe atribui recebimento de valores a partir de 1998 – ano em que abriu conta secreta em Genebra, em nome da offshore Higgins Finance Ltd. “Como é possível eu ter ganho (propina da Alstom) por um ato que pratiquei três anos depois?” 
 
A Comissão do TCE é formada por três conselheiros, Dimas Ramalho (presidente), Renato Martins Costa e Sidney Beraldo. Ao colegiado Marinho apresentou sua versão por escrito na semana passada. Seu relato segue a linha do pronunciamento que fez em maio no Plenário da corte de contas.
 
Marinho ponderou que “não é possível” que a suposta propina a ele paga envolva “valores tão expressivos”. A Promotoria sustenta que a Alstom depositou, por empresas de fachada, US$ 2 7 milhões na conta Higgings, entre 1998 e 2005. Ele observou que não julgou o contrato principal, mas o termo de extensão da garantia dos equipamentos, em valor de R$ 4,8 milhões, portanto, muito inferior à suposta propina recebida.
 
Destacou que os julgamentos no TCE são realizados por um colegiado, não individualmente, e seguem pareceres dos órgãos técnicos. Os contratos, destaca, passam pelo crivo do procedimento de instrução e também se manifesta a Procuradoria da Fazenda. Na Câmara do TCE três conselheiros votam. No caso Alstom, lembrou, votaram com ele os conselheiros Cláudio Alvarenga e Eduardo Bittencourt, ambos já aposentados.

Twitter do PSDB é invadido e hacker critica obra do metrô

O perfil oficial do PSDB no Twitter foi invadido por hacker no início da tarde desta segunda-feira. Logo em seguida foram postadas mensagens relacionadas aos supostos desvios envolvendo o metrô de São Paulo e o caso Alstom. Os tweets foram apagados após ser detectada a invasão. 

As fotos do perfil do usuário e da abertura da página também foram trocadas. A do perfil mostra um tucano, símbolo do partido, segurando várias notas de dinheiro. Já a outra imagem é uma caricatura de José Serra e Geraldo Alckmin dentro de um metrô cheio de sacos de dinheiro rompendo um cofre. Onde antes havia o nome do partido também foi alterado para “Partido Corrupto”. 

Às 13h, o grupo de hackers AnonymousBR assumiu a autoria. Em sua conta no Twitter postou o seguinte comentário: “E você já conferiu o twitter do PSDB.

Fonte: Terra 

PT deve retaliar PSDB por vazamento sobre deputado e PCC

30/05/2014 

São Paulo, 30 – O PT pretende, na Assembleia Legislativa, retaliar o governo do Estado por vazar as informações sobre a reunião do deputado Luiz Moura (PT) com supostos integrantes do PCC. Há duas propostas em estudo pelos parlamentares petistas.

A primeira é convocar o secretário de Estado da Comunicação, Márcio Aith, para que ele se explique pelo vazamento das informações. Aith deu detalhes do caso, sem citar o nome de Moura, durante uma entrevista ao programa Brasil Urgente, da Band, na semana passada. O depoimento seria à Comissão de Ética da Assembleia.

A segunda ação é propor um requerimento à mesma comissão para investigar denúncia feita em dezembro contra os deputados Carlos Berreza Jr. e João Caramez, ambos do PSDB. O Ministério Público Estadual afirma que ambos recebiam mesada de um esquema que desviava recursos da Saúde em três Estados. Eles negam.

O líder do governo Geraldo Alckmin (PSDB) na Assembleia Legislativa, Barros Munhoz (PSDB), defendeu Moura anteontem no plenário. Disse que “não há nada que fira mais do que acusação injusta, e também não há nada que ocorra mais no Brasil de hoje”. O tucano já foi acusado de desviar R$ 3,5 milhões em uma licitação fraudulenta quando era prefeito de Itapira, no interior do Estado.

O presidente do Conselho de Ética, Hélio Nishimoto (PSDB), pretende ouvir Moura novamente. Quer ouvir também o delegado responsável pela ação policial que o envolveu na reunião com supostos integrantes do PCC, Fabio Baena Martim, do Departamento Estadual de Investigações Criminais.

SEGUNDO PMDB MINEIRO, TUCANOS OFERECERAM R$ 20 MI POR APOIO

 

Rep/Web

O PSDB mineiro é acusado pelo PMDB de oferecer R$ 20 milhões em troca de apoio na disputa para o governo estadual, segundo publicou o jornal Folha de S. Paulo. A informação foi dada pelo próprio presidente do PMDB-MG, deputado federal Antônio Andrade, em declaração após a reunião da Executiva estadual da sigla, na última segunda-feira. O PSDB nega que tenha feito a oferta.

“Eu disse pra eles (do PSDB) que tenho que ajudar nossa bancada, que estou atrás de R$ 20 milhões. Eles disseram: Não, isso não é problema, nós conseguimos os R$ 20 milhões pra você ajudar a bancada dos pré-candidatos a deputado estadual e federal’”, disse Andrade. Anteriormente, segundo os jornais mineiros O Tempo e Hoje em Dia, que acompanharam a reunião, Andrade falou em tentativa de “compra” e citou o deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB de Minas, como autor da oferta.

Na entrevista após a reunião, Andrade amenizou o tom e negou uma “tentativa de compra”, mas confirmou a conversa sobre o valor, sem citar Pestana. Segundo o jornal, Pestana chamou de “mentira brutal” e “delírio” a suposta oferta de dinheiro. “Nunca houve esse diálogo. Eu não sei como alguém joga uma calúnia dessa no ar”, afirmou.

Fonte: Terra

Campanhas devem custar R$ 500 mi aos candidatos

O PT, o PSDB e o PSB, os três principais partidos que vão disputar a Presidência em outubro, devem gastar R$ 500 milhões com a campanha eleitoral deste ano. A soma representa quase o dobro do valor investido em 2010, que foi de R$ 266 milhões. Na época, a maior parte do valor arrecadado – até quase 90% – veio de empresas e de grandes empreiteiras. Este ano, corre no plenário do Supremo Tribunal Federal uma votação sobre a proibição de doações privadas às campanhas, o que poderia acabar com arrecadações milionárias. O texto foi aprovado por seis a um na Corte. No entanto, ainda não foi colocado em pratica porque o ministro Gilmar Mendes pediu vistas e suspendeu a sessão. Os partidos criticam a medida, mas já estudam recorrer à militância para arcar com os gastos. José Américo Dias, secretário nacional de Comunicação do PT, defende que a decisão só entre em vigor em 2016, mas afirma que partido vai acatar a legislação de qualquer forma. “Acho que ela estimularia o caixa dois. Fazer valer para este ano seria um casuísmo”, disse.

Fonte: Brasil247 

Serra sofre pressão para aceitar a vice de Aécio

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As articulações tucanas querem Aécio e Serra na mesma chapa

Nos últimos dias, os tucanos intensificaram as pressões para lançar o ex-governador de São Paulo, José Serra, como vice de Aécio Neves na corrida presidencial deste ano. Vários políticos do partido tiveram conversas com Serra ou com Aécio para tentar convencê-los de que a chapa puro sangue seria capaz de alavancar votos para o mineiro no estado de São Paulo e no Sul do país, onde Serra tem bastante prestígio.  “Não é impossível que isso ocorra, mas eles precisam sentar e conversar”, disse o deputado Jutahy Magalhães, um aliado de primeira hora do ex-governador José Serra.

Pessoas próximas aos dois tucanos concordam, nos bastidores, que falta apenas uma conversa entre os dois, na qual eles expressem formalmente uma vontade mútua de candidatura, para que a chapa seja fechada. Esta conversa não ocorreu, apesar de Aécio e Serra terem se encontrado na semana passada em um jantar oferecido pelo ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD). Depois disso, os dois encontraram-se novamente, em Uberaba, durante a Expozebu.
Entre os tucanos que conversaram sobre o assunto com Aécio ou com Serra estão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador de Goiás, Marconi Perillo; o secretário de governo de Minas Gerais, Danilo de Castro, o senador Cássio Cunha Lima, o deputado Jutahy Magalhães, além do ex-prefeito de Vitória Luiz Paulo Vellozo Lucas, que coordenou as duas campanhas de Serra à Presidência da República e que atualmente tem trabalhado no centro da pré-campanha de Aécio Neves.
Outra ponte importante para que a chapa seja fechada tem sido feita pelo ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, grande aliado de Serra e que tem participado com bastante frequência da pré-campanha de Aécio.
Apesar do cortejo, as conversas apontam que há ainda uma animosidade entre eles. Os mais ligados a Serra apostam que a união não é impossível de acontecer. Para os mais próximos, Serra tem emitido sinais claros de que aceita a empreitada. Entre os sinais citados estão as conversas com correligionários sobre o assunto e os encontros políticos com prefeitos no interior do estado que Serra intensificou nos últimos meses.
“A escolha do vice tem um componente pessoal do candidato que tem um peso muito grande. Mas Serra é uma das lideranças mais expressivas do nosso partido. Não é qualquer militante. É uma pessoa que tem uma experiência de gestor público que pode ser muito importante na campanha”, disse o deputado Mendes Thame (SP), um fiel aliado do ex-governador paulista e secretário-geral do partido.
Aécio, por sua vez, não descarta a possibilidade, mas também não tomou nenhuma iniciativa evidente de aproximação. Interlocutores mais próximos do mineiro apontam uma resistência maior a possível chapa e evocam como principal obstáculo a tensão na relação entre os dois tucanos.
Da parte de Aécio, há um entendimento cristalizado de que o vice tem que sair de São Paulo, maior colégio eleitoral do país. O nome do senador Aloysio Nunes soa mais palatável aos aecistas, mas esbarra nos rumores de seu envolvimento com o esquema de corrupção envolvendo a empresa Alstrom.
 

Pesquisa põe Dilma e Aécio no 2º turno

Na nova enquete ISTOÉ/Sensus, petista soma 35%, tucano tem 23,7% e Campos (PSB), 11%

O DIA

Brasília – Um dia após reunião da cúpula do PT confirmar a candidatura da presidenta Dilma Rousseff à reeleição, nova pesquisa de intenção de votos reafirma a tendência de a disputa ir para o segundo turno. No levantamento da Revista ISTOÉ/Sensus, divulgado ontem, Dilma aparece com 35% das intenções de voto, seguida pelo senador mineiro Aécio Neves (PSDB), com 23,7%, e pelo ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), com 11%. Juntos, Aécio e Campos têm 34,7% dos votos, praticamente a mesma intenção de Dilma. 

Dilmadiscursa ao lado de Graça Fortes e do ministro Edson Lobão, durante cerimônia de inauguração de unidade de fertilizantes em Uberaba

Foto:  Divulgação

Último levantamento feito pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), no final do mês passado, também deu segundo turno, com queda da petista e ascensão do tucano. A presidenta somava 37% da preferência do eleitorado, abaixo dos 43,7% obtidos em fevereiro, e Aécio tinha 21,6% das intenções de voto, frente a 17% no início deste ano. 

A pesquisa ISTOÉ/Sensus ouviu 2 mil eleitores em 136 cidades de 24 estados, entre os dias 22 e 25 de abril. O levantamento tem margem de erro de 2,2% para mais e para menos. 

Na sexta-feira, em reunião com os líderes do PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo, a legenda confirmou que a prioridade será a reeleição de Dilma, afastando de vez os boatos de uma possível candidatura de Lula a presidente. 

Os dados da pesquisa Sensus saíram no mesmo dia em que novas denúncias sobre a Petrobras são reveladas. Segundo a Revista ‘Época’, a Polícia Federal e o Ministério Publico Federal investigam contrato entre a petroleira e a construtora Odebrecht. 

De acordo com as investigações, o contrato, firmado em outubro de 2010, teria sido aprovado após acerto de uma doação equivalente a US$ 8 milhões (R$ 17,7 milhões) para a campanha de Dilma. 

O acordo, no valor de US$ 826 milhões (R$ 1,8 bilhão), previa serviços de segurança, meio ambiente e saúde em unidades da Petrobras no Brasil e no exterior. A estatal está na iminência de uma CPI no Congresso para apurar compra superfaturada de refinaria nos Estados Unidos.

Presidenta contra-ataca tucanos

Mais cedo, sem saber das novas denúncias contra a estatal, durante a inauguração da fábrica de amônia da Petrobras em Uberaba, no Triângulo Mineiro, Dilma voltou a defender a petroleira. Ela mostrou que não se calará ante os ataques da oposição. A presidenta disse ser inadmissível privatizar a Petrobras, como já foi cogitado no governo do ex-presidente Fernando Henrique, (1994/2002) do PSDB. Ela discursou ao lado da presidenta da Petrobras, Graça Foster.

“Quando falo da imensa capacidade da Petrobras em investir, quero destacar que nos últimos anos, do governo do presidente Lula até o meu governo, o total que a Petrobras investiu foi sete vezes maior”, afirmou, sugerindo que a empresa petroleira foi esvaziada durante o governo do PSDB para ser vendida. Antes de sua fala, o presidente do Sindicato dos Petroleiros de Minas (Sindipetro), Leopoldino Martins, disse que a empresa foi “esquartejada” por FH.

Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde, vira alvo do PSDB e do DEM

Citado pela PF nas investigações sobre a teia do doleiro preso, o pré-candidato ao governo de São Paulo agora é alvo da artilharia tucana

Correio Braziliense|João Valadares

26/04/2014

Padilha cancelou a agenda de pré-campanha para se explicar à imprensa ( Breno Fortes/CB/D.A Press)  
Padilha cancelou a agenda de pré-campanha para se explicar à imprensa

Pré-candidato ao governo de São Paulo, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT), que deixou o comando da pasta há três meses para iniciar a articulação da campanha eleitoral na tentativa de derrotar o governador Geraldo Alckmin (PSDB), virou alvo da artilharia tucana após suspeita de ligação com o doleiro Alberto Youssef. Relatório da Polícia Federal sugere que o petista teria indicado um ex-assessor para trabalhar no laboratório de fachada de Youssef, líder de um esquema que movimentou R$ 10 bilhões. Ontem, o PSDB anunciou que acionará o Ministério Público Federal no Distrito Federal para apurar os fatos e também protocolar requerimento, em parceria com o DEM, para que Padilha preste esclarecimentos na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara.

Na outra ponta, os aliados de Alckmin já se debruçam sobre todo o histórico de Marcus Cezar Ferreira de Moura, que, após deixar o Ministério da Saúde, virou o principal executivo da Labogen, utilizada pelo doleiro para fazer remessas ilegais de dólares ao exterior. Após Moura ter ido trabalhar no laboratório, a empresa de fachada chegou a firmar parceria de R$ 31 milhões com o Ministério da Saúde para produzir medicamentos por cinco anos. O convênio foi cancelado depois de denúncias da imprensa de que o doleiro comandava o laboratório suspeito.


O nome de Padilha surgiu em 28 de novembro de 2013. Naquele dia, a Polícia Federal interceptou troca de mensagens entre Youssef e o deputado federal André Vargas, que ontem se desfiliou do PT (leia mais na página 3). Os dois comentam sobre a indicação de Moura para a Labogen. O deputado paranaense, que renunciou ao cargo de vice-presidente da Câmara após a descoberta do envolvimento dele com Youssef, teria passado ao doleiro o contato do executivo e avisado que foi Padilha quem o indicou.

Marcus Cezar Ferreira de Moura trabalhava na coordenação de eventos do Ministério da Saúde. Filiado ao PT paulista entre 1994 e 2008, o ex-assessor chegou a trabalhar, em 2010, na campanha da presidente Dilma Roussef. Logo que deixou o Ministério da Saúde, em agosto de 2011, Moura foi para a Geap, entidade privada que, à época, administrava planos de saúde e de previdência. Dois ex-dirigentes da Geap, ouvidos pelo Correio em reserva, atestaram que Marcus dizia a todos ser amigo próximo do ex-ministro da Saúde e que estava no cargo por indicação dele. Lá, Moura foi assessor executivo parlamentar e de desenvolvimento de produtos e clientes.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio