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Três soldados israelenses morrem em operação militar em Gaza

Três soldados israelenses morreram nesta quarta-feira em uma operação em Gaza, informou o exército.

Os três militares morreram em uma explosão quando acabavam de descobrir um túnel palestino em uma casa do sul da Faixa de Gaza, segundo o comunicado militar.

“A casa e o túnel tinham artefatos explosivos que foram detonados contra os soldados”, acrescenta o texto.

Com essas mortes, sobe para 56 o número de soldados israelenses mortos desde o início do conflito em 8 julho.

Após ataque a escola, Israel decreta trégua humanitária de quatro horas em Gaza

Bombardeios israelenses atingiram nesta quarta-feira uma escola administrada pela ONU na Faixa de Gaza.

Bombardeios israelenses atingiram nesta quarta-feira uma escola administrada pela ONU na Faixa de Gaza.

REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa

Israel adota uma “trégua humanitária” unilateral nesta quarta-feira (30) na Faixa de Gaza, entre 8h e 12h pelo horário de Brasília. Um comunicado militar esclarece que “a interrupção não se aplica a zonas onde soldados estão atualmente envolvidos em operações”.

 

O Exército também recomendou aos moradores de áreas afetadas por uma ordem de evacuação a não retornar a esses locais e advertiu que responderá a “qualquer tentativa de agressão a soldados ou civis israelenses”.

Pelo menos 76 palestinos foram mortos nesta quarta-feira em Gaza, onde o Exército de Israel intensificou sua ofensiva contra o movimento islâmico Hamas. O balanço de vítimas palestinas chegou a 1.290 mortos e 7.200 feridos, desde o início da guerra, em 8 de julho. O campo israelense contabiliza 53 soldados mortos e três civis.

Israel havia declarado no último sábado uma trégua humanitária de 12 horas, prolongada por quatro horas, mas as hostilidades foram retomadas antes do final do prazo.

Outra breve trégua não-declarada aconteceu na manhã de segunda-feira, para a festa muçulmana do Eid al-Fitr, ao final do Ramadã. Nesse caso, os combates também foram retomados rapidamente.

A agência da ONU de Ajuda aos Refugiados Palestinos (UNWRA) acusou formalmente o Exército de Israel de “grave violação do direito internacional”, após um bombardeio que matou 16 palestinos em uma das escolas da ONU na Faixa de Gaza. A ONU conclama a comunidade internacional “a agir rapidamente para colocar um fim imediato à carnificina em Gaza”.

Bombardeio mata oito crianças palestinas que brincavam num parquinho em Gaza

Criança palestina, vítima do ataque israelense contra uma escola da ONU em Gaza, espera por atendimento no hospital.

Criança palestina, vítima do ataque israelense contra uma escola da ONU em Gaza, espera por atendimento no hospital.

REUTERS/Finbarr O’Reilly/Files

Dez palestinos, incluindo oito crianças, morreram nesta segunda-feira (28) em um bombardeio ao campo de refugiados de Al Chati, na cidade de Gaza. As crianças teriam sido atingidas quando brincavam no parquinho do campo, na beira da praia. Quatro civis israelenses morreram, por sua vez, devido à explosão de um morteiro lançado de Gaza. O artefato caiu perto da fronteira, na região de Eshkol, no sul de Israel.

 

O bombardeio ao campo de refufiados de Al Chati deixou 40 feridos. Os corpos das crianças e de dois adultos foram levados para o hospital de Chifa, o maior do enclave palestino, que também foi alvo de uma explosão. Apenas um muro do estabelecimento foi danificado. O Exército de Israel acusa o Hamas pelos dois incidentes. Um comunicado militar afirma que eles foram provocados por “foguetes mal direcionados pelos terroristas de Gaza”.

Durante a madrugada e o período da manhã, os bombardeios diminuíram de ambos os lados, dando a impressão que havia uma trégua não-declarada entre os beligerantes. Porém, à tarde, os disparos recomeçaram.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que a declaração do Conselho de Segurança da ONU exigindo um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza “não atende às exigências de segurança de Israel, principalmente no que diz respeito à desmilitarização” do território palestino.

Netanyahu conversou por telefone com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e lamentou que o texto do Conselho não faça alusão “aos ataques contra a população civil israelense nem ao uso dos palestinos como escudos humanos pelo Hamas”.

Ban Ki-Moon pede “humanidade” aos dirigentes

Ban Ki-Moon reiterou o apelo para que Israel e o Hamas ponham um fim ao conflito em Gaza, insistindo na necessidade de ambas as partes “honrarem” os pedidos de cessar-fogo da comunidade internacional. “Em nome da humanidade, a violência tem de parar”, disse o secretário-geral da ONU.

Ontem, reunidos emergencialmente em Nova York, os 15 países do Conselho de Segurança da ONU pediram que Israel e o Hamas aplicassem uma trégua humanitária durante e depois da festa muçulmana do Eid al-Fitr, que marca, nesta segunda-feira, o fim do jejum do Ramadã. O Conselho pediu assistência humanitária à população de Gaza, com o aumento das contribuições ao escritório da ONU para os refugiados palestinos.

Palestinos de Jerusalém pedem fim da ofensiva

Cerca de 45 mil palestinos se reuniram na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel, para manifestar neste último dia do Ramadã um fervoroso apoio aos moradores de Gaza.

Muitos participantes usavam camisetas com frases de solidariedade aos vizinhos, como “estamos com vocês nesta festa do Eid al-Fitr” e “daremos nosso sangue por Gaza”. Outros vestiam camisetas de apoio ao braço armado do Hamas, as Brigadas Ezzedine al-Qassam, com dizeres do tipo “sequestrem mais soldados israelenses”.

A polícia israelense se manteve à distância dos manifestantes.

Faixa de Gaza tem trégua não-declarada para festa religiosa muçulmana

Criança palestina, vítima do ataque israelense contra uma escola da ONU em Gaza.

Criança palestina, vítima do ataque israelense contra uma escola da ONU em Gaza.

REUTERS/Finbarr O’Reilly/Files

O Conselho de Segurança da ONU adotou na madrugada desta segunda-feira (28) uma declaração unânime exigindo um “cessar-fogo humanitário imediato e incondicional” na Faixa de Gaza. Desde ontem, as hostilidades praticamente pararam, por conta da festa muçulmana do Eid al-Fitr, que marca o fim do jejum do Ramadã.

 

Os 15 países reunidos emergencialmente em Nova York pediram que Israel e o Hamas apliquem essa trégua “plenamente”, não só durante a data religiosa, mas depois também. E, que respeitem o direito internacional, principalmente no que diz respeito à proteção dos civis.

O Conselho pediu assistência humanitária à população de Gaza, com o aumento das contribuições ao escritório da ONU para os refugiados palestinos. Em alusão ao bombardeio de uma escola das Nações Unidas, o comunicado frisa que instalações civis e humanitárias devem ser respeitadas e protegidas. Único membro árabe do Conselho, a Jordânia pediu que a declaração seja adotada solenemente sem demora.

O embaixador palestino na ONU, Ryad Mansur, lamentou que o Conselho não tenha pedido o fim do embargo israelense a Gaza e que tenha optado por uma simples declaração no lugar de uma resolução. Do lado israelense, o embaixador Ron Prosor condenou o texto por não citar o Hamas nem seus foguetes. Ele voltou a acusar o movimento islâmico de usar a população como escudo humano.

Desde ontem à noite, os ataques praticamente cessaram, por ocasião da festa muçulmana. Um porta-voz do Hamas afirmou que “Israel será responsabilizado por qualquer escalada durante o Eid al-Fitr”. De acordo com o exército israelense, desde as 23 horas do domingo, o Hamas não atira nenhum foguete e Israel não realiza nenhum ataque aéreo.

Apesar disso, hoje de manhã, dois palestinos que haviam sido feridos na semana passada morreram na Faixa de Gaza. Com isso, o número de palestinos mortos desde o início da operação Limite Protetor, em 8 de julho, chega a 1.035. Os hospitais de Gaza receberam 6.200 feridos. Do lado israelense, o conflito deixou até agora 43 soldados mortos e três civis, atingidos pelos foguetes do Hamas.

Israel admite ter bombardeado escola em Gaza

Exército disse que apenas respondeu a um ataque, mas que um se tiro se perdeu a atingiu local

Região de Beit Hanoum sofreu um grande ataque israelense / Marco Longari / AFPRegião de Beit Hanoum sofreu um grande ataque israelenseMarco Longari / AFP

O Exército de Israel admitiu neste domingo ter disparado um morteiro contra uma escola da ONU na Faixa de Gaza, onde 15 refugiados morreram na quinta-feira, mas afirmou que não havia pessoas no local no momento do impacto.

Segundo o porta-voz do Exército Peter Lerner, que apresentou as conclusões de uma investigação interna, militantes palestinos dispararam tiros de morteiro e foguetes antitanque contra as tropas israelenses a partir dos arredores da escola da ONU em Beit Hanoun, no norte da Faixa de Gaza.

O Exército hebreu respondeu ao ataque palestino com disparos de morteiro, e “apenas um perdido atingiu o pátio da escola”, que naquele momento estava “completamente vazia”.

“Rejeitamos as afirmações de vários responsáveis, realizadas logo após o incidente, de que a morte de pessoas no perímetro da escola foi causada por uma atividade operacional do Exército israelense”.

Um fotógrafo da AFP esteve na escola em questão, onde observou poças de sangue. Os serviços de emergência palestinos informaram que 15 pessoas morreram e 200 ficaram feridas no local.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, confirmou na ocasião a morte de várias pessoas, incluindo “mulheres e crianças”.

Segundo Lerner, uma possibilidade é que a escola tenha sido utilizada como local de primeiros socorros para pessoas feridas durante os combates.

Jovens palestinos são mortos em confrontos na Cisjordânia

Dois jovens palestinos, de 16 e 18 anos, foram mortos em confrontos com o Exército israelense e com colonos judeus na madrugada deste sábado, na Cisjordânia, informaram fontes da segurança palestina.

O jovem de 16 anos morreu e cinco ficaram feridos em confrontos em uma localidade ao sul de Belém. O de 18 anos foi morto quando protestava diante do posto militar de Jalama, no norte da Cisjordânia.

De Belém a Hebron, passando por Nablus, cenas que lembravam uma Intifada se multiplicaram nesta sexta, e também em Jerusalém Oriental, onde as forças israelenses de segurança responderam com tiros depois de terem sido atacadas com pedras, segundo um fotógrafo da AFP.

Intifada é o nome dado aos movimentos de revolta generalizada contra Israel.

Na sexta-feira, outros seis palestinos foram mortos na Cisjordânia em atos violentos no “dia da ira” decretado pelas principais organizações palestinas para protestar contra a operação militar israelense na Faixa de Gaza.

Um forte esquema de segurança foi montado para um dia considerado de alto risco: a último sexta-feira do Ramadã, o mês sagrado do Islã.

Em Nablus, houve um tiroteio durante uma manifestação depois da oração semanal, quando fiéis muçulmanos apedrejaram colonos israelenses que passavam de carro.

Os colonos responderam e mataram a tiros um jovem de 18 anos. O Exército israelense chegou e atirou nos manifestantes palestinos, matando um de 22 anos e ferindo três.

De acordo com a rádio do Exército israelense, uma mulher do grupo de colonos foi a autora dos disparos. Uma porta-voz militar israelense limitou-se a confirmar à AFP que “alguns colonos se envolveram” em episódios de violência.

Soldados israelenses também mataram três palestinos de 30, 39 e 46 anos na cidade de Beit Ommar, perto de Hebron, em uma manifestação com centenas de pessoas, segundo fontes médicas palestinas.

Os funerais dos três homens foram realizados sob forte tensão na noite de sexta-feira e novos confrontos foram registrados, segundo um correspondente da AFP.

Soldados palestinos mataram um palestino de 27 anos na noite de sexta em Al-Arub, perto de Hebron, segundo fontes hospitalares.

Uma contagem da AFP indica 12 palestinos mortos nos últimos dias na Cisjordânia.

Ao menos 76 corpos retirados de escombros em Gaza

Trégua permitiu envio de água, alimentos e medicamentos à população

Trégua permitiu envio de água, alimentos e medicamentos à população<br /><b>Crédito: </b> Gil Cohen-Magen / AFP / CP
Trégua permitiu envio de água, alimentos e medicamentos à população 
Crédito: Gil Cohen-Magen / AFP / CP

Ao menos 76 corpos foram encontrados neste sábado entre os escombros na Faixa de Gaza, segundo um balanço divulgado por equipes de resgate palestinas cinco horas após a entrada em vigor de uma curta trégua humanitária. Os restos mortais foram transferidos a diferentes necrotérios e hospitais, acrescentou a fonte.

Um funcionário israelense citado pelo jornal Haaretz revelou que o cessar-fogo deve permitir o envio de água, alimentos e medicamentos à população na Faixa de Gaza, onde as organizações internacionais poderão entregar ajuda humanitária.

Trégua

O secretário americano de Estado, John Kerry, obteve um cessar-fogo humanitário de doze horas neste sábado na Faixa
de Gaza, após o fracasso em estabelecer uma trégua estável nos combates entre Israel e o movimento radical islâmico Hamas. O Exército israelense e o Hamas confirmaram um cessar-fogo humanitário a partir das 8h local (2h Brasília) na Faixa de Gaza, por um período de 12 horas.

“Israel concordou com um cessar-fogo a partir das 7h de sábado” (01h Horário de Brasília), declarou uma autoridade americana, que acompanha o secretário de Estado John Kerry. O chefe da diplomacia americana deixou nesta sexta o Cairo sem ter conseguido um acordo para um cessar-fogo mais longo entre Israel e o Hamas. 

Um dirigente do movimento islâmico palestino Hamas disse nesta sexta-feira à agência de notícias AFP que seu grupo observará um cessar-fogo de 12 horas a partir da manhã deste sábado na Faixa de Gaza. A fonte pediu para não ser identificada.

Balanço

Desde o início do conflito, no dia 8 de julho, a ofensiva israelense causou a morte de quase 850 palestinos, incluindo cerca de 200 crianças, enquanto Israel perdeu 36 soldados. Três civis também morreram em Israel atingidos por foguetes disparados a partir da Faixa de Gaza.

Fonte: AFP

Israel rejeita plano de trégua em Gaza, diz mídia local

Secretário de Estado norte-americano John Kerry pedia uma trégua temporária, paran realização de conversações indiretas sobre o alívio do bloqueio a Faixa de Gaza

Meios de comunicação israelenses disseram que o gabinete de segurança do país rejeitou por unanimidade uma proposta dos Estados Unidos para uma pausa temporária nos combates entre Israel e Hamas. 

A proposta apresentada pelo secretário de Estado norte-americano John Kerry pedia uma trégua temporária, durante a qual Israel e o Hamas realizariam conversações indiretas sobre o alívio do bloqueio a Faixa de Gaza. O Hamas exige que as passagens de fronteira com o território costeiro sejam abertos. 

A televisão israelense informou que na noite desta sexta-feira o gabinete de segurança de Israel, que agrupa os principais Ministérios relacionados a questões de segurança, rejeitou a proposta principalmente porque ela significaria que Israel teria de interromper seus atuais esforços para destruir os túneis do Hamas, que ligam Gaza ao território israelense. 

O governo de Israel não havia se pronunciado oficialmente sobre o assunto. Fonte: Associated Press.

Fonte: Agência Estado

Brasil rebate críticas de Israel

São Paulo (AE) – O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, rebateu ontem as declarações do porta-voz da Chancelaria de Israel, que teria chamado o Brasil de “anão diplomático” ao criticar a decisão do País de chamar para consultas seu embaixador em Tel-Aviv por causa da ofensiva militar israelense contra a Faixa de Gaza. Em evento em São Paulo, o ministro também rebateu nota da Chancelaria israelense que afirmou que a decisão brasileira ignorava o direito de Israel de se defender.

Figueiredo contesta reação de Israel à posição brasileira

Figueiredo contesta reação de Israel à posição brasileira

“Somos um dos 11 países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os membros da ONU e temos um histórico de cooperação pela paz e de ação pela paz internacional. Se há algum anão diplomático, o Brasil não é um deles”, disse o ministro, citado pela agência Reuters. “Não contestamos o direito de Israel de se defender, jamais contestamos isso. O que contestamos é a desproporcionalidade das coisas”, acrescentou.

De acordo com a agência de notícias palestina Ma’an News, 116 palestinos foram mortos por ataques israelenses em Gaza ontem, elevando a 797 o número de mortos desde o início da ofensiva militar; no mesmo período, 31 soldados israelenses foram mortos por foguetes disparados desde Gaza.

Mais cedo, o Ministério das Relações Exteriores israelense havia reagido às críticas feitas pelo Brasil à postura de Israel no conflito com os palestinos na Faixa de Gaza. As autoridades israelenses chamaram o País de “anão diplomático”. “Essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua sendo um anão diplomático”, disse o porta-voz Yigal Palmor nesta quinta-feira, 24, de acordo com o jornal The Jerusalem Post.

Na quarta-feira, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou uma nota afirmando que o País considera “inaceitável” o conflito e chamou para consultas o embaixador brasileiro em Tel-Aviv, Henrique Sardinha. “Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças”, dizia a nota da chancelaria brasileira.

Mulheres apoiam Israel com fotos sensuais

As moças aparecem em imagens sensuais, com decotes, e com a mensagem “I love IDF”

Mulheres aparecem com mensagens no corpo / Reprodução/FacebookMulheres aparecem com mensagens no corpoReprodução/Facebook

Da Redação noticias@band.com.br
 
Uma página no Facebook em apoio ao Exército israelense causou polêmica na internet. A página convida mulheres a revelar o apoio pintando o corpo com mensagens aos soldados. As informações são do jornal The Huffington Post.

As moças aparecem em imagens sensuais, com decotes, e com a mensagem “I love IDF”. 
Segundo descrição da página, “estamos aqui como um ato de agradecimento, vocês são nossos heróis. A beleza das meninas de Israel está esperando por você, em casa. Voltem para nós”.

A página na rede social promete também que, a cada mês, um soldado israelense será escolhido para receber um “tratamento especial”.