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Imprensa internacional rasga elogios a Simeone, campeão pelo Atlético de Madrid

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No dia seguinte ao título espanhol do Atlético de Madrid, a imprensa esportiva mundial ficou rendida ao time. Principalmente ao seu técnico, Diego Simeone. O argentino foi celebrado em diversos países e colocado como principal responsável pela campanha do Colchonero, que ainda está na final da Liga dos Campeões.

“Nem Barcelona, nem Real Madrid. Atlético de Madrid. Empatou no Camp Nou contra a equipe de Messi, Martino e companhia. O aplauso da torcida rival diz tudo”, disse o “Olé”, jornal esportivo da Argentina, país de Cholo e Messi.

Na Itália, onde jogou em três clubes diferentes, também recebeu elogios.

“Sorte, cansaço, medo. Jogo a jogo, Cholo Simeone levou o Atlético à sua décima Liga. Fez um time com paixão, trabalho, solidariedade, esforço e unidade”, disse o “La Gazzetta dello Sport”.
Quem mudou um pouco o discurso foi a imprensa uruguaia. Claro. O zagueiro Godín foi o herói do título ao marcar o gol de empate contra o Barcelona.

“Um herói discreto. Ofuscado por estrelas como Diego Costa, Arda Turan ou David Villa, forma uma das melhores duplas de defesa do mundo com Miranda”, destacou o “El Observador”.

Com muito sofrimento, Atlético leva o título espanhol

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Foram 18 anos sem o Atlético de Madrid ser campeão espanhol, e 10 com o título apenas nas mãos de Real Madrid e Barcelona, mas enfim o Colchonero soltou o grito. E foi com muito sofrimento. Com 20 minutos, o time da capital perdeu Diego Costa e Arda Turan, pouco depois levou o gol, mas Godín garantiu o empate em 1 a 1 no Camp Nou e o título para o Atlético.

Parte da temporada do Atlético de Madrid está coroada com o título. Mas o time ainda pode levantar outro troféu, e importante. No próximo sábado tem a final da Liga dos Campeões contra o Real Madrid. Tudo isso dedicado a Luís Aragonés, um dos maiores ídolos da história do clube, que morreu neste ano.

Jogo

O jogo não demorou nada para ficar dramático. Até os 20 minutos estava bom, com os dois times atacando, sem chances claras, é verdade, mas a intensidade era grande. O Barcelona, sem Xavi e Neymar, conduzia bem o jogo, com Iniesta e Fàbregas liderando ao lado de Messi, e o Atlético de Madrid conseguia encaixar bons contra-ataques.

O atlético de Madrid arrancou um empate na casa do Barcelona e levantou a taça do Campeonato Espanho

O atlético de Madrid arrancou um empate na casa do Barcelona e levantou a taça do Campeonato Espanhol

Mas o título parecia que ia começou a ficar com o Barcelona logo aos 12 minutos de jogo. Diego Costa corria para um contra-ataque e sentiu dores. Ficou no chão, tentou voltar, mas não deu. Pouco depois foi a vez de Arda Turan. O Atlético perdia suas referências na frente, ainda mais em uma tarde pouco inspirada de Villa.

Golpe e golaço

O golpe mais duro veio ainda no primeiro tempo. E com muito estilo. Fàbregas tocou para Messi pelo alto, de dentro da área o argentino ajeitou para Sánchez, que acertou um lindo chute na diagonal no ângulo de Courtois. Golaço.

O Atlético ficou visivelmente abatido com todos esses fatos e demorou para se recuperar. Ainda fez uma pressão no fim, quase se aproveitou de um Pinto atabalhoado, mas foi para o intervalo na desvantagem e perdendo o título.

Pressão

Na volta para o segundo tempo, o Atlético de Madrid parecia que era outro time em relação ao que começou o jogo. Apenas em três minutos, Villa já teve três oportunidades e poderia ter empatado. Enquanto isso, o Barcelona ficava acuado. O prêmio pelo empenho veio rápido. Ainda nesta fase do jogo, saiu o gol.

Escanteio do lado direito de ataque, ninguém do Barça sobe, Godín vai lá no alto e cabeceia bonito. Na sequência, o Atlético de Madrid se animou e continuou no ataque. Era a vez do time da casa não saber muito o que fazer.

Neymar

O Barcelona ensaiou uma pressão, o brasileiro entrou ligado, e até saiu um gol. Porém, Messi estava na banheira e subiu a bandeira.

Aos poucos, o Barcelona começou a demonstrar nervosismo. Na reta final entrou Xavi, e a pressão aumentou. O Atlético ficava todo atrás, e até teve contra-ataques. Mas o jogo era segurar mesmo lá atrás, e conseguiu. Não levou mais gols e enfim gritou que é campeão. E sábado que vem tem mais.

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