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Confiança do empresário de SP cai pelo 3º mês seguido

24/04/2014 

São Paulo, 24 – O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) no município de São Paulo registrou em abril a terceira queda mensal consecutiva, ao atingir 109,07 pontos, informou nesta quinta-feira, 24, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na comparação com os 110,9 pontos de março, a queda foi de 1,66%. O índice varia de 0 (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

De acordo com a associação, “o cenário de inflação em alta, a corrosão de renda e o crescimento pouco expressivo” foram os responsáveis pela redução do índice. Na comparação com o abril de 2013, a queda foi de 9,57%.

O Icec é construído sobre dois subíndices. O Indicador de Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec) registrou queda de 2,47%, chegando a 84,33 pontos, mas o Índice de Expectativa de Empresário do Comércio (IEEC), embora tenha recuado 1,58%, ficou em 141,54 pontos, nível considerado positivo pela federação.

Grandes, médias e pequenas empresas estão menos otimistas, mas a avaliação é pior entre as menores, com até 50 funcionários. Para esse grupo, o índice caiu 1,70% em abril e foi para 108,47 pontos.

Exportações de manufaturados à Argentina caem US$ 408 mi

24/04/2014 

São Paulo, 24 – A Argentina foi responsável por 26% da queda das exportações brasileiras de produtos manufaturados no primeiro trimestre. Ao todo, o País exportou US$ 18,2 bilhões no período, US$ 1,56 bilhão a menos que em igual intervalo do ano passado. Dessa diferença, US$ 408 milhões deixaram de ser vendidos para os argentinos.

As exportações de manufaturados para a Argentina nos primeiros três meses de 2014 somaram US$ 3,28 bilhões, ante US$ 3,69 bilhões do ano passado. “Automóveis, autopeças e motores foram responsáveis por 60% da queda”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi. Só em automóveis, os embarques caíram 31,5% no período e em autopeças, 19,8%.

Na tentativa de destravar o comércio de carros e peças, representantes dos governos e das montadoras do Brasil e da Argentina se reúnem na próxima semana, em São Paulo, para acertar um mecanismo de financiamento para as importações da Argentina.

Na sexta-feira, 25, o presidente da Associação Nacional dos fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, se reúne com o ministro do Desenvolvimento, Mauro Borges, em Brasília, para detalhar a proposta brasileira a ser apresentada na semana que vem.

Na terça-feira, 22, o encontro de representantes dos dois governos em Buenos Aires para avaliar o tema não foi conclusivo. Pelos cálculos da CNI, a Argentina só tem reservas para cobrir pouco mais de quatro meses de suas importações. As reservas do país são as mais baixas desde o início de 2006.

Restrições

Se for levado em conta o período de 2011 a 2013, o Brasil deixou de exportar US$ 2,2 bilhões em diversos produtos aos argentinos, tendo como base o nível de comércio entre os dois países verificado em 2011, ano em que as exportações brasileiras foram recorde.

Abijaodi ressalta que boa parcela da queda é resultado das medidas de restrição do governo argentino ao produto de origem brasileira. A crise argentina também tem sua parcela de responsabilidade, mas, o que se nota, segundo a CNI, é que a Argentina também está substituindo parte dos produtos brasileiros por mercadorias de outras regiões, especialmente da China.

De 2005 até agora, a participação dos produtos do Brasil nas importações da Argentina caiu 11,6 pontos porcentuais (de 36,4% para 24,8%). Já as compras da China foram ampliadas em 13,1 pontos (de 5,3% para 18,4%). “Por coincidência, o aumento da participação chinesa é quase o que desceu a participação brasileira”, destaca Abijaodi.

A CNI reconhece que os produtos brasileiros têm perdido “dinamismo e competitividade global, se concentrando cada vez mais na Argentina, especialmente nos setores de veículos e autopeças”. Por isso, a entidade defende a intensificação de medidas de apoio ao aumento da competitividade e acordos comerciais com outras regiões.

Após mais de um mês internado, vítima de queda de elevador morre na Santa Casa

De A Tribuna On-line

Morreu na noite desta segunda-feira, na Santa Casa de Santos, o aposentado Dorival Rezazhi, de 81 anos, uma das vítimas da queda do elevador do Centro de Diagnóstico do hospital, que fica no prédio da Avenida Ana Costa, 17. O acidente ocorreu no último dia 19 de março. Ele estava internado havia quase um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 

As causas da queda do elevador ainda estão sendo investigadas, afirmou a direção da Santa Casa, que ainda aguarda a conclusão do laudo técnico para se manifestar. Em nota, a instituição informou apenas que, durante o periodo de internação, prestou todo o atendimento necessário ao paciente e se solidariza com a família.

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Após o acidente, o elevador do Centro de Diagnóstico foi isolado para perícia técnica. O laudo ainda não foi divulgado

O episódio aconteceu por volta das 10h30 do dia 19 de março. Segundo testemunhas, o equipamento despencou do 1º andar até o poço.

Além do idoso, outras duas pessoas estavam dentro do elevador no momento do acidente. Todas foram socorridas e encaminhadas ao Pronto-Socorro da Santa Casa. Após despencar, o equipamento foi isolado para perícia técnica. 

Entrada de dólares no País tem queda em abril

Estadão Conteúdo

Apesar do forte fluxo de dólares para o Brasil registrado em março, que afetou positivamente a Bolsa e ajudou a valorizar o real, os dados do Banco Central mostram que houve um arrefecimento nas duas primeiras semanas de abril. Isso aconteceu porque o fluxo de saída também está grande e deixou o saldo líquido dos investimentos financeiros praticamente no zero a zero.
 
Até o dia 11, o saldo líquido do chamado fluxo financeiro, em que os recursos são destinados à Bolsa, aplicações de renda fixa ou mesmo investimento direto (em produção), foi de apenas R$ 69 milhões. Os dados diários mostram uma alta volatilidade e na primeira semana o fluxo estava negativo em R$ 1,7 bilhão. O dado positivo foi do fluxo comercial (exportação e importação), que teve entrada líquida de R$ 1 bilhão nas duas primeiras semanas do mês.
 
O professor Antonio Lacerda, da PUC-SP, diz que o Brasil voltou a se tornar atrativo para arbitragem neste ano com os títulos públicos pagando 13% de retorno. Mas isso causa uma forte volatilidade. A Bolsa subiu muito em março então logo no começo de abril muitos investidores estrangeiros se desfizeram das posições para ganhar não só com a alta auferida na Bolsa como com o dólar baixo, segundo um operador de banco estrangeiro. O economista do Santander, Maurício Molan, diz que o fluxo mais expressivo no entanto foi para a renda fixa.
 
O diretor da NGO Corretora, Sidnei Nehme, diz que o fluxo de dólares para o Brasil não explica a queda do dólar neste ano. Na quinta-feira, 17, fechou a R$ 2,24 e no começo do ano era de R$ 2,36. Ele lembra que com as vendas de dólares pelo BC – em decisão tomada no ano passado para evitar o uso das reservas para conter a escalada do dólar – os bancos estão com US$ 18 bilhões. Seria preciso uma entrada expressiva como esta, segundo Nehme, para explicar a queda do dólar neste ano. “A tendência é que suba porque não há fluxo para explicar o câmbio neste patamar”, diz Nehme. “É preciso olhar o que está saindo do País.”
 
O economista Antonio Madeira, da LCA Consultores, diz que a saída de dólares pode ser referente ao pagamento de dividendos por empresas, por exemplo. Os detalhes, entretanto, só serão conhecidos quando o BC divulgar a nota do setor externo. Mas ela tem um atraso e nesta semana, será divulgado a nota de março. O presidente Alexandre Tombini estimou na semana passada que o fluxo para o Brasil foi de US$ 8 bilhões, em março.

Mulher sobrevive à queda de altura de 35 metros da Ponte Rio-Niterói

AGÊNCIA BRASIL

Pela segunda vez este ano, uma pessoa caiu da Ponte Rio-Niterói e foi resgatada com vida pelo Corpo de Bombeiros. Por volta das 7h de hoje (19), uma mulher estava ao lado de seu carro, que havia enguiçado na pista sentido Niterói da ponte, na altura da Grande Reta, quando o veículo foi atingido por um ônibus que, momentos antes, havia se chocado com outro carro. Identificada apenas como Isabel Cristina, de 39 anos, ela acabou caindo de uma altura de 35 metros na Baía de Guanabara e foi socorrida por pescadores que estavam próximos ao local. De acordo com a concessionária CCR Ponte, Isabel estava acompanhada de uma sobrinha, menor de idade, que nada sofreu.

Bombeiros do Grupamento Marítimo de Botafogo e do quartel central resgataram a mulher, que foi levada para o Hospital Municipal Souza Aguiar, com fraturas no corpo. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, Isabel Cristina está lúcida e faz exames no hospital.

Em 3 de março deste ano, segunda-feira de carnaval, Marina Pinto Borges, de 22 anos, perdeu o controle de seu carro após uma freada. O veículo capotou e caiu da ponte, no sentido Niterói-Rio, e despencou de uma altura de 50 metros. Marina conseguiu sair do carro e ficou boiando até ser resgatada por bombeiros. 

Mulher cai da ponte Rio-Niterói após acidente

Estadão Conteúdo

Uma mulheImagemr caiu na manhã deste sábado (19) da Ponte Rio-Niterói, após uma colisão entre seu carro e um ônibus. A vítima foi levada com fraturas para o Hospital Souza Aguiar.

A mulher seguia do Rio de Janeiro para Niterói com a sobrinha quando seu carro enguiçou. A assessoria de comunicação da concessionária da ponte, CCR, disse que ela estava do lado de fora do veículo, da cor vermelha, quando, na colisão de um ônibus, foi arremessada do alto da ponte.

A sobrinha estava dentro do carro na hora do acidente e nada sofreu. Ela está no hospital junto com a tia e com funcionários da CCR que acompanharam o resgate.

Pescadores que estavam na Baía de Guanabara no momento do acidente a socorreram com uma boia. A mulher estava ferida, mas consciente e recebeu o primeiro atendimento pelo Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros (Gmar), que a encaminhou ao hospital.

Com aprovação em queda, Dilma divulgará marca social

Estadão Conteúdo

Dilma Rousseff

Dilma quer divulgar ações positivas do governo

Com a popularidade em queda, o patrimônio de “gerente” corroído e sob ameaça de uma CPI da Petrobras, a presidente Dilma Rousseff determinou aos ministros que adotem a estratégia da multiplicação das marcas do governo. A ordem é para que todos os auxiliares, sempre que fizerem discursos públicos, citem programas sociais como Mais Médicos, Pronatec, Prouni, Brasil Sem Miséria e Minha Casa, Minha Vida.

O roteiro de reação deve ser seguido mesmo se o tema da cerimônia não estiver relacionado a esses assuntos e os ministros forem de outras áreas. Pressionada por eleitores que exigem mudanças, como revelou a última pesquisa Ibope divulgada anteontem, Dilma quer destacar que muitos dos programas mencionados hoje por seus adversários são conquistas da administração do PT e representam “só um começo”.

“O principal cabo eleitoral do seu governo é você mesma”, disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em conversa com Dilma, no início do mês. “Os ministros têm de divulgar as ações do governo, dar respostas mais rápidas e traduzir todos esses números para a vida real. Ninguém sabe o que é PIB. A pessoa quer saber o que pode comprar no supermercado, se a vida melhorou ou não.

Ibope: avaliação positiva de Dilma cai 9 pontos

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A avaliação positiva do governo Dilma Rousseff caiu 9 pontos percentuais desde novembro do ano passado – de 43% para 34% em abril –, segundo pesquisa do Ibope divulgada nesta quinta-feira. Em março, 36% das pessoas ouvidas avaliavam o governo como bom ou ótimo. O levantamento foi divulgado pela Rede Globo. Seis porcento afirmaram que o governo é ótimo e 28% o consideraram bom. Para 34% dos entrevistados, o governo é regular, enquanto 14% disseram ser ruim e 16% consideraram péssimo, somando 30% de avaliação negativa. Dos entrevistados que desejam mudanças no governo, 64% esperam que elas sejam implementadas por outro presidente e não por Dilma, enquanto para 25% as mudanças poderiam ser realizadas pela própria Dilma. A pesquisa Ibope também mostrou queda nas intenções de voto em Dilma de 40% em março para 37% em abril. O levantamento Ibope foi realizado entre os dias 10 e 14 de abril em 140 municípios com 2002 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

 

 

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