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Mais de 70% do rebanho de Rondônia é imunizado contra aftosa

Prazo de vacinação termina nesta quinta, mas os produtores têm até o dia 22 para declarar a Idaron

PORTO VELHO – O prazo para imunização dos bovinos e bubalinos, em Rondônia. Termina nesta quinta-feira (15). A meta da 36ª Etapa de Vacinação contra Febre Aftosa em Rondônia é imunizar cerca de 5 milhões de um rebanho de aproximadamente 12 milhões de cabeças existente no Estado. O alvo são os animais de zero a 24 meses. Segundo o gerente de Defesa Sanitária Animal da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) Fabiano Santos, mais de 70% do rebanho esperado já foi vacinado e declarado.

Mais de 70% do rebanho já foi vacinado em Rondônia na 36ª campanha contra aftosa

O número é considerado expressivo. ”Surpreendentemente, considerado que estamos em um período de chuva e que houve uma dificuldade maior. Hoje nós estamos com um número bem alto de propriedades que já declararam. Só na quinta-feira (14) nós atendemos mais de 9 mil produtores em todo o Estado e os números de declarações tem sido grande durante todo o período da campanha”, conta.

O gerente pede para que os produtores fiquem atentos a vacinação e declaração do rebanho. ”Nós temos um número grande de declarações, mas ainda tem um grande número de produtores que falta declarar. Mais de 70% do rebanho já foi declarado. Isso não quer dizer vacinado. Há um grande volume de produtores que já vacinaram e ainda não declararam e poucos produtores que ainda não vacinaram ”, afirma.

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A expectativa da Idaron é que Rondônia atinja um percentual superior a 90% de vacinação do rebanho como ocorreu nas campanhas anteriores. No Estado, são mais de 85 mil propriedades rurais. Segundo o gerente, Rondônia é considerado a nível nacional área livre de aftosa desde novembro de 2002 e internacionalmente desde maio de 2003.

Penalidades

O prazo para vacinação termina nesta quinta-feira (15), mas o prazo para declarar segue o dia 22 de maio. ” Tão importante quanto vacinar, é declarar. A gente pede que o produtor procure concluir esse processo de vacinação o mais rápido possível”, disse.

Em caso de vacinação fora do prazo os produtores estão sujeitos a multas. ” Os produtores que não declararem serão primeiramente buscados e se a gente constatar que não houve mesmo a vacinação, a multa é entorno de R$ 135 por animal não vacinado. E se por acaso houve a vacinação, mas não ter sido declarada a multa é de R$ 135 por propriedade”, informa.

Estrangeiros precisam ter cuidado com vacinas na Copa do Mundo do Brasil

Portal Brasil

Turistas estrangeiros e brasileiros que forem viajar pelo Brasil nesta Copa do Mundo têm uma atenção a mais: as vacinas.

Grandes eventos representam situações que ampliam a interação entre pessoas de diversas partes do mundo e que podem colocar a saúde em risco. 

Por isso, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou o “Guia de Saúde – Viagens e Grandes Eventos”, um manual de saúde para quem tiver dúvidas como que vacina o viajante precisa ter para ver um jogo em Manaus (AM) em segurança; quais os riscos o torcedor estrangeiro corre de pegar sarampo no Brasil; como o turista faz para comprarremédios no País.

De acordo com o Ministério do Turismo, pelo menos 3 milhões de viajantes nacionais e outros 600 mil turistas estrangeiros se deslocarão pelo País durante a Copa do Mundo. 

“O sarampo é exemplo de risco associado aos deslocamentos. Os casos registrados no País nos últimos 10 anos são decorrentes de brasileiros suscetíveis infectados durante viagens internacionais ou de viajantes estrangeiros que disseminaram o vírus durante visita ao Brasil”, informa Isabella Ballalai, coordenadora científica e diretora da SBIm Nacional.

Algumas vacinas precisam estar em dia como: Hepatites A e B; Poliomielite (“paralisia infantil”); Difteria, Tétano e Coqueluche; Febre Amarela; Meningite Meningocócica (MM); HPV; Sarampo, Caxumba e Rubéola (SCR); Varicela; Tuberculose; Pneumonias, Meningites, Otites e Sinusites; Raiva Humana; Cólera e Diarreia do Viajante (DV).

A vacinação do turista é importante para a proteção dele e também das pessoas que vivem nos países que ele visitará, uma vez que previne a introdução de doenças controladas nos locais de visitação.

E ainda para evitar que, ao retornar para casa, o turista se transforme em um “vetor” de vírus e bactérias.

O Regulamento Sanitário Internacional (RSI) permite que os países exijam o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) para a entrada de estrangeiros em seu território, e isso pode ocorrer mesmo com os viajantes apenas em trânsito pelos aeroportos.

O Brasil não exige esse documento, mas recomenda que todas as pessoas que vivem ou se dirigem para as áreas em que há recomendação de vacinação de rotina contra a febre amarela estejam vacinadas.

Tecnologia

O Ministério da Saúde está usando tecnologia de ponta para desenvolver um aplicativo, destinado aos torcedores, que fornecerá informações úteis sobre saúde, tais como localização de hospitais e farmácias.

O aplicativo também monitora informações de saúde em redes sociais e faz o mapeamento de tendências de ocorrências epidemiológicas.

Além disso, mapeia o fluxo de viajantes vindo para o Brasil e a situação de risco de seus países de origem por meio da detecção digital de doenças.

A partir dos resultados, serão tomadas providências para informar e proteger a população. O aplicativo poderá ser acessado pelo celular.

Além disso, já está no ar uma página do Ministério da Saúde voltada para o viajante, onde é possível encontrar as informações mais importantes para prevenção de Saúde.

Cartazes e um livro de bolso com as mesmas informações serão afixadas em locais de grande fluxo.