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Márquez vence oitava na MotoGP e segue imbatível

Estadão Conteúdo

Marc Márquez segue fazendo história na MotoGP. Neste sábado, o espanhol conquistou nada menos que sua oitava vitória em oito provas disputadas na temporada e deixou mais uma vez claro que não tem adversários à altura neste momento. O triunfo desta vez aconteceu na etapa da Holanda, no Circuito de Assen, e foi um dos mais difíceis para o piloto até o momento.

Foi apenas a segunda vez que Márquez não saiu na pole na temporada e ele ainda teve que lidar com o mau tempo durante boa parte da corrida, mas nem isso tirou a hegemonia do atual campeão da principal categoria da motovelocidade. Ele se igualou a uma lenda da categoria, Giacomo Agostini, que em 1971 também venceu as oito primeiras provas do Mundial.

Os 100% de aproveitamento deixaram Márquez ainda mais sossegado na ponta da tabela, com incríveis 200 pontos. A segunda posição agora está dividida entre o heptacampeão da categoria, o italiano Valentino Rossi, e o espanhol Dani Pedrosa, ambos com 128 pontos.

Mas neste sábado nem Rossi nem Pedrosa passaram perto de ameaçar a vitória de Márquez. O único que impôs dificuldade ao líder da temporada foi o italiano Andrea Dovizioso, que estava na ponta até a 26.ª volta. Aí Márquez mostrou porque está dominando a MotoGP e com uma grande manobra ultrapassou o adversário.
 

N/A

A oitava vitória do espanhol veio na etapa da Holanda, no Circuito de Assen, e foi uma das mais difíceis

Ao fim da prova, o espanhol esbanjou felicidade, fez manobras na pista e subiu no alambrado e em um suporte para as câmeras de tevê. Nada mais justo para quem está fazendo história no esporte.

Atrás de Marc Márquez chegou justamente Andrea Dovizioso, agora quarto colocado da temporada, com 91 pontos. Ele ultrapassou na classificação o bicampeão Jorge Lorenzo, que foi apenas o 13.º na prova e caiu pra quinto.

Completando o pódio atrás de Dovizioso apareceu Dani Pedrosa, que perdeu muito tempo atrás de Aleix Espargaró ao longo da prova, mas conseguiu a ultrapassagem no fim. Espargaró, aliás, largou na pole, mas terminou somente na quarta posição. Valentino Rossi foi o quinto, mas pode se dar por satisfeito, já que largou em 12.º e precisou fazer uma bela prova de recuperação.

Imprensa mundial decreta o fim de uma era no futebol espanhol

Sergio Busquets fica abatido após a eliminação da Espanha no jogo contra o Chile, nesta quarta-feira (18), no Maracanã.

Sergio Busquets fica abatido após a eliminação da Espanha no jogo contra o Chile, nesta quarta-feira (18), no Maracanã|REUTERS/Jorge Silva|Adriana Moysés

A imprensa mundial é unânime: a eliminação da Espanha na primeira fase da Copa do Mundo, após duas derrotas consecutivas contra a Holanda e o Chile, representa o fim de um ciclo, de uma geração de campeões que se esgotou. Na Alemanha, o Bild diz que o futebol tique-taque dos espanhóis está morto. “Foi um desastre”, afirma o italiano Gazzeta dello Sport, enquanto o francês L’Equipe destaca que ser campeão do mundo não é garantia de proteção e a Espanha entregou sua coroa.

“A Espanha afundou como o Titanic”, diz o jornal El País. “Foi bonito enquanto durou, mas a Fúria não teve jogadas nem sorte”, diz o diário espanhol AS. “A Espanha se despede pela porta dos fundos”, lamenta o Mundo Deportivo. “Triste adeus”, exclama o Marca, destacando que “a Espanha deixa a Copa com uma imagem muito pobre”. Xabi Alonso reconhece no Marca que mentalmente os jogadores espanhóis não estavam preparados para o Mundial no Brasil.

A imprensa britânica também é dura com os espanhóis. O Mirror afirma que após seis anos de domínio internacional, a Espanha jogou o pior Mundial de sua história. Para o Daily Mail, a vitória do Chile no Maracanã foi merecida e o diário questiona se o futebol tique-taque realmente existiu algum dia. A era da Espanha terminou no Maracanã, diz o The Guardian, comparando o estádio carioca a um “cemitério de grandes expectativas”.

Como tudo é uma questão de ponto de vista, o jornal chileno La Tercera declara que o Maracanã “não é um estádio maldito e sim um estádio épico, da glória chilena”. O argentinoOlé fala em despedida cruel para essa geração de craques espanhóis. O tique-taque é um modelo de jogo admirado em todo o mundo, mas, pelo visto, exige mudanças, avalia o jornal argentino.

Brasil x México vale 1º lugar, mas prêmio pode ser indigesto

Terminar a fase de grupos de uma Copa do Mundo na liderança em teoria significa um confronto menos duro nas oitavas de final. Porém, México e Brasil entram em campo na próxima terça-feira, no Castelão, sabendo que uma vitória praticamente selará o primeiro lugar do Grupo A, mas com a possibilidade de um adversário muito indigesto na sequência.

A goleada holandesa na última sexta-feira abriu uma possibilidade real de a atual campeã Espanha terminar em segundo da chave B a ser a adversária de quem vencer o duelo. Tanto que o observador Alexandre Galo entregou a Felipão um relatório do time espanhol após acompanhar o duelo diante da Holanda. Os campeões enfrentarão o Chile na quarta, e uma vitória deixará o time perto de uma vaga nesta posição caso os holandeses confirmem o favoritismo diante da Austrália.

Em caso de novo vexame espanhol, Chile e Holanda devem fazer um confronto direto pela liderança da chave. Apesar do bom começo e de uma seleção que tem apresentado alto nível, os chilenos neste caso seriam um adversário menos temido. A goleada de 5 a 1 sobre a Espanha mostrou que os atuais vice-campeões continuam com o futebol em dia. A Austrália corre por fora para chegar às oitavas.

O exercício de futurologia é justificado pelas vitórias de Brasil e México na estreia. Com três pontos, os dois países dificilmente perderão o primeiro lugar do grupo em caso de vitória na terça. Um empate, no entanto, abriria espaço para Camarões ou Croácia, que se enfrentam no dia seguinte, almejarem a liderança.

Segundo o atacante Hulk, a meta será vencer o grupo independente do que acontecer. “O objetivo sempre foi terminar em primeiro”, contou o jogador, que prefere não escolher adversário. “Independente do adversário que vamos pegar, com certeza vai ser difícil”.

O cruzamento das oitavas deve apenas abrir uma sequência de partidas que deve ser árdua para o primeiro colocado do Grupo A. Em uma perspectiva de campeões mundiais, os próximos adversários poderiam ser a tetracampeã Itália nas quartas e a Alemanha nas semifinais, por exemplo.

Fonte: Terra

Seleção comemora vitória com pizza na madrugada do Rio

Tudo acabou em pizza! Depois de vencer a Croácia na estreia da Copa do Mundo por 3 a 1 nesta quinta-feira, a Seleção Brasileira retornou ao Rio de Janeiro e logo que chegou a Granja Comary, todos os jogadores e comissão técnica comeram pizzas no jantar, no meio da madrugada.

Como o voo chegou ao Rio às 23h20 e a viagem até a concentração, em Teresópolis, leva cerca de 1h30, a Seleção chegou por volta de 1h à Granja, e não foi recebida por torcedores. Apenas na saída do aeroporto algumas pessoas tentaram um aceno no ônibus.

O Brasil treina às 11h desta sexta, e o titulares devem fazer apenas um trabalho regenerativo. A Seleção fica no Rio até segunda-feira, quando viaja para Fortaleza, local da segunda partida da primeira fase, contra o México. O jogo será na terça, dia 17, às 16h.

Fonte: Terra 

Com frango de Fábio, Timão vence o líder Cruzeiro e entra no G4

Lancepress

Um frango do goleiro Fábio, do Cruzeiro, colocou o Corinthians no G4 do Campeonato Brasileiro. A vitória por 1 a 0 no Canindé, com gol de Guerrero, elevou o time de Mano Menezes ao terceiro lugar na tabela, com os mesmos 15 pontos de Fluminense (2º), Internacional (4º) e Goiás (5º). Apesar da derrapada, a Raposa continua em primeiro, com 16.

Ironicamente, Fábio era um dos destaques do jogo até aceitar um chute fraco e de longa distância do peruano, aos 22 minutos do segundo tempo. Na etapa inicial, o goleiro havia sido importante em dois lances, evitando gols de Jadson e do próprio Guerrero – o peruano não marcava desde a terceira rodada, quando garantiu a vitória por 1 a 0 sobre a Chapecoense. No segundo tempo, ainda acertou uma cabeçada no travessão, seguida por uma bomba de Luciano, também no poste.

A jogada que definiu a partida começou com Walter, outro goleiro que fez boas defesas – na melhor delas, ainda no primeiro tempo, espalmou um chute de Henrique na pequena área. Foi após um lançamento do substituto de Cássio, machucado, que Guerrero tabelou com Romarinho e arriscou o chute que acabou balançando as redes.

N/A

O Corinthians, do volante Petros, bateu o líder Cruzeiro e assumiu a terceira colocação do Campeonato Brasileiro

O lance “salvou” um jogo que não corresponde à boa colocação das equipes. Foram mais de 60 passes errados, a maioria deles do Cruzeiro (38 a 23), e poucas jogadas trabalhadas. No Timão, salvaram-se os volantes Bruno Henrique e Petros, que desarmaram com eficiência e chegaram bem ao ataque, e o meia Jadson, que protagonizou o lance mais bonito do jogo com dois chapéus seguidos no marcador.

O ataque da Raposa, embora cheio de goleadores como Willian, Borges, Ricardo Goulart e Everton Ribeiro – e ainda Júlio Baptista e Dagoberto no segundo tempo – criou menos do que se esperava e levou a pior diante de Cléber e Gil.

O Corinthians volta a campo no domingo, às 16h, contra o Botafogo, em seu estádio. O Cruzeiro recebe o Flamengo no mesmo horário, mas no Parque do Sabiá. Serão os últimos confrontos dos clubes antes da Copa do Mundo.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 X 0 CRUZEIRO

Local: Canindé, em São Paulo (SP)
Data e hora: 28/5/2014, às 22h
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e José Eduardo Calza (RS)
Público e renda: 17.784 pagantes e R$ 546.413,00
Cartões amarelos: Petros e Cléber (COR)

Gol: Guerrero, aos 22’/2ºT (1-0).

CORINTHIANS: Walter; Fagner (Guilherme Andrade, 31’/2ºT), Cléber, Gil e Fábio Santos; Ralf, Bruno Henrique, Petros (Danilo, 44’/2ºT) e Jadson; Romarinho (Luciano, 41’/2ºT) e Guerrero. Técnico: Mano Menezes.
CRUZEIRO: Fábio; Ceará (Mayke, 24’/2ºT), Léo, Bruno Rodrigo e Egídio; Willian Farias, Henrique (Júlio Baptista, 33’/2ºT), Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian (Dagoberto, 26’/2ºT) e Borges. Técnico: Marcelo Oliveira.

Partido governista vence eleição da UE na Espanha

 25/05/2014 

Madri, 25 – O governista Partido Popular da Espanha derrotou seu principal adversário – o Partido Socialista – na corrida para o Parlamento Europeu, mas ambos perderam terreno para partidos menores. O cenário é a capitalização do descontentamento em relação à economia em dificuldades e aos escândalos de corrupção.

Com 98% dos votos contados, o Partido Popular obteve 26% e 16 das 54 cadeiras espanholas do Parlamento Europeu, segundo números oficiais. Os socialistas obtiveram 23% dos votos e 14 assentos.

Ambos os partidos, que dominaram o cenário político espanhol por mais de três décadas, apresentaram performance bem pior do que nas eleições europeias anteriores, em 2009, quando, juntos, eles conquistaram 47 cadeiras e cerca de 80% dos votos.

Outros oito partidos, incluindo os separatistas catalãs, centristas e de extrema esquerda, vão dividir as 24 cadeiras restantes do Parlamento Europeu.

Partido nacionalista hindu vence legislativas na Índia

Partidários do BJP comemoram após os primeiros resultados da apuração na Índia nesta sexta-feira (16).

Partidários do BJP comemoram após os primeiros resultados da apuração na Índia nesta sexta-feira (16)|Reuters|RFI

Com 800 milhões de pessoas aptas a votar, a eleição legislativa indiana é a maior do mundo. As projeções apontam que essa será a primeira vez em 30 anos que um único partido obterá a maioria no parlamento indiano. A apuração até agora mostra que o partido nacionalista hindu de Narendra Modi conquistou com facilidade os 272 assentos do parlamento necessários para compor uma maioria. O atual primeiro-ministro, Manmohan Singh, do partido do Congresso Nacional, já reconheceu publicamente a derrota.

 

Integrantes do BJP (Bharatiya Janata Party), o partido nacionalista hindu, tomaram as ruas de diversas cidades da Índia nesta sexta-feira (16), celebrando os primeiros resultados da apuração. A vitória de Modi, que deve ser alçado a primeiro-ministro, também marca o fim dos 10 anos de hegemonia do Partido do Congresso Nacional, grupo político presidido por Sonia Gandhi que governou a Índia em vários períodos desde a independência do país.

“Aceitamos a derrota. Estamos dispostos a entrar para a oposição”, disse o porta-voz e dirigente do partido, Rajeev Shukla. “Modi prometeu mundos e fundos à população. As pessoas compraram esse sonho”, acrescentou ele.

As projeções que dão a vitória ao partido de Narendra Modi ultrapassam todas as previsões das pesquisas eleitorais. O BJP deve obter mais do que a maioria absoluta de 272 das 543 cadeiras do parlamento, e com seus aliados somaria mais de 300 deputados.

Nacionalista

Narendra Modi tem 63 anos e é filho de um vendedor de chás do estado de Gujarat. Essa é justamente a região que Modi governa desde 2001 e que foi a sua grande vitrine durante a campanha eleitoral. Ele promete levar a mesma pujança econômica de Gujarat, que é uma zona industrial do país, para o restante da Índia – não é a toa que contou com amplo apoio dos industriais indianos. Mas sua biografia não é somente uma história de sucesso. Modi é acusado de perseguir minorias religiosas em sua região, principalmente os islâmicos.

A chegada de Modi ao poder será uma mudança radical para os grandes países ocidentais, que até agora boicotaram o líder indiano durante quase dez anos após os confrontos violentos que ocorreram no Gujarat em 2002. Mais de mil pessoas haviam sido assassinadas na época, em sua maioria de religião muçulmana.

Durante a campanha, Modi evitou falar sobre as reivindicações nacionalistas mais radicais do programa do BJP.

Apple foi inocentada em processo movido pela Samsung nos EUA

DIÁRIO DA MANHÂ|ANA CLÉIA DE SOUZA

Apple foi inocentada em processo movido pela Samsung. Foto: Divulgação/Internet

Apple foi inocentada em processo movido pela Samsung. Foto: Divulgação/Internet

 

 

 

As duas empresas vem se enfrentando pelo mundo há três anos, cada uma acusa a outra de violar patentes na fabricação de smartphones e outros dispositivos móveis.

 

 

Nesta quarta-feira uma corte de apelações dos Estados Unidos inocentou a Apple sobre a violação de três patentes detidas pela Samsung para a produção de seus iPhones e iPads.

Bahia vence e amplia jejum do Botafogo com Mancini

O Bahia mostrou sua força atuando em casa neste domingo e, mesmo com uma Arena Fonte Nova longe de estar lotada, derrotou o Botafogo por 1 a 0. A equipe abusou das jogadas em velocidade pelas laterais, soube administrar a vantagem no fim sem sofrer pressão do time carioca e venceu pela segunda vez no Campeonato Brasileiro, em três rodadas disputadas.

 
O Bahia venceu o Botafogo na tarde deste domingo, pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro

O Bahia venceu o Botafogo na tarde deste domingo, pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro
Com isso, o Bahia já soma seis pontos na competição, na quarta colocação. Agora a equipe volta as atenções para a Copa do Brasil, já que na quarta-feira inicia a disputa com o América-MG no Independência. Por outro lado, o Botafogo segue sem vencer sob o comando de Vágner Mancini, tem apenas um ponto no Brasileirão, na penúltima posição, e só voltará a campo no sábado, contra o Criciúma, no Maracanã.
 
O começo de jogo neste domingo foi muito movimentado, com o Botafogo indo com tudo para cima. O Bahia parava com faltas e, assim, diversos amarelos foram distribuídos nos primeiros minutos. Com muita correria dos dois lados, as equipes pareciam não ter tempo para pensar e, apesar da intensa movimentação, o jogo era pobre em qualidade técnica e chances criadas.
 
Foi só quando os ânimos se acalmaram que aconteceu o primeiro bom momento. Emerson arrancou, fez boa jogada e achou Gabriel entrando na área pela direita. O volante recebeu e bateu com perigo, mas à esquerda. Foi a única chance do time carioca no primeiro tempo.
 
A partir daí, quem tomou conta do jogo foi o Bahia, que perdeu chance inacreditável aos 26 minutos. Talisca dominou pela intermediária e deu enfiada perfeita para Ueliton. O jogador dominou e, sozinho, preferiu tocar para Lincoln ao invés de bater. O passe não saiu bom, e deu tempo para a defesa se recuperar e travar.
 
Talisca era o principal nome do Bahia. Aos 45 minutos, cobrou falta pela direita, Maxi Biancucchi, em posição irregular, tentou o desvio e a bola foi para o gol. Mesmo sem tocar, o argentino participou da jogada e, por isso, a arbitragem anulou o lance.
 
O Bahia voltou muito melhor para o segundo tempo, explorando as jogadas de velocidade pelas laterais do campo. E foi assim que a equipe abriu o placar. Aos 13 minutos, Pará recebeu lançamento pela esquerda, foi à linha de fundo e cruzou para o meio. Maxi Biancucchi dominou de direita e bateu de canhota, sem deixar a bola cair, marcando belo gol.
 
O Botafogo tentou responder com a entrada de Wallyson na vaga de Daniel e a equipe melhorou. Ao menos foi para cima, na base da correria, e conseguiu criar uma grande chance aos 28 minutos, justamente com Wallyson. Ele recebeu na área, dominou e tentou colocar no ângulo de Marcelo Lomba. A bola tocou no travessão e saiu.
 
Mas foi só. Apesar da vontade, o Botafogo não conseguia sequer arriscar finalizações ao gol adversário. Já o Bahia, apostava nos contra-ataques. Em um deles, chegou a ter quatro jogadores contra dois do time carioca, mas Rafinha demorou para bater e perdeu. O desperdício, no entanto, não faria falta.
 
FICHA TÉCNICA:
 
BAHIA 1 X 0 BOTAFOGO
 
BAHIA – Marcelo Lomba; Roniery, Demerson, Titi e Pará; Fahel, Uelliton, Lincoln (Branquinho) e Rhayner (Rafinha); Maxi Biancucchi e Anderson Talisca (Wilson Pittoni). Técnico: Marquinhos Santos.
 
BOTAFOGO – Jefferson; Edílson, Bolívar, Dória e Junior Cesar; Gabriel, Bolatti, Lodeiro (Jorge Wagner) e Daniel (Wallyson); Zeballos (Ferreyra) e Emerson. Técnico: Vágner Mancini.
 
GOL – Maxi Biancucchi, aos 13 minutos do segundo tempo.
 
ÁRBITRO – Raphael Claus (SP).
 
CARTÕES AMARELOS – Marcelo Lomba, Uelliton, Anderson Talisca, Lincoln (Bahia); Junior Cesar, Gabriel, Edílson, Dória (Botafogo).
 
RENDA – R$ 455.326,00.
 
PÚBLICO – 16.040 pagantes (18.025 presentes).
 
LOCAL – Arena Fonte Nova, em Salvador (BA).

D’Alessandro brilha e Inter bate Sport no Beira-Rio

Estadão Conteúdo

O Internacional venceu o Sport por 2 a 1 neste domingo, no Beira-Rio, e entrou na briga pela liderança do campeonato brasileiro, com sete pontos. O time pernambucano segue com quatro pontos. D’Alessandro, destaque da partida, e Aránguiz marcaram para o colorado. Patric anotou para os visitantes.
 
Mesmo entrando na área adversária raras vezes, o time colorado aproveitou as duas chances que criou e definiu o jogo ainda no primeiro tempo. Aos 12 minutos, em lance individual, D’Alessandro partiu da ponta direita para o meio, passou por dois jogadores e bateu de esquerda, de fora da área. A bola desviou em um defensor e foi no ângulo.
 
Já aos 46, Rafael Moura, de cabeça, deixou Aránguiz livre, em impedimento não flagrado pela arbitragem, para marcar. O volante avançou e, na saída de Magrão, desviou a bola do goleiro, anotando seu segundo gol na competição.
 
Depois de ter se limitado a apenas três conclusões no primeiro tempo, todas de fora da área e sem perigo para Dida, o Sport se obrigou a sair para o ataque para tentar reverter a desvantagem no segundo tempo.
 
Mesmo assim, o time pernambucano passou a maior parte do tempo sob o cerco colorado, que teve três boas chances para marcar, em duas conclusões de Gilberto e uma de D’Alessandro que Magrão defendeu. Em uma escapada, o Sport Recife conseguiu descontar aos 32 minutos. Neto Baiano chutou, a bola desviou em Ygor e sobrou para Patric marcar.
 
O gol reequilibrou o jogo e os dois times passaram a desperdiçar chances. O Internacional poderia ter ampliado aos 39 minutos, mas Valdívia errou a bola quando poderia concluir cruzamento de Fabrício. Logo depois, aos 40 minutos, foi a vez de Igor cruzar e Patric furar, perdendo a chance do empate.
 
FICHA TÉCNICA:
 
INTERNACIONAL 2 X 1 SPORT
 
INTERNACIONAL – Dida; Gilberto, Paulão, Juan e Fabrício; Willians, Aránguiz, Alex (Ygor), Alan Patrick (Valdívia) e D’Alessandro; Rafael Moura (Wellington Paulista). Técnico: Abel Braga.
 
SPORT RECIFE – Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê (Renan Oliveira); Rodrigo Mancha, Rithely, Wendel (Igor) e Aílton; Ananias (Leonardo) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.
 
GOLS – D’Alessandro, aos 12, e Aránguiz, aos 46 minutos do primeiro tempo. Patric, aos 32 minutos do segundo tempo.
 
ÁRBITRO – Pablo dos Santos Alves (ES).
 
CARTÕES AMARELOS – Ygor, Alex, Ferron, Ananias.
 
PÚBLICO E RENDA – Não disponíveis.
 
LOCAL – Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS).

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio