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Homem vestido de Batman prende bandido e recupera celular em SP

Ele pediu imagens de câmeras de segurança de uma padaria e encontrou suspeito, que trocaria aparelho por droga

IG

Rio – Um homem vestido de Batman prendeu um bandido após ter seu aparelho celular furtado em padaria no Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo, nessa quarta-feira. Após perceber o furto, o Batman pediu as imagens do circuito interno de segurança da padaria e conseguiu ver o momento em que o bandido tira o celular do seu bolso.

Ele procurou o bandido pelas ruas do bairro e conseguiu encontrar o suspeito que iria trocar o aparelho por drogas. O suspeito foi imobilizado e levado para o 47° DP. Além da fantasia e objetos como mosquetão (para fazer escalada) e rádio comunicador, o “herói” da Zona Sul dirige uma Blazer preta com o adesivo do Batman original na lataria.

Rapel na Câmara de Vereadores

No começo deste mês, um homem vestido de Batman foi detido ao fazer rapel na Câmara dos Vereadores de São Paulo. Ele protestava contra o atendimento médico AMA (Assistência Médica Ambulatorial) Capão Redondo. Ele também foi preso outras vezes por escalar viadutos na 23 de Maio e o viaduto do Chá. A polícia não confirmou se são a mesma pessoa.

Com 6º C na zona sul, SP registra menor temperatura do ano

São Paulo registrou, na madrugada desta terça-feira, a menor temperatura do ano segundo infomações da Climatempo. Nas primeiras horas do dia, estações do Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE) registraram 6º C na Capela do Socorro e em Parelheiros, no extremo sul da capital paulista.

Com a entrada de uma forte massa de ar seco polar, o tempo abriu ao longo da madrugada e a temperatura despencou por todo o Estado. Na capital, o aeroporto Campo de Marte registrou 8º C às 6h e o aeroporto de Congonhas, 9 ºC. Na Grande SP, o aeroporto de Guarulhos registrou 7 ºC às 6 horas e Barueri tinha 8 ºC.

Fonte: Terra 

Advogado e filho são encontrados mortos em São Paulo

Um advogado e seu filho foram encontrados mortos na manhã de quinta-feira (29), em Parelheiros, na zona sul da capital paulista. Segundo informações do Bom Dia SP, o corpo do advogado Hélio Nogueira foi encontrado carbonizado no porta-malas de um carro na Estrada de Marsilac, a cerca de 1 km de sua chácara, onde o corpo de seu filho, de 16 anos, foi encontrado. 

Segundo a PM, o adolescente foi encontrado com as mãos amarradas e com ferimentos no pescoço. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 

Há cerca de 2 meses, a advogada Simone Christie, que era sócia de Hélio, também foi encontrada morta dentro de um carro na região. Após a morte da sócia, Nogueira passou a trabalhar em casa. A polícia investiga se há alguma relação entre os casos. 

Fonte: Terra

Incêndio atinge madeireira na zona sul de São Paulo

Um incêndio atinge uma madeireira na zona sul de São Paulo desde o início da madrugada desta terça-feira. Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas foram avistadas por volta das 2h20, na avenida João de Luca, em Cidade Ademar. Pelo menos 14 viaturas foram enviadas para o local e passaram a madrugada inteira tentando combater as chamas. Segundo a corporação, não há relatos de feridos.

Por volta das 6h30, as chamas continuavam altas. Homens da Defesa Civil foram acionados para averiguar as condições das casas da vizinhança. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), duas faixas da avenida Vereador João de Luca, no sentido Diadema, foram interditadas na altura da rua Palácios.

Fonte: Terra

Polícia prende quadrilha que agia na zona sul do Rio

19/05/2014

Rio, 19 – Policiais da 14ª Delegacia de Polícia (Leblon) prenderam nesse domingo, dia 18, a maior quadrilha de roubo a estabelecimentos comerciais da zona sul carioca. Composto por oito criminosos e dois menores de idade, o grupo é responsável por pelo menos oito roubos a lanchonetes e farmácias de Ipanema.

Alexsander da Silva Fernandes, de 18 anos, Patrick Victor Alves dos Santos Sena, de 22, José Edson da Silva, de 25, João Paulo Mariano, de 22, e Pedro Hugo Marinho do Nascimento, de 19, foram presos e dois menores de idade foram apreendidos. Vitor Santos Lima, de 19, está foragido. De acordo com a delegada titular da 14 ª DP, Monique Vidal, todos são moradores da Rocinha e se revezavam nos roubos. Os policiais investigam se o grupo cometeu outros crimes na região.

Diego Zanchetta – O Estado de S.Paulo Enquanto a crise hídrica do Sistema Cantareira aumenta, com o uso do volume morto e a estiagem, e os paulistanos temem ficar com as torneiras secas, parte da população da capital já enfrenta dificuldades para executar tarefas simples por causa das dificuldades de abastecimento. Lavar roupa, tomar banho e até beber água são desafios diários para moradores da zona sul que já sofrem com a falta d’água há 30 anos. Essa é a rotina da dona de casa Cremilda Sampaio, de 58 anos, e de seus vizinhos no Jardim Três Corações, região populosa do Grajaú, no extremo da zona sul. “Tenho de estar no tanque sempre às 7 horas. Antes do almoço a água acaba e depois só volta à meia-noite. Nunca conseguimos nem fazer um churrasquinho aqui para os amigos, um aniversário. Sem água, a gente passa vergonha com as visitas, ninguém pode usar o banheiro”, diz Cremilda. A dona de casa mora na Rua Professor Francisco Marques de Oliveira Júnior, em um dos pontos mais altos da capital. A reportagem do Estado esteve em seis bairros da zona sul onde o racionamento temido pelos paulistanos já é realidade: Três Corações, Jardim Varginha, Sítio Arizona, Vila Rocha, Marsilac e Ilha do Bororé. São bairros e ocupações formados em regiões altas – até 340 metros acima do nível das Represas Billings e do Guarapiranga -, onde as adutoras da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) não têm pressão para manter abastecimento regular. Na rua de Cremilda, vizinhos já usam bacia para economizar água da chuva desde os anos 1980. Lavar a louça tem dia e hora certos. A água cessa às 10 horas da manhã e só volta no início da madrugada. “Quantas vezes a gente chega do trabalho à noite e não tem mais água na caixa? Foram várias as vezes em que chegamos a ficar até duas semanas sem uma gota de água”, conta a auxiliar administrativa Indiara Santana, de 27 anos. Ela diz ser comum os xingamentos a qualquer pessoa que se arrisca a lavar o carro ou a calçada. “Só temos água mesmo durante a madrugada até o início da manhã. Ninguém pode desperdiçar.” Vizinhos. Morador do Jardim Varginha há 30 anos, na região da Capela do Socorro, na zona sul, o aposentado Antonio Rezende, de 64 anos, diz ter perdido a conta de quantas vezes acabou a água do chuveiro no momento em que estava ensaboado. “O único jeito aí é correr para a casa dos parentes e amigos lá nos bairros de baixo”, diz Ferreira. “Aqui é muito alto. Não foi por falta de obra, viu? O pessoal da Sabesp está sempre aqui, mas nada resolve.” Localizado em área de manancial, o bairro está em urbanização pela Prefeitura, mas a água só chega em caminhões-pipa. A rede da Sabesp alcança parte das ruas. “O duro é passar o domingo inteiro sem água. E isso acontece sempre. No verão, eram 36°C e a gente não tinha como tomar banho nem como fazer comida, dá para imaginar?”, pergunta Zélia Fernanda da Silva, de 39 anos, assistente de telemarketing. Mais alto ainda, na região do M’Boi Mirim, o Sítio Arizona – ocupação iniciada em 1994 que compreende Vila do Sol, Vila Nova Cidade, Chácara Bananal I e II – tem falha de abastecimento para as 2.540 famílias carentes da localidade. Apesar de estar cercada pelas represas, a região sofre com a falta de água semanalmente. “Aqui tem água para todo lado, só dentro de casa que não”, afirma Rubineia Oliveira, de 54 anos. Ela diz que muitas vezes vai às margens da Represa Billings para lavar as roupas. “Lavar roupa em casa é uma vez por semana. Louça deixo acumular três dias. Aqui ninguém tem nem como fazer economia.” Cercados pela Billings, os moradores da Ilha do Bororé, a 42 quilômetros do centro, também sofrem com a falta d’água. Os 3.150 moradores da ilha usam poços que começaram a secar em abril. “E a gente nunca sabe a qualidade da água aqui, que vem de uma parte muita suja da Billings”, diz Júlio Rodrigues Moreira, de 32 anos.

Diego Zanchetta – O Estado de S.Paulo

Enquanto a crise hídrica do Sistema Cantareira aumenta, com o uso do volume morto e a estiagem, e os paulistanos temem ficar com as torneiras secas, parte da população da capital já enfrenta dificuldades para executar tarefas simples por causa das dificuldades de abastecimento. Lavar roupa, tomar banho e até beber água são desafios diários para moradores da zona sul que já sofrem com a falta d’água há 30 anos.

Essa é a rotina da dona de casa Cremilda Sampaio, de 58 anos, e de seus vizinhos no Jardim Três Corações, região populosa do Grajaú, no extremo da zona sul. “Tenho de estar no tanque sempre às 7 horas. Antes do almoço a água acaba e depois só volta à meia-noite. Nunca conseguimos nem fazer um churrasquinho aqui para os amigos, um aniversário. Sem água, a gente passa vergonha com as visitas, ninguém pode usar o banheiro”, diz Cremilda.

A dona de casa mora na Rua Professor Francisco Marques de Oliveira Júnior, em um dos pontos mais altos da capital. A reportagem do Estado esteve em seis bairros da zona sul onde o racionamento temido pelos paulistanos já é realidade: Três Corações, Jardim Varginha, Sítio Arizona, Vila Rocha, Marsilac e Ilha do Bororé.

São bairros e ocupações formados em regiões altas – até 340 metros acima do nível das Represas Billings e do Guarapiranga -, onde as adutoras da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) não têm pressão para manter abastecimento regular.

Na rua de Cremilda, vizinhos já usam bacia para economizar água da chuva desde os anos 1980. Lavar a louça tem dia e hora certos. A água cessa às 10 horas da manhã e só volta no início da madrugada.

“Quantas vezes a gente chega do trabalho à noite e não tem mais água na caixa? Foram várias as vezes em que chegamos a ficar até duas semanas sem uma gota de água”, conta a auxiliar administrativa Indiara Santana, de 27 anos. Ela diz ser comum os xingamentos a qualquer pessoa que se arrisca a lavar o carro ou a calçada. “Só temos água mesmo durante a madrugada até o início da manhã. Ninguém pode desperdiçar.”

Vizinhos. Morador do Jardim Varginha há 30 anos, na região da Capela do Socorro, na zona sul, o aposentado Antonio Rezende, de 64 anos, diz ter perdido a conta de quantas vezes acabou a água do chuveiro no momento em que estava ensaboado. “O único jeito aí é correr para a casa dos parentes e amigos lá nos bairros de baixo”, diz Ferreira. “Aqui é muito alto. Não foi por falta de obra, viu? O pessoal da Sabesp está sempre aqui, mas nada resolve.”

Localizado em área de manancial, o bairro está em urbanização pela Prefeitura, mas a água só chega em caminhões-pipa. A rede da Sabesp alcança parte das ruas. “O duro é passar o domingo inteiro sem água. E isso acontece sempre. No verão, eram 36°C e a gente não tinha como tomar banho nem como fazer comida, dá para imaginar?”, pergunta Zélia Fernanda da Silva, de 39 anos, assistente de telemarketing.

Mais alto ainda, na região do M’Boi Mirim, o Sítio Arizona – ocupação iniciada em 1994 que compreende Vila do Sol, Vila Nova Cidade, Chácara Bananal I e II – tem falha de abastecimento para as 2.540 famílias carentes da localidade.

Apesar de estar cercada pelas represas, a região sofre com a falta de água semanalmente. “Aqui tem água para todo lado, só dentro de casa que não”, afirma Rubineia Oliveira, de 54 anos. Ela diz que muitas vezes vai às margens da Represa Billings para lavar as roupas. “Lavar roupa em casa é uma vez por semana. Louça deixo acumular três dias. Aqui ninguém tem nem como fazer economia.”

Cercados pela Billings, os moradores da Ilha do Bororé, a 42 quilômetros do centro, também sofrem com a falta d’água. Os 3.150 moradores da ilha usam poços que começaram a secar em abril. “E a gente nunca sabe a qualidade da água aqui, que vem de uma parte muita suja da Billings”, diz Júlio Rodrigues Moreira, de 32 anos.

De olho nos turistas da Copa boates e prostíbulos se preparam para receber os visitantes

DIÁRIO DA MANHA|ANA CLÉIA DE SOUZA

Outdoor da boate instalado em rodovias de São Paulo. Foto: Divulgação/Uol

Outdoor da boate instalado em rodovias de São Paulo. Foto: Divulgação/Uol

Donos de boates em São Paulo estão de olho na Copa e nos turistas que irão para a cidade. A boate Bahamas localizada em Moema, Zona Sul paulista já providenciou vários outdoors nas rodovias do Estado para chamar a atenção de quem chega e garantem: dólares e euros são bem-vindos.

Fachada da Boate Bahamas em São Paulo. Foto: Divulgação/Wikipedia

Os painéis estão localizados entre 5 pontos da cidade ao custo de R$ 35 mil por um mês. O cartaz chama a atenção ao mostrar uma mulher de short curto abaixada em frente a um homem de chuteiras. A imagem que sugere sexo oral convida os turistas à visitarem o local.

Visão de dentro da Boate Bahamas. Foto: Divulgação/IG

Visão de dentro da Boate Bahamas. Foto: Divulgação/IG

E não são só as boates paulistas que estão preparadas para aguardarem a chegada dos turistas da Copa, mas prostíbulos também se preparam e estão contratando profissionais que falem inglês.

Casas são interditadas após problema no solo em São Paulo

ABr

A Defesa Civil interditou mais de 200 casas em um terreno do Jardim Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista

A Defesa Civil interditou mais de 200 casas em um terreno do Jardim Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista, por risco de desabamento. As famílias começaram a desocupar as casasna última quarta-feira, e as últimas saídas ocorreram nesta quinta-feira. A prefeitura ainda vai fechar o número definitivo de imóveis que estão em risco.

Nesta sexta-feira, a Defesa Civil continuou vistoriando os imóveis e mais casas devem ser interditadas, de acordo com Jair Pacca de Lima, coordenador da Defesa Civil Estadual. Segundo a prefeitura, o problema no Jardim Ibirapuera começou na última sexta-feira por causa de uma grande movimentação do solo e a ação de interdição na região ocorre como uma medida preventiva.

Segundo Pacca, as construções correm risco por estarem sobre um terreno de declive acentuado e com solo encharcado, devido a uma mina de água presente no local e ao esgoto doméstico descartado pelos moradores. “Se somar tudo isso, temos um caso bem complicado”, declarou.

A Defesa Civil constatou que as casas interditadas apresentam rachaduras, quedas de estruturas e afundamentos. Algumas portas e janelas, além disso, não fecham por causa dessas falhas. Pacca disse que os moradores construíram lajes, que foram, ao longo do tempo, ganhando mais pavimentos. “Isso também contribuiu muito para a instabilidade no local”, disse.

A secretaria municipal de Assistência e Desenvolvimento Social informou, por meio de nota, que está atendendo aos moradores. “Foram cadastradas 163 famílias, que receberam colchões, cobertores, cestas básicas, kits de higiene e lanche”. Outras famílias que deixaram as casas não necessitaram de apoio.

Algumas dessas famílias passaram a noite no abrigo do Clube Escola Joerg Bruder, mas, de acordo com a secretaria, a maioria das pessoas optou por ficar em casa de parentes. “A prefeitura providenciou o transporte das pessoas e objetos”, diz o comunicado.