Com atraso e forte segurança, Seleção chega a São Paulo

A Seleção Brasileira chegou às 23h15 da noite de ontem ao Hotel Pullman, em São Paulo, onde ficará hospedada até a próxima quinta-feira, quando estreia na Copa do Mundo. 

O ônibus dos atletas chegou escoltado do Aeroporto de Guarulhos pela Polícia Federal. Os jogadores encontraram uma chuva fraca quando chegaram no local mais de uma uma hora depois do esperado devido ao mau tempo em Teresópolis, que atrasou a viagem, e ao trânsito.

Antes mesmo da chegada do ônibus do Brasil, os arredores do hotel já estavam repletos de policiais militares, membros do Exército e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Segundo Walter Romano, tenente-coronel da PM e comandante do Terceiro DP Copa, 67 funcionários da polícia e mais cerca de 60 miltares cuidavam da segurança do local. 

Torcedores compareceram ao hotel para apoiarem os 23 escolhidos para a busca do hexacampeonato mundial. Ao todo, mais de 100 pessoas aguardavam os comandados de Luiz Felipe Scolari fora do perímetro de restrição imposto pelas forças de segurança. Além disso, membros da imprensa brasileira, espanhola e argentina estavam presentes.

Apesar da grande expectativa, pode-se dizer que chegada da Seleção Brasileira foi frustrante para quem esperou na na fria noite paulista. O ônibus que trazia os jogadores atravessou o cordão de isolamento da polícia e exército direto para a porta do hotel, o que impediu o contato da centena de torcedores que esperava um mínimo de atenção, gerando reclamações do público presente.

“Foi muito rápido. Não custava nada parar um pouco e dar um tchauzinho. Os torcedores ficaram aqui esperando uma hora na chuva e eles não deram atenção. Sabemos que estão cansados, mas não custava nada”, lamentou José Henrique Hellmeister, um bancário de 31 anos que estava uniformizado de shorts azul e camiseta amarela, mesmo com a baixa temperatura.

Quem também lamentou a situação foram os comerciantes locais. Apesar do movimento maior do que o normal, as lojas da região não tiveram um aumento perceptível nas vendas. “A muvuca está maior nas ruas e nos arredores do bairro, mas aqui dentro não fez muita diferença”, afirmou Márcia Costa, dona de uma das lanchonete da região.

Fonte: Terra 

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