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Scolari chama psicóloga para travar choro dos jogadores

Diário de Notícias|Pedro GuardaHoje

 
Scolari chama psicóloga para travar choro dos jogadores
Fotografia © Reuters

Depois de ter visto vários jogadores serem tomados pela emoção no final do encontro frente ao Chile, Scolari decidiu chamar a psicóloga Regina Brandão, com quem já tinha trabalhado nos tempos da seleção portuguesa.

Após ter visto os seus jogadores serem criticados por terem chorado durante o dramático desempate por grandes penalidades frente ao Chile, a equipa técnica do Brasil, liderada por Luiz Filipe Scolari, recorreu aos serviços de Regina Brandão, que integra desde terça-feira a comitiva brasileira.

Em declarações à imprensa brasileira, a psicóloga refutou as críticas que os jogadores brasileiros têm sofrido nos últimos dias: “Acho muito anti-ético as pessoas falarem na seleção sem saber das informações dos jogadores e do que é feito com a equipa”, atirou Regina Brandão, que já trabalhou com Scolari nos tempos em que o treinador liderava a seleção portuguesa.

E a verdade é que a aparente fraca capacidade dos jogadores “canarinhos” em controlar as emoções tem merecido fortes críticas por parte dos brasileiros. O antigo internacional Careca, que representou o Brasil nos Mundiais de 86 e 90, aponta a falta de liderança como motivo para o choro dos atletas:

“Nós tivemos sempre um líder dentro de campo, que se precisar de mandar o colega ir tomar banho, manda, mas no bom sentido. Neste grupo não existe isso”, referiu, aludindo ao facto do capitão Tiago Silva ter sido um dos jogadores que mostrou maior emoção no decorrer do jogo que opôs Brasil a Chile.

Acresce assim mais um problema para Scolari, que sexta-feira defronta a Colômbia, “equipa sensação” da prova, para os quartos de final do Mundial.

‘Ex-gays’ defendem psicóloga cassada no Paraná por fazer ‘cura gay’

Em rede social, internautas criam página para defender Marisa Lobo, que foi cassada pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná ao propor o tratamento da homossexualidade

IG

Paraná – No final da última semana, foi tornada pública a cassação da psicóloga paranaense Marisa Lobo pelo Conselho de Regional de Psicologia (CRP) do Paraná . Ela defende a terapia para tratar homossexuais que não aceitam sua orientação sexual, processo que ficou conhecido como ‘cura gay’. Se declarando como ‘ex-gays’, internautas foram às redes sociais defender Marisa na página Ex-gays no Facebook e criticar a decisão do órgão. 

Com depoimentos de pessoas que dizem ter abandonado homossexualidade, página Ex-Gays defende Marisa Lobo no Facebook. Nesse casal, a mulher diz ser ex-lésbica

Foto:  Reprodução Facebook

Foram postados na página depoimentos de pessoas que dizem ter abandonado a homossexualidade. Um deles é o pastor Joide Miranda, de 49 anos, que teve sua história contada pelo iG, em 2012. “Deus restaurou minha identidade sexual”, declarou Joide na ocasião. Ex-travesti, ele se casou depois com uma mulher, com a qual tem um filho.

Um foto de Joide e da família ilustra um dos textos da página Ex-gays. A imagem tem um texto atribuído a Edna, mulher do pastor, que diz: “Meu marido é ex-gay, ele existe. #repúdio ao Conselho de Psicologia. #MarisaLobo, obrigada por respeitar nossa existência. Edna e Joide Miranda”.

Com depoimentos de pessoas que dizem ter abandonado homossexualidade, página Ex-Gays defende Marisa Lobo no Facebook. Nesse casal, o marido é ex-gay

Foto:  Reprodução Facebook

Em sua descrição, a página Ex-gays define a homossexualidade como algo que pode ser mudado. “É possível deixar as práticas homossexuais! É um direito! É o que comprovam histórias de vida, livros, estudos e conteúdo científico”, defende os criadores da página, que não se identificam.

Marisa foi cassada pelo CRP do Paraná por defender uma opinião semelhante a deste texto.

Em 2012, ela chegou a ir ao Congresso Nacional em 2012 para pedir a alteração na resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbe psicólogos de oferecem tratamentos para ‘ tratar‘ a homossexualidade ou mesmo de se referir a esta orientação sexual como uma doença.

No mesmo ano, o deputado federal João Campos (PSDB-GO) propôs no Congresso uma mudança na resolução do CFP. Mas, após forte pressão popular, o projeto foi retirado da pauta do parlamento.