Arquivo da tag: SPFC

São Paulo perde do Goiás

Estadão Conteúdo

Com Kaká, Ganso e Kardec no time e Pato no banco, o São Paulo não tem problemas de elenco. A impressão, porém, é que a equipe é mal treinada. Neste domingo, com muita deficiência na transição entre os setores do time, o São Paulo perdeu de 2 a 1 do Goiás, em Goiânia, na reestreia de Kaká, que foi o melhor em campo e foi recompensado com um gol no segundo tempo. Os gols de Amaral e Bruno Mineiro saíram em jogadas pelo alto, deficiência da zaga tricolor.
 
A derrota é a segunda seguida do São Paulo, que vinha de um revés para a Chapecoense em pleno Morumbi. A sequência de jogos contra times de menor expressão, que era vista como oportunidade para fazer a equipe embalar, acaba tendo efeito contrário. Estacionado nos 19 pontos, o São Paulo de Muricy Ramalho já está a nove do líder Cruzeiro.
 
O Goiás, por sua vez, venceu pela primeira vez no Serra Dourada neste Brasileirão, na 12.ª rodada. A equipe, que não marcava um gol há quatro jogos, segue com uma das melhores defesas do campeonato, com oito gols sofridos, apenas. Com 20 pontos, fica em sétimo.
 
O próximo compromisso do São Paulo é quarta-feira, contra o Bragantino, pela Copa do Brasil, em Ribeirão Preto (SP). No sábado, o rival é o Criciúma, numa pouco atrativa reestreia de Kaká no Morumbi. O Goiás, por sua vez, joga domingo pelo Brasileirão, contra o Flu, no Rio.
 
O JOGO – Com Antonio Carlos vetado por conta de dores na panturrilha esquerda, sentidas no sábado, Muricy Ramalho ficou na dúvida se escalava Rodrigo Caio na zaga ou no meio-campo, como havia planejado. Fez as duas coisas. O jogador era defensor quando o Goiás atacava e volante no ataque. 
 
Parecia uma boa opção para o São Paulo, que tinha as reestreias de Rafael Toloi e Kaká. O craque começou o jogo na ponta direita depois mudou de lado com Ademilson, indo jogar na esquerda, mas era quando caia pelo meio que ele rendia melhor. 
 
Num primeiro tempo ruim, só Kaká jogou pelo São Paulo. No seu primeiro jogo, já assumiu o posto de “dono do time”. Orientava os colegas, como um capitão, cobrava falta, escanteio, e tentava ditar o ritmo. Só que Alan Kardec não conseguia acertar uma jogada e Ganso estava nos seus dias de dispersão. 
 
Enquanto Muricy cobrava maior velocidade na transição, o São Paulo assustava pouco. Em 45 minutos, só Kaká chutou. Mandou uma bola fraca nas mãos de Renan, mandou chute quicado para fora e parou no goleiro na melhor jogada de ataque tricolor do primeiro tempo, mas a jogada estava parada por impedimento.
 
Do outro lado, o Goiás aproveitava a liberdade que Muricy deu para Douglas e Alvaro Pereira e jogava pelas laterais, alçando bolas na área. A zaga tirou todas até os 44 minutos, quando David bateu falta e Amaral cabeceou no ângulo, sem chances para Rogério Ceni.
 
No intervalo, Muricy trocou Ademilson por Pato, mas o Goiás fez o segundo aos 3 minutos. Após cobrança de escanteio, Rodrigo Caio rebateu e a bola subiu muito. No “deixa que eu deixo”, quatro são-paulinos viram Amaral cabecear no meio deles e tocar para Bruno Mineiro fazer.
 
Precisando de dois gols, o São Paulo acordou. O rendimento de Kaká caiu, pela falta de ritmo, mas o time tricolor passou a jogar mais perto do gol do Goiás, assustando Renan diversas vezes. O goleiro chegou a fazer uma grande defesa aos 9, em chute cruzado de Alan Kardec, mas Pato errou no rebote.
 
Quando Maicon entrou no lugar de Lucão, o São Paulo ganhou organização no meio-campo. A recompensa veio num lance de sorte, em que a zaga do Goiás errou e tocou para trás, dando nos pés de Kaká para ele tocar antes de Renan e fazer 2 a 1.
 
Passando a acreditar pelo menos no empate, Muricy trocou Souza por Osvaldo e deixou o São Paulo com três atacantes e três meias. Do outro lado, 11 jogadores defendendo. A pressão acabou por dar em nada. 
 
FICHA TÉCNICA:
 
GOIÁS 2 X 1 SÃO PAULO
 
GOIÁS – Renan; Moisés, Jackson, Pedro Henrique e Lima; Amaral, Thiago Mendes, David e Ramon (Tiago Real); Erik (Valmir Lucas) e Bruno Mineiro (Wellington Júnior). Técnico – Ricardo Drubscky.
 
SÃO PAULO – Rogério Ceni; Rafael Toloi, Rodrigo Caio e Lucão (Maicon); Douglas, Souza (Osvaldo), Paulo Henrique Ganso, Kaká e Alvaro Pereira; Ademilson (Alexandre Pato) e Alan Kardec. Técnico – Muricy Ramalho.
 
GOLS – Amaral, aos 44 minutos do primeiro tempo; Bruno Mineiro, aos 3, e Kaká, aos 31 minutos do segundo tempo.
 
ÁRBITRO – Leandro Pedro Vuaden (Fifa/RS).
 
CARTÕES AMARELOS – David e Erik (Goiás); Paulo Henrique Ganso (São Paulo).
 
RENDA – R$ 538.155,00.
 
PÚBLICO – 12.847 pagantes.
 
LOCAL – Estádio do Serra Dourada, em Goiânia (GO).

Cenário financeiro desfavorável no Tricolor não apaga sonho por Kaká

Lancepress

Embora o presidente  Carlos Miguel Aidar tenha assumido um cenário financeiro desfavorável na reunião do Conselho Deliberativo na última segunda-feira, o São Paulo ainda sonha com a volta do meia Kaká, do Milan (ITA). A vinda do jogador não custaria nada para o Tricolor.

O atleta tem mais um ano de contrato com o clube italiano, mas a não classificação para a Liga dos Campeões da Europa permite a liberação imediata, sem custos. O empecilho seria o ‘gordo’ salário do jogador. Atualmente, ele recebe cerca de R$ 2 milhões por mês, valor que era 40% maior nos tempos de Real Madrid (ESP).

Imagem do jogador junto à torcida e o perfil de bom moço, segundo diretoria, são fatores que podem a

Imagem do jogador junto à torcida e o perfil de bom moço, segundo diretoria, são fatores que podem ajudar na contratação

A relação próxima de Kaká com o clube – o DNA tricolor exaltado pelo mandatário – é a principal arma são-paulina para concretizar a volta do ídolo. A forte imagem do jogador junto à torcida e o perfil de bom moço são fatores que podem atrair parceiros, investidores e patrocinadores para auxiliar no negócio.

O presidente do São Paulo já condicionou o retorno de Kaká à vontade do meia e disse, “em caráter oficial” que ele só não volta ao clube que o revelou se não quiser. O mandatário, porém, ressaltou que as negociações e um plano para o retorno dele só começarão a ser desenvolvidos quando o jogador demonstrasse interesse.

Corinthians sai na frente, mas São Paulo busca empate

Estadão Conteúdo

Demorou quase 40 minutos para que alguém desse o primeiro chute a gol na Arena Barueri. Mas, no fim, São Paulo e Corinthians fizeram um bom clássico neste domingo, pela quarta rodada do Brasileirão. Fagner abriu o placar e Luis Fabiano deixou tudo igual, depois de mais uma assistência de Paulo Henrique Ganso. O 1 a 1 acabou sendo mesmo o resultado mais justo.

Líder no começo da rodada, o Corinthians caiu para o terceiro lugar, com oito pontos. Ao ver Luis Fabiano empatar, sofreu seu primeiro gol no Brasileirão. A equipe, eliminada na primeira fase do Paulista, não tinha sua defesa vazada desde que levou 3 a 2 do São Paulo, em 9 de março.
 

N/A

Luis Fabiano é marcado por dois jogadores rivais em cobrança de escanteio a favor do São Paulo

 

Já o São Paulo, que mandou o jogo em Barueri porque o Morumbi recebeu shows durante a semana e a CBF não aceitou a inversão de mando, agora é o nono, com seis pontos. De qualquer forma, ainda está invicto, com uma vitória e três empates seguidos.

Domingo que vem o Corinthians joga pela primeira vez no Itaquerão, diante do Figueirense. O São Paulo vai ao Rio pegar o Flamengo no Maracanã, outro estádio da Copa.

O JOGO 

Com Pato e Jadson vetados por força dos acordo entre as diretorias, que trocaram os jogadores, os dois treinadores tiveram que mexer em seus times. Muricy Ramalho escolheu Ademilson, que jogava aberto pela ponta direita. No Corinthians entrou Danilo, que sempre atua bem contra o ex-time.

Os minutos iniciais foram comandados pelo São Paulo, que mal deixou o Corinthians passar do meio-campo. Souza e Maicon começavam as jogadas, desarmando, mas a falta de mobilidade impedia que os atacantes criassem chances de gol. Em meia hora de domínio tricolor, nenhum chute.

Só quando o Corinthians passou a trabalhar mais a bola, com os jogadores mais compactados, é que conseguiu equilibrar o jogo. Deu o primeiro chute, com Danilo, e logo Ganso respondeu, fazendo Cássio trabalhar. Depois isso começou um clássico de verdade.

Rogério Ceni salvou o São Paulo numa defesa à queima-roupa de Ralf, na pequena área. Do outro lado, já aos 44, Osvaldo ganhou de Cléber na corrida, invadiu a área, chutou cruzado, mas mandou para fora. O zagueiro fez falta no atacante, mas o são-paulino abriu mão do pênalti para tentar o chute.

Na volta para o segundo tempo, o Corinthians era mais atrevido. E não demorou a abrir o placar. Aos 3 minutos, Romarinho carregou a bola e abriu com Guerrero. O peruano voltou para Danilo, que tocou para Fagner receber na direita e fazer 1 a 0. Osvaldo não acompanhou o lateral.

Mais do que acordar o São Paulo, o gol ligou Paulo Henrique Ganso, que parecia fora de sintonia. Não demorou para o que o meia criasse duas boas oportunidades, que não chegaram a dar trabalho a Cássio, mas que mostraram que o time tricolor estava no jogo.

Pabon entrou, também para pilhar a partida, mas era em Ganso e Luis Fabiano que o São Paulo dependia. Os dois funcionaram aos 35 minutos. O meia finalmente acertou uma bola enfiada, desta vez no meio de cinco corintianos, o centroavante foi mais rápido que Cleber, bateu meio que de carrinho, e mandou para dentro.

FICHA TÉCNICA:

SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS

SÃO PAULO – Rogério Ceni; Luis Ricardo, Antonio Carlos, Rodrigo Caio e Alvaro Pereira; Souza, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Ademilson (Pabón), Osvaldo (Boschilia) e Luis Fabiano. Técnico – Muricy Ramalho.

CORINTHIANS – Cássio; Fagner, Cléber, Gil e Fábio Santos; Ralf, Guilherme, Petros (Bruno Henrique) e Danilo (Renato Augusto); Romarinho (Luciano) e Guerrero. Técnico – Mano Menezes.

GOL – Fagner, aos 3, e Luis Fabiano, aos 35 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Raphael Klaus (SP).

CARTÕES AMARELOS – Maicon, Alvaro Pereira, Luis Ricardo (São Paulo), Luciano e Petros (Corinthians).

RENDA – R$ 244.775,00.

PÚBLICO – 14.000 pagantes.

LOCAL – Arena Barueri, em Barueri (SP).

São Paulo flerta com maior vexame e joga sob pressão

Mais do que continuar vivo na busca por um título que nunca conquistou, o São Paulo entra em campo na noite desta quarta-feira, no Pacaembu, pressionado para evitar o meior vexame de sua história na Copa do Brasil. Contra o CRB, o time comandado por Muricy Ramalho precisa vencer por 1 a 0 ou por dois gols de diferença para avançar à terceira fase – se fizer 2 a 1, resultado pelo qual foi derrotado no jogo de ida, leva a decisão para as penalidades. Em caso de revés, será a primeira vez que o clube cairá diante de um clube que disputa a Série C e antes das oitavas de final.

“O CRB quer fazer história e eliminar o São Paulo, mas a gente tem que se impor”, afirmou o atacante Ademilson. “Tem que ser uma noite em que dê tudo certo: um passe, um lançamento, um chute. Tudo tem que dar certo. Temos que passar com vitória. Temos. Vai ser um jogo muito difícil”, afirmou Alexandre Pato, igualmente preocupado com o confronto, marcado para as 22h (de Brasília). O time não joga no Morumbi porque o local será usado para show da banda One Direction.

Se seguir as indicações desses dois jogadores, o São Paulo evitará seu maior vexame em 24 anos de Copa do Brasil. Por disputar competições como Copa Libertadores e Copa Sul-Americana, o clube participou de apenas 13 edições, mas nunca se sagrou campeão – em 2000, foi vice-campeão, derrotado pelo Cruzeiro na final. E também nunca caiu para clubes afastados das duas primeiras divisões.

A queda são-paulina que mais se assemelha a vexame ocorreu em 1990, quando foi eliminado pelo Criciúma nas quartas de final. O time catarinense, no entanto, era uma espécie de sensação: foi bicampeão estadual naquele ano e, na temporada seguinte, se sagrou campeão da Copa do Brasil. Foi a única vez em que o time caiu para um adversário que não estava na Série A do Campeonato Brasileiro – o Criciúma disputava a segunda divisão.

Nas outras edições, o São Paulo foi eliminado por clubes como Cruzeiro, Grêmio, Internacional, Vitória, Vasco, Botafogo, Corinthians, Goiás, Avaí e Coritiba, todos na Série A nos respectivos anos.

O Sâo Paulo enfrentou em anos anteriores situações parecidas. Em 1993, perdeu para o Rio Branco por 1 a 0 no Acre, mas venceu por 3 a 1 na volta pelas oitavas. Em 2000, o Comercial-MS fez 2 a 1 na ida, mas levou o troco no Morumbi: 3 a 0. Em 2002 foi a vez do Treze pressionar o São Paulo com 1 a 0 na Paraíba. Na volta, 4 a 1 para o time tricolor. No ano seguinte, a situação mais dramática: o São-Raimundo-AM 2 x 0 São Paulo provocou ebulição, mas o 6 a 0 na volta recolocou o clube tricolor no eixo. 

Time com maior tradição na divisão principal, o Santa Cruz também fez os são-paulinos sofrerem em 2011, mesmo afastado das divisões principais. O São Paulo fez 2 a 0 com dificuldades no Morumbi depois de 1 a 0 para os pernambucanos no Recife.

Mesmo fora do Morumbi, sobra confiança pela reação. “O campo do Pacaembu ajuda bastante, torcida fica mais perto da gente ali. Torcida pertinho da gente, apoiando, vai ajudar a passar para próxima tarde”, disse Alexandre Pato.

Para a partida, Muricy Ramalho carregou duas dúvidas. A primeira delas é o substituto de Rodrigo Caio, expulso na partida de ida – Edson Silva é o favorito. A outra é sobre se vai colocar Ganso como meia armador atrás de um trio de atacantes ou vai repetir a formação que começou o jogo no empate por 2 a 2 com o Coritiba, no último final de semana, com quatro atacantes.

Fonte: Terra

São Paulo somente empata com o Coritiba no Pacaembu

De A Tribuna On-line

N/A

São Paulo se mantém na terceira posição do Brasileirão
O São Paulo empatou com o Coritiba em 2 a 2 no estádio do Pacaembu neste sábado. Apesar do empate, o time paulistano se mantém na terceira posição do Brasileirão, conquistando 5 dos 9 pontos disputados nestas primeiras rodadas. Já o Coritiba segue com seu terceiro empate consecutivo, estacionando na 12ª posição.
 
Após cobrança de escanteio, aos 21 minutos do primeiro tempo, Alexandre Pato abre o placar para o Tricolor. Mas a festa do São Paulo durou pouco, já que aos 29 minutos, foi a vez de Robinho receber um cruzamento rasteiro e, pegando sobra, empatar a partida.
 
O placar só voltou a mexer na última etapa do jogo. E de virada, aos 15 minutos. Em uma cobrança de falta fechada na área, Chico desviou leve de cabeça para a bola balançar a rede. Aos 27 minutos, foi a vez de Ademilson receber na grande área e encobrir o goleiro Vanderlei para empatar a partida.

Jornal: São Paulo perde R$ 10 milhões por fim de patrocínio

ImagemDe acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o São Paulo vai perder seu patrocinador máster, a Semp Toshiba, após a Copa do Mundo. O contrato iria até o fim de 2014, mas o clube tricolor foi comunicado que o vínculo será rescindido já em julho. Com a saída da empresa, o time deve deixar de arrecadar cerca de R$ 10 milhões, já que o contrato prevê R$ 20 milhões por ano.

A publicação ainda afirma que os dirigentes são-paulinos esperam muita dificuldade para encontrar um outro patrocinador para a frente da camisa rapidamente. O mercado do futebol está desaquecido e com investimentos focados na Copa do Mundo, o que dificulta negociações por altos valores. Recentemente, o clube investiu 4,5 milhões de euros (R$ 13,8 milhões) junto ao Benfica para fechar a contratação do atacante Alan Kardec, ex-Palmeiras.

Fonte: Terra 

São Paulo “acha” gol nos acréscimos, e consegue empatar com o Cruzeiro

Gazeta Esportiva

Em meio às negociações para anunciar o atacanteAlan Kardec, do Palmeiras, o São Paulo conseguiu o empate por 1 a 1 contra o Cruzeiro, neste domingo, nos acréscimos da partida válida pelo Campeonato Brasileiro. No estádio João Havelange, em Uberlândia, a Raposa contou com falta muito bem cobrada por Júlio Baptista para abrir o placar. Porém, já no fim do jogo, Antônio Carlos mostrou seu poder ofensivo pelo alto e mandou para o gol.

O São Paulo, que internamente já dá como certa a contratação de Alan Kardec, continua invicto no Brasileirão. Depois da vitória sobre o Botafogo na primeira rodada, o time de Muricy Ramalho fica com quatro pontos, mesmo número do Cruzeiro.

A partida deste domingo não pôde ser disputada em Belo Horizonte por conta de uma punição recebida pelo Cruzeiro, em consequência de incidentes no clássico contra o Atlético-MG, no Brasileirão do ano passado.

Pelo Nacional, o São Paulo volta a campo no sábado, diante do Coritiba, no estádio do Pacaembu, já que o Morumbi não poderá ser utilizado por conta de um show. No mesmo dia, o Cruzeiro joga como visitante diante do Atlético-PR, no Mané Garrincha, em Brasília.

Antes do jogo pelo Brasileirão, a equipe celeste tem importante compromisso pela Copa Libertadores da América. O duelo será contra o Cerro Porteño, na quarta-feira, em Assunção, pelas oitavas de final.

O jogo – As duas equipes apostaram na marcação sob pressão para o início da partida. Mesmo assim, o Cruzeiro criou chance em chute de Willian, que recebeu de Everton Ribeiro pela esquerda, puxou para o meio e arremato nas mãos de Rogério Ceni. Do outro lado, Boschilia também finalizou de fora da área, errando o alvo.

Ainda no começo do jogo, o técnico Muricy Ramalho teve de promover sua primeira alteração, pois o lateral direito Douglas sentiu lesão e foi substituído por Luis Ricardo. Com dificuldade dos dois times em invadir a área, Alexandre Pato tentou achar uma solução finalizando de fora da área, mas mandou sem direção, por cima do gol.

A primeira, e única, grande chance do primeiro tempo saiu aos 23 minutos. Depois de cobrança de falta para a área, três cruzeirenses apareceram livres diante de Rogério Ceni, mas Ricardo Goulart desperdiçou a oportunidade, cabeceando para fora. Do outro lado, o Tricolor seguiu buscando apenas em chutes de fora da área, sem eficiência. Quando o time visitante investiu na jogada aérea, Alexandre Pato não alcançou.

Já no fim da etapa, a torcida são-paulina viu um motivo para ter esperança, pois o árbitro assinalou falta perto da área, ao observar toque de mão de Henrique em disputa com Alexandre Pato. Fábio é o goleiro que mais sofreu gols de Rogério Ceni, mas o capitão são-paulino bateu por cima do travessão.

O São Paulo voltou ao segundo tempo mais presente no ataque, e Alexandre Pato cruzou por baixo no primeiro minuto para Luis Fabiano, mas Samudio tirou antes de o centroavante dominar. A resposta do Cruzeiro foi fatal. Dedé roubou a bola na zaga e fez o lançamento para Willian, que driblou Rodrigo Caio e sofreu falta, na meia-esquerda. Assim, aos quatro minutos, Júlio Baptista fez a cobrança muito bem, por cima da barreira para superar Rogério Ceni, que nem sequer teve tempo de se mexer.

O técnico Marcelo Oliveira até preparava a entrada de Borges quando o placar estava inalterado, mas desistiu da mudança com o gol. Assim, foi Muricy Ramalho quem decidiu alterar. O atacante Osvaldo entrou no lugar do meia Boschilia. Mesmo assim, o Cruzeiro se posicionou bem em campo, impedindo os avanços do oponente.

Como o São Paulo passou a buscar com mais intensidade o ataque, Marcelo Oliveira percebeu que deveria incomodar também na frente e trocou, substituindo Júlio Baptista por Borges. O time mineiro se fechou ainda mais com a vantagem, mas sempre atento aos contragolpes. Porém, nos acréscimos, Antônio Carlos aproveitou cobrança de falta e mandou de cabeça para as redes.

Com São Paulo na briga, Palmeiras oferece mais por Kardec

A disputa por Alan Kardec, que envolve muitas especulações e interessados, fez o Palmeiras aumentar a proposta ao Benfica para manter o centroavante a partir de julho deste ano, quando encerra o empréstimo. Segundo o jornal Lance, a diretoria alviverde subiu para 4,5 milhões de euros (cerca R$ 13,7 milhões) o valor oferecido ao clube português para selar a contratação em definitivo do atacante.

A nova oferta tem como pano de fundo uma proposta do mesmo valor feita por um outro clube brasileiro. O Benfica avisou o Palmeiras sem identificar o interessado e disse que esperava pelo menos uma equiparação para manter a prioridade aos palmeirenses. Antes o valor acertado por este direito era de 4 milhões de euros (cerca de R$ 12,5 milhões).

Segundo o jornal Estado de S.Paulo, o São Paulo é o clube por trás desta proposta e pode insistir na negociação. O novo presidente Carlos Miguel Aidar teria dado carta branca ao vice-presidente de futebol, Ataíde Gil Guerreiro, para selar um acordo. Paralelamente o Palmeiras tenta acertar as novas bases salariais de Alan Kardec, o que tem provocado atritos entre o pai do jogador e o clube e pode virar outro fator de peso no imbróglio.

Fonte: Terra

Sacado após expulsão, Ganso lamenta gols perdidos por Alexandre Pato

 

Ter sido sacrificado para Muricy Ramalho consertar a defesa, após a expulsão de Rodrigo Caio, não foi a maior lamentação de Paulo Henrique Ganso na derrota desta quarta-feira para o modesto CRB de Alagoas

Sacado após expulsão, Ganso lamenta gols perdidos por Alexandre Pato

Paulo Henrique Ganso tenta fugir da marcação na derrota do São Paulo para o CRB na Copa do Brasil

Ter sido sacrificado para Muricy Ramalho consertar a defesa, após a expulsão de Rodrigo Caio, não foi a maior lamentação de Paulo Henrique Ganso na derrota desta quarta-feira para o CRB, por 2 a 1. O que o meia não gostou foi da falta de pontaria do São Paulo.

“Jogar com um a menos é complicado, em um campo grande como esse, com um calor absurdo. Mas precisamos melhorar nossas finalizações. As chances que tivemos de matar o jogo, de fazer dois ou três gols, não fizemos. E tomamos dois”, avaliou, na saída do gramado do Rei Pelé.

As chances a que o camisa 10 se refere foram desperdiçadas por Alexandre Pato, principal esperança são-paulina de gol nesta quarta-feira. A primeira, aos dois minutos, quando o goleiro Júlio César deixou a meta vazia para se antecipar a Boschilia e ofereceu rebote. A outra, seis minutos depois, em cabeceio para fora, também quando o placar ainda não havia sido aberto.

O único gol do São Paulo na partida foi marcado por Ademilson, que substituía o poupado Luis Fabiano. Aos 24 minutos, ele aproveitou sobra de arremate de Boschilia e emendou uma bicicleta no ângulo esquerdo de Júlio César. Não seria suficiente, porém. Tozin, de pênalti, e Diego Rosa garantiriam a virada para o CRB, com um gol em cada tempo.

“Tivemos chance para fazer. Se tivéssemos feito, teríamos aberto 3 a 0, e a gente estaria tranquilo na partida. Mas faz parte. No futebol, quando não se faz, acaba tomando lá atrás”, analisou Ganso, substituído por Paulo Miranda aos 15 minutos da etapa final, dois minutos depois de o zagueiro Rodrigo Caio ter sido expulso. Substituição pela qual o meia diz não ter ficado incomodado.

“Eu não pergunto por que estou jogando. O Muricy é o treinador e sabe decidir a hora certa de mudar. Ele tinha que colocar um zagueiro, porque a gente estava sofrendo lá atrás”, minimizou o jogador, evitando maior polêmica.

Para avançar às oitavas de final da Copa do Brasil, o São Paulo precisará vencer o jogo de volta, em 7 de maio, por 1 a 0 ou por dois gols de diferença. Se devolver a derrota de 2 a 1 desta quarta-feira, a vaga será decidida nos pênaltis. Ainda não há local confirmado para a partida, uma vez que o Morumbi estará cedido para a realização de um show musical na semana da partida.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio